O chefe da diplomacia líbia manifestou hoje o apoio do seu país à organização da II Cimeira UE-África durante a presidência portuguesa da União Europeia.
"A presença de todos os países é bastante importante. Mas neste momento estamos a trabalhar para garantir resultados. A cimeira não é festival, queremos resultados tangíveis", disse Abdu Ramhan Shalgan à imprensa após um encontro em Lisboa com o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Luís Amado.
A realização da II Cimeira entre a União Europeia e a União Africana, adiada sine die desde 2003 devido à oposição de Londres à participação do Zimbabué, foi eleita como prioridade da presidência portuguesa e está marcada para 8 e 9 de Dezembro em Lisboa.
A próxima presidência portuguesa da UE, com início a 1 de Julho próximo, foi um dos temas dominantes do encontro de hoje entre Luís Amado e Abdu Ramhan Shalgan, a par das relações bilaterais, que os dois países querem intensificar.
À imprensa, o ministro líbio afirmou que conta com a presidência portuguesa para reforçar as relações entre a UE e a Líbia, a UE e o Mediterrâneo e a UE e África e frisou que o seu governo "tem toda a confiança no ministro Luís Amado" para o conseguir.
segunda-feira, junho 11, 2007
Lisboa vai debater direitos humanos em todas as cimeiras
A presidência portuguesa da UE vai debater os direitos humanos em todas as cimeiras e reuniões com países terceiros, durante o segundo semestre do ano, garantiu hoje Álvaro de Mendonça e Moura, representante permanente de Portugal junto das instituições europeias.
O embaixador português sublinhou também que não existem países "perfeitos" relativamente ao respeito pelos direitos humanos, mas garantiu que a questão será levantada em todas as reuniões que Portugal irá liderar em nome da União Europeia e deu como exemplo a cimeira UE-África, a realizar em Lisboa, a 08 e 09 de Dezembro, onde estarão vários líderes de países que, segundo os europeus, não respeitam completamente os direitos humanos.
Álvaro Mendonça e Moura dividiu as prioridades da presidência portuguesa em três partes: fortalecimento da integração económica europeia, agenda externa activa e fortalecimento da reforma política.
Álvaro Mendonça e Moura é responsável pela mais importante representação diplomática portuguesa no estrangeiro, com cerca de 150 funcionários.
Durante a presidência portuguesa da UE, presidirá ao chamado Coreper II (Comité de representantes Permanentes), o órgão que prepara todas as decisões que são tomadas posteriormente nas várias composições do Conselho de Ministros dos 27.
Diplomata de carreira, 58 anos, Mendonça e Moura será uma peça fundamental no segundo semestre do ano, durante o período em que o Governo de Lisboa estará à frente dos destinos da UE.
O embaixador português sublinhou também que não existem países "perfeitos" relativamente ao respeito pelos direitos humanos, mas garantiu que a questão será levantada em todas as reuniões que Portugal irá liderar em nome da União Europeia e deu como exemplo a cimeira UE-África, a realizar em Lisboa, a 08 e 09 de Dezembro, onde estarão vários líderes de países que, segundo os europeus, não respeitam completamente os direitos humanos.
Álvaro Mendonça e Moura dividiu as prioridades da presidência portuguesa em três partes: fortalecimento da integração económica europeia, agenda externa activa e fortalecimento da reforma política.
Álvaro Mendonça e Moura é responsável pela mais importante representação diplomática portuguesa no estrangeiro, com cerca de 150 funcionários.
Durante a presidência portuguesa da UE, presidirá ao chamado Coreper II (Comité de representantes Permanentes), o órgão que prepara todas as decisões que são tomadas posteriormente nas várias composições do Conselho de Ministros dos 27.
Diplomata de carreira, 58 anos, Mendonça e Moura será uma peça fundamental no segundo semestre do ano, durante o período em que o Governo de Lisboa estará à frente dos destinos da UE.
Enquanto Carrascalão diz que "Gente à volta de Xanana é do pior que há"...
O ex-Presidente Xanana Gusmão, líder do Congresso Nacional de Reconstrução de Timor-Leste (CNRT) e candidato às legislativas de 30 de Junho, está rodeado de "gente do pior que há em Timor-Leste", afirmou hoje Mário Viegas Carrascalão.
"Há indivíduos que estão com ele que se chamavam, por exemplo, Francisco UDT, depois chamaram-se Francisco APODETI, hoje são Francisco CNRT», disse o presidente do Partido Social Democrata (PSD) e cabeça-de-lista da coligação eleitoral com a Associação Social Democrática Timorense (ASDT) e ex-governador de Timor durante dez anos, quando o território se encontrava sob a ocupação indonésia.
"Xanana Gusmão está a dar guarida à chamada FRETILIN-Mudança, que vai depois regressar à FRETILIN quando destituírem Mari Alkatiri", secretário-geral do partido maioritário e ex-primeiro-ministro.
Para Carrascalão, Xanana corre o risco de perder a credibilidade que tinha, porque "para ser governo, é preciso ter-se sensibilidade para assuntos dministrativos e temas sociais. Não é só discursar. É preciso saber como".
Sobre a candidatura de Xanana Gusmão, o candidato do PSD às legislativas declarou que "ele é uma pessoa que devia continuar na posição de um pai deste país, e não meter-se em questões de governos".
"Há indivíduos que estão com ele que se chamavam, por exemplo, Francisco UDT, depois chamaram-se Francisco APODETI, hoje são Francisco CNRT», disse o presidente do Partido Social Democrata (PSD) e cabeça-de-lista da coligação eleitoral com a Associação Social Democrática Timorense (ASDT) e ex-governador de Timor durante dez anos, quando o território se encontrava sob a ocupação indonésia.
"Xanana Gusmão está a dar guarida à chamada FRETILIN-Mudança, que vai depois regressar à FRETILIN quando destituírem Mari Alkatiri", secretário-geral do partido maioritário e ex-primeiro-ministro.
Para Carrascalão, Xanana corre o risco de perder a credibilidade que tinha, porque "para ser governo, é preciso ter-se sensibilidade para assuntos dministrativos e temas sociais. Não é só discursar. É preciso saber como".
Sobre a candidatura de Xanana Gusmão, o candidato do PSD às legislativas declarou que "ele é uma pessoa que devia continuar na posição de um pai deste país, e não meter-se em questões de governos".
"Vitória de 1999 muito se deve a Portugal", diz Ramos-Horta
O Presidente da República timorense afirmou este domingo, numa recepção para assinalar o Dia de Portugal, que "a vitória de 1999 muito se deve à sábia, paciente, discreta e prudente diplomacia portuguesa".
José Ramos-Horta, convidado para a cerimónia na residência do embaixador de Portugal em Díli, agradeceu o apoio português durante a crise de 1999 em torno do referendo pela independência e, de novo, na resposta à grande crise de 2006.
Perante a grave crise política e militar, Portugal respondeu ao apelo das autoridades timorenses fazendo desembarcar um contingente da GNR a 4 de Junho, em Baucau, demonstrando, segundo o chefe de Estado, "a extrema generosidade do povo português que atravessava períodos difíceis após a aquisição da sua independência".
"Desde os dias mais difíceis, em que pouco se conhecia Timor no mundo e poucos acreditavam e poucos nos apoiavam, era em Portugal que nós encontrávamos maior apoio e maior refúgio", recordou Ramos-Horta, que referiu ter percorrido nesses anos "Portugal de lés-a-lés".
José Ramos-Horta, convidado para a cerimónia na residência do embaixador de Portugal em Díli, agradeceu o apoio português durante a crise de 1999 em torno do referendo pela independência e, de novo, na resposta à grande crise de 2006.
Perante a grave crise política e militar, Portugal respondeu ao apelo das autoridades timorenses fazendo desembarcar um contingente da GNR a 4 de Junho, em Baucau, demonstrando, segundo o chefe de Estado, "a extrema generosidade do povo português que atravessava períodos difíceis após a aquisição da sua independência".
"Desde os dias mais difíceis, em que pouco se conhecia Timor no mundo e poucos acreditavam e poucos nos apoiavam, era em Portugal que nós encontrávamos maior apoio e maior refúgio", recordou Ramos-Horta, que referiu ter percorrido nesses anos "Portugal de lés-a-lés".
quarta-feira, junho 06, 2007
UE: Austrália deixa de poder usar marca Porto
A Austrália vai deixar de usar a marca Porto nos seus vinhos generosos, segundo um acordo alcançado entre a Comissão Europeia e Camberra, foi hoje divulgado em Bruxelas.
O novo acordo bilateral sobre vinhos, que substitui o assinado em 1994, dá à Austrália o prazo de um ano para abandonar a marcas portuguesa dos seus rótulos e terá que ser ratificado pelo Conselho de Ministros da Agricultura dos 27 e pelas autoridades australianas antes de entrar em vigor.
No ano passado, a UE exportou 62 milhões de euros de vinho para a Austrália, de onde importou 868 milhões.
O novo acordo bilateral sobre vinhos, que substitui o assinado em 1994, dá à Austrália o prazo de um ano para abandonar a marcas portuguesa dos seus rótulos e terá que ser ratificado pelo Conselho de Ministros da Agricultura dos 27 e pelas autoridades australianas antes de entrar em vigor.
No ano passado, a UE exportou 62 milhões de euros de vinho para a Austrália, de onde importou 868 milhões.
França: 50 luso-descendentes candidatos às legislativas
Pelo menos 50 luso-descendentes são candidatos às eleições legislativas francesas, cuja primeira volta se realiza domingo, segundo estimativas da associação dos portugueses eleitos nas autarquias francesas (CIVICA).
Paulo Marques, presidente da CIVICA, disse à Agência Lusa que deverão existir mais candidatos de origem portuguesa, mas tem sido difícil a pesquisa junto dos partidos.
"Os candidatos de origem portuguesa são considerados franceses, sendo uma recolha difícil. A CIVICA está a ver junto dos partidos nomes com conotação portuguesa", adiantou.
De acordo com o responsável, os portugueses candidatos a deputados da Assembleia Nacional francesa concorrem, na maioria, por pequenos partidos ou como independentes, existindo ainda um número elevado de luso-descendentes no lugar de suplentes.
O Partido Socialista Francês (PSF) só apresenta candidatos luso-descendentes no lugar de suplentes, enquanto na UMP (União por um Movimento Popular, no poder) há duas portuguesas a concorrer como deputadas.
Paulo Marques destacou ainda que pela primeira vez há um grande número de candidatos luso-descendentes devido à visibilidade que a terceira geração está a ter em França.
A Assembleia Nacional francesa contou até hoje com um deputado de origem portuguesa, Patrice Carvalho que exerceu o cargo entre 1998-2001.
A luso-descendente Cristela de Oliveira, 28 anos, concorre pelas listas da UMP às eleições legislativas pela circunscrição de Corbeil, arredores de Paris, e caso venha a ser eleita torna-se na mais jovem deputada francesa.
O luso-descendente Valentin Teixeira, 34 anos, candidata-se pela segunda vez a deputado, mas nestas eleições concorre como independente.
Em França vivem mais de um milhão de portugueses e luso-descendentes, mas para as eleições legislativas apenas votam os que têm nacionalidade francesa.
As legislativas em França realizam-se domingo e a 17 de Junho, elegendo os franceses 577 deputados entre 7.750 candidatos.
Paulo Marques, presidente da CIVICA, disse à Agência Lusa que deverão existir mais candidatos de origem portuguesa, mas tem sido difícil a pesquisa junto dos partidos.
"Os candidatos de origem portuguesa são considerados franceses, sendo uma recolha difícil. A CIVICA está a ver junto dos partidos nomes com conotação portuguesa", adiantou.
De acordo com o responsável, os portugueses candidatos a deputados da Assembleia Nacional francesa concorrem, na maioria, por pequenos partidos ou como independentes, existindo ainda um número elevado de luso-descendentes no lugar de suplentes.
O Partido Socialista Francês (PSF) só apresenta candidatos luso-descendentes no lugar de suplentes, enquanto na UMP (União por um Movimento Popular, no poder) há duas portuguesas a concorrer como deputadas.
Paulo Marques destacou ainda que pela primeira vez há um grande número de candidatos luso-descendentes devido à visibilidade que a terceira geração está a ter em França.
A Assembleia Nacional francesa contou até hoje com um deputado de origem portuguesa, Patrice Carvalho que exerceu o cargo entre 1998-2001.
A luso-descendente Cristela de Oliveira, 28 anos, concorre pelas listas da UMP às eleições legislativas pela circunscrição de Corbeil, arredores de Paris, e caso venha a ser eleita torna-se na mais jovem deputada francesa.
O luso-descendente Valentin Teixeira, 34 anos, candidata-se pela segunda vez a deputado, mas nestas eleições concorre como independente.
Em França vivem mais de um milhão de portugueses e luso-descendentes, mas para as eleições legislativas apenas votam os que têm nacionalidade francesa.
As legislativas em França realizam-se domingo e a 17 de Junho, elegendo os franceses 577 deputados entre 7.750 candidatos.
Portugal e encontro de culturas na Smithsonian, Washington
A exposição "Encompassing the Globe: Portugal and the World in the 16th and 17th Centuries" é "de longe a maior, quer pelo número de peças, quer pelo número de instituições e pessoas que as disponibilizaram, quer pelo espaço ocupado" disse James Gordon, Director do Departamento de Informação da Smithsonian Institution.
A exposição, que o presidente português, Cavaco Silva, inaugurará dia 20 de Junho e estará aberta ao público entre 24 de Junho e 16 de Setembro, ocupará "todo o espaço de exibição da Sackler Gallery e uma parte do adjacente National Museum of African Art".
Em foco, estarão Portugal e o encontro de culturas proporcionado pelas viagens portuguesas dos séculos XVI e XVII.
Segundo a última relação das obras a expor divulgada pela Smithsonian, as 260 peças são provenientes de 89 instituições e 16 coleccionadores particulares, sendo o Tokyo National Museum, com 16 objectos, a instituição que mais obras fornece para a exposição.
Vêm depois o Nationalmuseet, de Copenhaga, com 13 objectos, o Museu Nacional de Arte Antiga, de Lisboa, e o British Museum, de Londres, com 12.
Há 60 instituições ou coleccionadores que disponibilizaram apenas uma obra para esta exposição.
À Lusa, Manuel Silva Pereira, assessor cultural da Embaixada de Portugal em Washington, referiu que a exposição culmina esforços que remontam a reuniões em Washington em Dezembro de 2003, estando na sua génese o empenhamento em revelar aos visitantes uma outra faceta de um país que ainda é insuficientemente conhecido nos Estados Unidos.
Para o assessor cultural, foi também fundamental o contributo especializado de Jay Levenson, à frente de uma equipa curatorial de historiadores, criticos de arte e investigadores, para dar a conhecer o Portugal pioneiro da globalização, no centro das rotas comerciais que trouxeram as especiarias ao conhecimento dos Ocidentais e permitiram o contacto entre povos e culturas de origem muito diversa.
"Encompassing the Globe: Portugal and the World in the 16th and 17th Centuries" coincide com a presidência portuguesa da União Europeia na segunda metade deste ano e tem lugar no Verão, um período em que a capital norte-americana recebe dois milhões de visitantes, e se projecta que 15 a 20% desses visitantes vão ver a "Encompassing...".
A exposição, que o presidente português, Cavaco Silva, inaugurará dia 20 de Junho e estará aberta ao público entre 24 de Junho e 16 de Setembro, ocupará "todo o espaço de exibição da Sackler Gallery e uma parte do adjacente National Museum of African Art".
Em foco, estarão Portugal e o encontro de culturas proporcionado pelas viagens portuguesas dos séculos XVI e XVII.
Segundo a última relação das obras a expor divulgada pela Smithsonian, as 260 peças são provenientes de 89 instituições e 16 coleccionadores particulares, sendo o Tokyo National Museum, com 16 objectos, a instituição que mais obras fornece para a exposição.
Vêm depois o Nationalmuseet, de Copenhaga, com 13 objectos, o Museu Nacional de Arte Antiga, de Lisboa, e o British Museum, de Londres, com 12.
Há 60 instituições ou coleccionadores que disponibilizaram apenas uma obra para esta exposição.
À Lusa, Manuel Silva Pereira, assessor cultural da Embaixada de Portugal em Washington, referiu que a exposição culmina esforços que remontam a reuniões em Washington em Dezembro de 2003, estando na sua génese o empenhamento em revelar aos visitantes uma outra faceta de um país que ainda é insuficientemente conhecido nos Estados Unidos.
Para o assessor cultural, foi também fundamental o contributo especializado de Jay Levenson, à frente de uma equipa curatorial de historiadores, criticos de arte e investigadores, para dar a conhecer o Portugal pioneiro da globalização, no centro das rotas comerciais que trouxeram as especiarias ao conhecimento dos Ocidentais e permitiram o contacto entre povos e culturas de origem muito diversa.
"Encompassing the Globe: Portugal and the World in the 16th and 17th Centuries" coincide com a presidência portuguesa da União Europeia na segunda metade deste ano e tem lugar no Verão, um período em que a capital norte-americana recebe dois milhões de visitantes, e se projecta que 15 a 20% desses visitantes vão ver a "Encompassing...".
Cientistas lusos descobrem substituto dos pontos cirúrgicos
Investigadores do Departamento de Engenharia Química da Universidade de Coimbra desenvolveram uma gama de adesivos cirúrgicos biológicos que substituem os tradicionais pontos cirúrgicos, anunciou ontem a Faculdade de Ciências e Tecnologia.
Os adesivos são seguros, de fácil aplicação e financeiramente acessíveis.
Os adesivos são seguros, de fácil aplicação e financeiramente acessíveis.
Al Gore vence Prémio Príncipe das Astúrias
O ex-vice-presidente norte-americano Al Gore foi hoje distinguido, em Oviedo (Espanha), com o Prémio Príncipe das Astúrias de Cooperação Internacional 2007, após a análise pelo júri da lista de finalistas.
Al Gore integrava uma lista final de quatro candidaturas, que era composta ainda pela organização Intermón, pelo Instituto Universitário Europeu, pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) e pelo economista britânico Nicholas Stern.
Depois do Óscar, só falta o Nobel para a seguir ser candidato a presidente dos EUA e ganhar.
Al Gore integrava uma lista final de quatro candidaturas, que era composta ainda pela organização Intermón, pelo Instituto Universitário Europeu, pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) e pelo economista britânico Nicholas Stern.
Depois do Óscar, só falta o Nobel para a seguir ser candidato a presidente dos EUA e ganhar.
Caixa e USP criam o maior grupo hospitalar da Península Ibérica
A Caixa Geral de Depósitos, que controla a Hospitais Privados de Portugal por via da seguradora Fidelidade, e a espanhola USP Hospitales criaram o maior grupo hospitalar ibérico
O acordo definitivo entre as duas empresas foi assinado terça-feira por Vítor Fernandes, presidente da Fidelidade (que controla 100 por cento da HPP), e pelo presidente executivo da USP, Gabriel Masfurroll.
O acordo pressupõe uma troca de participações entre as duas empresas, com a USP a ficar com 25 por cento do capital da HPP e a CGD com 10 por cento do grupo espanhol.
A USP é o maior grupo hospitalar espanhol e dispõe de 32 centros médicos no país vizinho, 12 deles hospitais.
Com 2.500 empregados e 2 mil médicos, atende por ano 1 milhão de pacientes e faz 200 mil urgências.
Fundada em 1998, a HPP detém hoje em Portugal seis hospitais num total de 524 camas distribuídos por Lisboa, Porto, Coimbra e Algarve. A empresa conta com 1450 empregados, dos quais 550 são médicos. No ano passado, a empresa facturou 54,3 milhões de euros.
Mais um negócio em que se nota a desproporção entre empresas portuguesas e espanholas.
O acordo definitivo entre as duas empresas foi assinado terça-feira por Vítor Fernandes, presidente da Fidelidade (que controla 100 por cento da HPP), e pelo presidente executivo da USP, Gabriel Masfurroll.
O acordo pressupõe uma troca de participações entre as duas empresas, com a USP a ficar com 25 por cento do capital da HPP e a CGD com 10 por cento do grupo espanhol.
A USP é o maior grupo hospitalar espanhol e dispõe de 32 centros médicos no país vizinho, 12 deles hospitais.
Com 2.500 empregados e 2 mil médicos, atende por ano 1 milhão de pacientes e faz 200 mil urgências.
Fundada em 1998, a HPP detém hoje em Portugal seis hospitais num total de 524 camas distribuídos por Lisboa, Porto, Coimbra e Algarve. A empresa conta com 1450 empregados, dos quais 550 são médicos. No ano passado, a empresa facturou 54,3 milhões de euros.
Mais um negócio em que se nota a desproporção entre empresas portuguesas e espanholas.
terça-feira, junho 05, 2007
Plano Tecnológico: Microsoft diz ser "excelente iniciativa"
O presidente da Microsoft Europa, Médio Oriente e África (EMEA), Neil Holloway, classificou hoje de "excelente iniciativa" o programa governamental de acesso a preços reduzidos a computadores e Internet de banda larga para meio milhão de portugueses.
Na quinta-feira, o primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou um programa para garantir a meio milhão de pessoas - estudantes, professores e trabalhadores em formação - o acesso a preços reduzidos a um computador e à Internet de alta velocidade.
A Microsoft Portugal "irá fornecer software [Windows Vista e Office 2007, de última geração] para os computadores a baixo custo que o Governo irá disponibilizar", segundo a empresa.
Holloway adiantou que tem viajado por vários países europeus e nunca viu um Governo "tão empenhado" no mercado das tecnologias, na aposta na área da inovação e do aumento das competências tecnológicas dos cidadãos como o "português".
vai começar «.
O único projecto similar é o do Egipto, mas que "não tem a escala da de Portugal".
Em termos globais, Neil Holloway elogiou o Plano Tecnológico - programa governamental para a massificação das novas tecnologias -, referindo que o seu "potencial é grande".
Segundo o responsável da Microsoft, o impacto do Plano na sociedade portuguesa "acontecerá daqui a 5 a 6 anos".
Bastante positivo para o País. Vamos ver se não passa de foguetório...
Na quinta-feira, o primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou um programa para garantir a meio milhão de pessoas - estudantes, professores e trabalhadores em formação - o acesso a preços reduzidos a um computador e à Internet de alta velocidade.
A Microsoft Portugal "irá fornecer software [Windows Vista e Office 2007, de última geração] para os computadores a baixo custo que o Governo irá disponibilizar", segundo a empresa.
Holloway adiantou que tem viajado por vários países europeus e nunca viu um Governo "tão empenhado" no mercado das tecnologias, na aposta na área da inovação e do aumento das competências tecnológicas dos cidadãos como o "português".
vai começar «.
O único projecto similar é o do Egipto, mas que "não tem a escala da de Portugal".
Em termos globais, Neil Holloway elogiou o Plano Tecnológico - programa governamental para a massificação das novas tecnologias -, referindo que o seu "potencial é grande".
Segundo o responsável da Microsoft, o impacto do Plano na sociedade portuguesa "acontecerá daqui a 5 a 6 anos".
Bastante positivo para o País. Vamos ver se não passa de foguetório...
Augusto Santos "Chávez" tem uma grande vontade de controlar os media
Não há paralelo na democracia portuguesa para a reforma legislativa da comunicação social, diz Francisco Teixeira da Mota, advogado do Público m entrevista ao Jornal de Negócios.
O Governo e a ERC estão a condicionar a liberdade de expressão, acusa.
"A ERC apareceu cheia de gana e quis mostrar serviço da pior maneira. Penso que a ERC caminhará com o tempo ou para o suicídio, se continuar com comportamentos descredibilizantes, ou então terá de se reformar", sublinha o advogado.
"Não existe em Portugal uma realidade de ‘jornalismo de sarjeta’ que justifique a criação da legislação que hoje em dia se pretende criar e que eu não conheço em mais nenhum país da Europa. Não sei se na Venezuela de Hugo Chávez, não sei se em algumas regiões de África existirá, mas na Europa não conheço", refere.
"Isto é curioso, porque é um mecanismo que eu chamaria de anal retentivo de controlo da informação que curiosamente pretende ser instalado pelo PS. Até agora nunca tinha havido nenhuma tentativa de legislação criando processos disciplinares aos jornalistas sobre faltas deontológicas que no fundo vão tocar no conteúdo da informação que é veiculada", argumenta.
Tantas críticas ao Governo e arrisca-se a ir parar ao chilindró...
O Governo e a ERC estão a condicionar a liberdade de expressão, acusa.
"A ERC apareceu cheia de gana e quis mostrar serviço da pior maneira. Penso que a ERC caminhará com o tempo ou para o suicídio, se continuar com comportamentos descredibilizantes, ou então terá de se reformar", sublinha o advogado.
"Não existe em Portugal uma realidade de ‘jornalismo de sarjeta’ que justifique a criação da legislação que hoje em dia se pretende criar e que eu não conheço em mais nenhum país da Europa. Não sei se na Venezuela de Hugo Chávez, não sei se em algumas regiões de África existirá, mas na Europa não conheço", refere.
"Isto é curioso, porque é um mecanismo que eu chamaria de anal retentivo de controlo da informação que curiosamente pretende ser instalado pelo PS. Até agora nunca tinha havido nenhuma tentativa de legislação criando processos disciplinares aos jornalistas sobre faltas deontológicas que no fundo vão tocar no conteúdo da informação que é veiculada", argumenta.
Tantas críticas ao Governo e arrisca-se a ir parar ao chilindró...
segunda-feira, junho 04, 2007
Português e estónio têm primeiro dicionário
O primeiro dicionário das línguas portuguesa e estónia, com cerca de 40 mil palavras e expressões mais utilizadas na vida quotidiana, acaba de ser lançado em Tallinn, capital da Estónia.
Editado pela TEA, o dicionário tem formato de bolso e está dividido em duas partes, uma para estónio-português e outra para português-estónio. Para além da linguagem formal, o dicionário contém palavras e expressões de registo mais familiar, incluindo vocábulos de origem brasileira.
Segundo a editora, o volume faz parte de uma colecção de dicionários de bolso que inclui já versões em inglês, russo, alemão, francês, espanhol, italiano, finlandês e sueco.
A Embaixada de Portugal em Tallinn e a Embaixada da Estónia em Lisboa apoiaram o projecto, embora na sua elaboração não tenha participado nenhum técnico ou tradutor português.
Entre os autores contam-se os tradutores Rein Loodla, Ilmar Noor e Siivi Sarap (que teve uma bolsa anual do Instituto Camões), assim como os editores Mart Tamak (actual embaixador da Estónia em Lisboa), Annli Tarto e Tiina Vahtras.
Editado pela TEA, o dicionário tem formato de bolso e está dividido em duas partes, uma para estónio-português e outra para português-estónio. Para além da linguagem formal, o dicionário contém palavras e expressões de registo mais familiar, incluindo vocábulos de origem brasileira.
Segundo a editora, o volume faz parte de uma colecção de dicionários de bolso que inclui já versões em inglês, russo, alemão, francês, espanhol, italiano, finlandês e sueco.
A Embaixada de Portugal em Tallinn e a Embaixada da Estónia em Lisboa apoiaram o projecto, embora na sua elaboração não tenha participado nenhum técnico ou tradutor português.
Entre os autores contam-se os tradutores Rein Loodla, Ilmar Noor e Siivi Sarap (que teve uma bolsa anual do Instituto Camões), assim como os editores Mart Tamak (actual embaixador da Estónia em Lisboa), Annli Tarto e Tiina Vahtras.
CPLP diz que quer quer levar Português ao máximo de organizações
O secretário-executivo da CPLP frisou hoje que um dos objectivos da organização lusófona é elevar o português a um estatuto que lhe permita tornar-se uma língua oficial e de trabalho nas organizações internacionais.
Luís Fonseca comentava o facto de a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) celebrar hoje, na sua sede, em Paris, o 2º Dia da Língua Portuguesa, iniciativa lançada em 2006. "Não direi que lutamos para que o português seja utilizado como língua oficial e de trabalho em todas as organizações internacionais, mas sim no maior número possível delas e com as quais tenhamos naturalmente interesse nas discussões em causa", afirmou Luís Fonseca.
Lembrando que o idioma de Camões é falado por mais de 200 milhões de pessoas em todo o mundo, o secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) realçou que o português é já utilizado como língua de trabalho e oficial em várias organizações regionais.
"Além da União Europeia (UE) e da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEIA), o português já é utilizado na UA (União Africana), CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental) e SADC (Comunidade de Desenvolvimento da África Austral), entre outros exemplos", afirmou.
A celebração de Paris vem, assim, nesse contexto, pois trata-se de um "reconhecimento da importância da Língua Portuguesa no mundo", apadrinhado pelo director-geral da UNESCO, o japonês Koichiro Matsuura. Na sede daquela organização, na capital francesa, a cerimónia conta também com a presença do coordenador do Grupo da CPLP na UNESCO, o embaixador angolano Almerindo Jaka Jamba, e da directora executiva do Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP), Amélia Mingas.
Em 2000, a CPLP e a UNESCO assinaram um acordo de cooperação nos domínios da Educação, Cultura, Comunicação, Ciência e Tecnologia, sendo também parceiros na promoção da diversidade cultural tolerância, diálogo e cooperação.
Luís Fonseca comentava o facto de a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) celebrar hoje, na sua sede, em Paris, o 2º Dia da Língua Portuguesa, iniciativa lançada em 2006. "Não direi que lutamos para que o português seja utilizado como língua oficial e de trabalho em todas as organizações internacionais, mas sim no maior número possível delas e com as quais tenhamos naturalmente interesse nas discussões em causa", afirmou Luís Fonseca.
Lembrando que o idioma de Camões é falado por mais de 200 milhões de pessoas em todo o mundo, o secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) realçou que o português é já utilizado como língua de trabalho e oficial em várias organizações regionais.
"Além da União Europeia (UE) e da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEIA), o português já é utilizado na UA (União Africana), CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental) e SADC (Comunidade de Desenvolvimento da África Austral), entre outros exemplos", afirmou.
A celebração de Paris vem, assim, nesse contexto, pois trata-se de um "reconhecimento da importância da Língua Portuguesa no mundo", apadrinhado pelo director-geral da UNESCO, o japonês Koichiro Matsuura. Na sede daquela organização, na capital francesa, a cerimónia conta também com a presença do coordenador do Grupo da CPLP na UNESCO, o embaixador angolano Almerindo Jaka Jamba, e da directora executiva do Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP), Amélia Mingas.
Em 2000, a CPLP e a UNESCO assinaram um acordo de cooperação nos domínios da Educação, Cultura, Comunicação, Ciência e Tecnologia, sendo também parceiros na promoção da diversidade cultural tolerância, diálogo e cooperação.
Alqueva: Municípios espanhóis apostam nas marinas
Os quatro municípios espanhóis abrangidos pelo regolfo da barragem de Alqueva - Olivença, Cheles, Alconchel e Villanueva del Fresno - estão a dotar-se de infra-estruturas náuticas para também tirarem partido das potencialidades do maior lago artificial da Europa.
Cheles já dispõe de um cais de embarque com 24 metros, mas até final do Verão os restantes três concelhos deverão ter equipamentos semelhantes.
O cais de Cheles apresenta a particularidade de poder receber o barco de cruzeiro que já começou a navegar nas águas de Alqueva, devido à sua dimensão, enquanto do lado português só o ancoradouro de Monsaraz e a Amieira Marina - esta de capitais privados - têm capacidade para acolher as grandes embarcações.
A marina de Alqueva tem apenas 12 metros e não reúne essas condições, sendo exigido, pelo menos, o dobro.
A rapidez com que Cheles se está a movimentar já permitiu a este município dar os primeiros passos para pôr em marcha um projecto com a empresa Gescruzeiros, que prevê a criação de carreiras entre aquela localidade e as aldeias ribeirinhas de Monsaraz e Amieira.
A ideia é que o barco transporte portugueses a alguns concelhos daquela região da Extremadura e traga espanhóis até às localidades alentejanas mais próximas da barragem.
Espanha a liderar investimentos portugueses...
Que bonito!
Cheles já dispõe de um cais de embarque com 24 metros, mas até final do Verão os restantes três concelhos deverão ter equipamentos semelhantes.
O cais de Cheles apresenta a particularidade de poder receber o barco de cruzeiro que já começou a navegar nas águas de Alqueva, devido à sua dimensão, enquanto do lado português só o ancoradouro de Monsaraz e a Amieira Marina - esta de capitais privados - têm capacidade para acolher as grandes embarcações.
A marina de Alqueva tem apenas 12 metros e não reúne essas condições, sendo exigido, pelo menos, o dobro.
A rapidez com que Cheles se está a movimentar já permitiu a este município dar os primeiros passos para pôr em marcha um projecto com a empresa Gescruzeiros, que prevê a criação de carreiras entre aquela localidade e as aldeias ribeirinhas de Monsaraz e Amieira.
A ideia é que o barco transporte portugueses a alguns concelhos daquela região da Extremadura e traga espanhóis até às localidades alentejanas mais próximas da barragem.
Espanha a liderar investimentos portugueses...
Que bonito!
Egipto recusa pirâmides de Gizé em selos portugueses
O Conselho Supremo das Antiguidades Egípcias rejeitou hoje um pedido dos Correios de Portugal, que solicitou autorização para representar as pirâmides de Gize num conjunto de selos, por ocasião da votação sobre as sete maravilhas do mundo.
"O Egipto recusa totalmente tentativas de colocar as pirâmides, a única maravilha do mundo que resta das sete antigas maravilhas, em selos ou em concursos", afirmou Zahi Hawass, o poderoso "patrão" do reputado Conselho.
Sob iniciativa do aventureiro e cineasta suíço-canadiano Bernard Weber, está em curso uma votação para escolher, através da Internet, os sete locais que constituirão as «novas» maravilhas do mundo.
Datada do ano de 200 Antes de Cristo, o grego Philon de Bizâncio elaborou uma lista em que enumerou as sete maravilhas do mundo como monumentos que "não podem deixar de ser visitados" pela humanidade.
Os Jardins Suspensos da Babilónia, a Estátua de Zeus no Olimpo, o Colosso de Rodes, o Templo de Artémis de Eféso, o Mausoléu de Halicarnasse e o Farol de Alexandria já desapareceram, restando unicamente as pirâmides egípcias.
Em Abril último, as pirâmides de Gizé foram retiradas do concurso por Weber, que ainda não conseguiu "apaziguar a ira" de Hawass.
Os resultados deverão ser proclamados a 07 de Julho próximo, em Lisboa.
"O Egipto recusa totalmente tentativas de colocar as pirâmides, a única maravilha do mundo que resta das sete antigas maravilhas, em selos ou em concursos", afirmou Zahi Hawass, o poderoso "patrão" do reputado Conselho.
Sob iniciativa do aventureiro e cineasta suíço-canadiano Bernard Weber, está em curso uma votação para escolher, através da Internet, os sete locais que constituirão as «novas» maravilhas do mundo.
Datada do ano de 200 Antes de Cristo, o grego Philon de Bizâncio elaborou uma lista em que enumerou as sete maravilhas do mundo como monumentos que "não podem deixar de ser visitados" pela humanidade.
Os Jardins Suspensos da Babilónia, a Estátua de Zeus no Olimpo, o Colosso de Rodes, o Templo de Artémis de Eféso, o Mausoléu de Halicarnasse e o Farol de Alexandria já desapareceram, restando unicamente as pirâmides egípcias.
Em Abril último, as pirâmides de Gizé foram retiradas do concurso por Weber, que ainda não conseguiu "apaziguar a ira" de Hawass.
Os resultados deverão ser proclamados a 07 de Julho próximo, em Lisboa.
sexta-feira, junho 01, 2007
Ota: João Soares diz que novo aeroporto é "parvoíce"
O antigo presidente da Câmara de Lisboa João Soares acredita que construir o novo aeroporto na Ota é um "disparate total" que vai prejudicar a margem sul, defendendo que a Portela ainda não está esgotada.
"O aeroporto na Ota é um disparate total pois a Portela ainda não está esgotada. Uma decisão nesse sentido vai ser prejudicial para a margem sul que vai pagar cara a asneira em 20 ou 30 anos", disse o actual vereador na oposição na Câmara de Sintra, durante uma conferência sobre a "Inserção do Barreiro no contexto da Área Metropolitana de Lisboa", organizada pelo PS local.
"Nunca estiveram em Portugal mais do que dois ou três aviões em espera para aterrar. O problema está no funcionamento da aerogare. com dificuldades na saída dos passageiros e na recepção das bagagens", considerou.
O autarca garantiu que não percebe como é que o metropolitano ficou a 500 metros do aeroporto.
"Não faz sentido fazer um aeroporto a 50 quilómetros. Eu não quero mais estudos, quero que se decida, mas não gostava de ver a especulação imobiliária a esticar-se 50 quilómetros depois da Ota", salientou.
Desta é que eu não estava à espera...
Mais um "livre-pensador"!?
"O aeroporto na Ota é um disparate total pois a Portela ainda não está esgotada. Uma decisão nesse sentido vai ser prejudicial para a margem sul que vai pagar cara a asneira em 20 ou 30 anos", disse o actual vereador na oposição na Câmara de Sintra, durante uma conferência sobre a "Inserção do Barreiro no contexto da Área Metropolitana de Lisboa", organizada pelo PS local.
"Nunca estiveram em Portugal mais do que dois ou três aviões em espera para aterrar. O problema está no funcionamento da aerogare. com dificuldades na saída dos passageiros e na recepção das bagagens", considerou.
O autarca garantiu que não percebe como é que o metropolitano ficou a 500 metros do aeroporto.
"Não faz sentido fazer um aeroporto a 50 quilómetros. Eu não quero mais estudos, quero que se decida, mas não gostava de ver a especulação imobiliária a esticar-se 50 quilómetros depois da Ota", salientou.
Desta é que eu não estava à espera...
Mais um "livre-pensador"!?
China: Morte por não saber escrever banana
Um casal chinês espancou até à morte a filha de três anos por ela não se lembrar do caracter chinês usado para escrever “banana”, na província de Henan.
Os maus tratos tiveram início no domingo quando o pai começou a bater com o chinelo na menina depois de ela acertar todos os caracteres que tinha aprendido, excepto o que simboliza “banana”, refere o jornal ‘Beijing Daily Messenger’.
No dia seguinte a menina voltou a esquecer-se do caracter e foi a vez de a mãe lhe bater.
O estado de saúde da menina foi piorando, mas o pai optou por ignorar os apelos da mãe para transportar a menina ao hospital, alegando não ter dinheiro.
A polícia prendeu os progenitores.
O pai é membro do corpo político consultivo do Partido Comunista, partido único que governa a China.
O sistema educativo na China começa por obrigar à memorização dos caracteres, como forma de selecção disfarçada. Os alunos são muitas vezes avaliados e admitidos pelo número de palavras que conseguem memorizar.
Os maus tratos tiveram início no domingo quando o pai começou a bater com o chinelo na menina depois de ela acertar todos os caracteres que tinha aprendido, excepto o que simboliza “banana”, refere o jornal ‘Beijing Daily Messenger’.
No dia seguinte a menina voltou a esquecer-se do caracter e foi a vez de a mãe lhe bater.
O estado de saúde da menina foi piorando, mas o pai optou por ignorar os apelos da mãe para transportar a menina ao hospital, alegando não ter dinheiro.
A polícia prendeu os progenitores.
O pai é membro do corpo político consultivo do Partido Comunista, partido único que governa a China.
O sistema educativo na China começa por obrigar à memorização dos caracteres, como forma de selecção disfarçada. Os alunos são muitas vezes avaliados e admitidos pelo número de palavras que conseguem memorizar.
Severiano Teixeira reúne-se com Robert Gates a 8 de Junho
O ministro da Defesa Nacional, Nuno Severiano Teixeira, reúne-se a 08 de Junho em Washington com o secretário da Defesa norte-americano, Robert Gates, disse hoje à Agência Lusa uma fonte governamental.
Na agenda do encontro de Severiano Teixeira com Gates, no Pentágono, figuram temas como a situação no Afeganistão, Kosovo e Líbano - três países onde Portugal tem forças em missões militares, a presidência portuguesa da União Europeia (UE) e o sistema de defesa anti-míssil norte-americano, acrescentou a mesma fonte.
O governante português aproveitará ainda a conversa com o secretário da Defesa para apresentar as prioridades da presidência portuguesa da UE, no segundo semestre do ano, para a área da Defesa, entre elas o reforço das parcerias estratégicas, nomeadamente entre os 27 e a NATO.
Nuno Severiano Teixeira tem ainda prevista a visita a uma unidade militar norte-americana. Esta é a primeira visita aos Estados Unidos de Severiano Teixeira, que já se encontrou com Robert Gates durante a reunião informal, em Fevereiro, dos 26 ministros da Defesa da Aliança Atlântica (NATO), mais os sete do Diálogo Mediterrânico e a Rússia, realizada em Fevereiro.
Na agenda do encontro de Severiano Teixeira com Gates, no Pentágono, figuram temas como a situação no Afeganistão, Kosovo e Líbano - três países onde Portugal tem forças em missões militares, a presidência portuguesa da União Europeia (UE) e o sistema de defesa anti-míssil norte-americano, acrescentou a mesma fonte.
O governante português aproveitará ainda a conversa com o secretário da Defesa para apresentar as prioridades da presidência portuguesa da UE, no segundo semestre do ano, para a área da Defesa, entre elas o reforço das parcerias estratégicas, nomeadamente entre os 27 e a NATO.
Nuno Severiano Teixeira tem ainda prevista a visita a uma unidade militar norte-americana. Esta é a primeira visita aos Estados Unidos de Severiano Teixeira, que já se encontrou com Robert Gates durante a reunião informal, em Fevereiro, dos 26 ministros da Defesa da Aliança Atlântica (NATO), mais os sete do Diálogo Mediterrânico e a Rússia, realizada em Fevereiro.
Dia Canadá-Portugal: Deputado luso-canadiano apoia projecto
Paul Ferreira, deputado luso-canadiano na província do Ontário, declarou à Lusa dar todo o apoio ao projecto apresentado em Otava para a declaração oficial do 10 de Junho como "Dia Canadá-Portugal".
Aquela iniciativa legislativa foi entregue na quinta-feira no Parlamento federal pela deputada canadiana Olivia Chow, do Novo Partido Democrático (NPD).
No projecto de diploma - "Bill C-499", a deputada pede ao Parlamento federal canadiano o reconhecimento oficial da data de 10 de Junho como o "Dia Canadá-Portugal", como forma de enaltecer o contributo da comunidade luso-canadiana em Toronto e no Canadá.
"É um acto que simboliza a grande amizade existente entre o Canadá e Portugal que dura há décadas e constitui o reconhecimento do contributo dos portugueses na construção do Canadá. Digo na construção do Canadá porque foi assim mesmo. Os Portugueses construíram este país com as suas mãos", frisou o deputado luso-canadiano do Ontário.
Caso venha a ser declarado o "Dia Canadá-Portugal", "significará que passaria a constar do calendário oficial do Governo canadiano e será para os portugueses um motivo para recordarmos as nossas origens e reflectirmos sobre as nossas raízes", adiantou.
Chow foi eleita para o Parlamento federal em 2006 pelo círculo eleitoral em Toronto de Trinity-Spadina, onde se inclui o "Portugal Village", uma das zonas de forte concentração de portugueses e luso-descendentes. É das dirigentes da Associação parlamentar de amizade Canadá-Portugal na Câmara dos Comuns em Otava (presidida pelo deputado federal luso-canadiano Mário Silva -bancada liberal), e na apresentação da iniciativa na sessão de quinta-feira na Câmara dos Comuns, Chow fez uma alusão ao significado do 10 de Junho como Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades portuguesas no mundo.
Aquela iniciativa legislativa foi entregue na quinta-feira no Parlamento federal pela deputada canadiana Olivia Chow, do Novo Partido Democrático (NPD).
No projecto de diploma - "Bill C-499", a deputada pede ao Parlamento federal canadiano o reconhecimento oficial da data de 10 de Junho como o "Dia Canadá-Portugal", como forma de enaltecer o contributo da comunidade luso-canadiana em Toronto e no Canadá.
"É um acto que simboliza a grande amizade existente entre o Canadá e Portugal que dura há décadas e constitui o reconhecimento do contributo dos portugueses na construção do Canadá. Digo na construção do Canadá porque foi assim mesmo. Os Portugueses construíram este país com as suas mãos", frisou o deputado luso-canadiano do Ontário.
Caso venha a ser declarado o "Dia Canadá-Portugal", "significará que passaria a constar do calendário oficial do Governo canadiano e será para os portugueses um motivo para recordarmos as nossas origens e reflectirmos sobre as nossas raízes", adiantou.
Chow foi eleita para o Parlamento federal em 2006 pelo círculo eleitoral em Toronto de Trinity-Spadina, onde se inclui o "Portugal Village", uma das zonas de forte concentração de portugueses e luso-descendentes. É das dirigentes da Associação parlamentar de amizade Canadá-Portugal na Câmara dos Comuns em Otava (presidida pelo deputado federal luso-canadiano Mário Silva -bancada liberal), e na apresentação da iniciativa na sessão de quinta-feira na Câmara dos Comuns, Chow fez uma alusão ao significado do 10 de Junho como Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades portuguesas no mundo.
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