O ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE), Luís Amado, destacou hoje a importância da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) para Portugal, considerando que é a região "mais importante do ponto de vista geo-estratégico para Portugal fora da Europa".
Em Pretória, a capital sul-africana, Luís Amado salientou que Portugal tem em toda a região "considerando Angola, Moçambique, o Zimbabué, a RDCongo e, em particular a África do Sul, o maior potencial geo-estratégico fora da Europa, incluindo comunidades portuguesas, influência política, a rede diplomática e as missões de paz" em que está envolvido.
Amado justifica com esta importância estratégica a visita que efectuará hoje à sede da SADC, na capital do Botsuana, e os encontros que terá com o secretário-executivo da organização, o moçambicano Tomaz Salomão, e o chefe de Estado Festus Mogae, bem como o encontro que terá à tarde em Pretória com o Presidente sul-africano Thabo Mbeki.
quinta-feira, outubro 11, 2007
Canadá: Conselheiro português eleito deputado no Ontário
Dois luso-canadianos, um deles Charles Sousa, Conselheiro para a Internacionalização da Economia Portuguesa, foram eleitos como deputados no Ontário nas legislativas de quarta-feira naquela província. Dos dois actuais deputados portugueses no Ontário, Peter Fonseca renovou o mandato, mas Paul Ferreira não logrou a reeleição, numa luta renhida contra o seu principal adversário no círculo de York Sul-Weston, em Toronto.
As eleições gerais no Ontário, realizadas quarta-feira e cujo escrutínio durou até à madrugada de hoje, deram a segunda maioria parlamentar ao actual primeiro-ministro da província, Dalton McGuinty, do Partido Liberal (PL).
Segundo dados preliminares, o PL conseguiu 72 dos 107 lugares, o Partido Conservador (PC) 25 e o Novo Partido Democrático (NPD) 10.
Sousa (PL), um luso-descendente bem conhecido da comunidade portuguesa na região de Toronto, foi eleito para o Parlamento pelo círculo de Mississauga-Sul, com grande vantagem sobre o deputado titular T. Peterson (46,7% contra 34%). Também vitorioso, Peter Fonseca (PL) ganhou com folga, com 58,5% dos votos em Mississauga Este-Cooksville, que já o havia eleito deputado provincial há 4 anos.
O círculo de York Sul-Weston, em Toronto - no qual o açoriano Ferreira procurava defender o seu actual lugar de deputado provincial - revelou-se dos mais difíceis no apuramento do vencedor durante estas eleições. Só na madrugada de hoje, no final da contagem, é que se soube que uma candidata liberal de origem italiana venceu Ferreira por 469 votos (13.812 votos contra 13.343). Os dois candidatos haviam já disputado taco-a-taco as eleições extraordinárias de 8 de Fevereiro destinadas a escolher o parlamentar representante de York Sul-Weston, tendo então Ferreira saído vencedor, com 315 votos de diferença.
Também a despertar as atenções, no distrito de Davenport, Toronto, zona de residência de muitos portugueses, os dois candidatos lusos Peter Ferreira (NPD), António Garcia (PC) não conseguiram derrotar o deputado liberal T. Ruprecht. Ferreira alcançou o segundo lugar, com 36,4% (menos cinco pontos) e António Garcia foi quarto (com 9%). Não obstante, Garcia garantiu que irá continuar a candidatar-se em próximas eleições.
"Em Davenport, 30 a 35% dos residentes são portugueses. Os portugueses que votam devem ser 20%", frisou este açoriano da Terceira, polícia em Toronto e aí residente.
Os seis membros da família Carvalho, candidatos em vários distritos da província pelo Partido da Aliança da Família (PAF), obtiveram sobretudo visibilidade, com resultados entre 0,9 e 1,9%.
Em Otava, John Pacheco (PAF) arrecadou 1,2% no círculo de Otava Oeste-Nepean.
As eleições gerais no Ontário, realizadas quarta-feira e cujo escrutínio durou até à madrugada de hoje, deram a segunda maioria parlamentar ao actual primeiro-ministro da província, Dalton McGuinty, do Partido Liberal (PL).
Segundo dados preliminares, o PL conseguiu 72 dos 107 lugares, o Partido Conservador (PC) 25 e o Novo Partido Democrático (NPD) 10.
Sousa (PL), um luso-descendente bem conhecido da comunidade portuguesa na região de Toronto, foi eleito para o Parlamento pelo círculo de Mississauga-Sul, com grande vantagem sobre o deputado titular T. Peterson (46,7% contra 34%). Também vitorioso, Peter Fonseca (PL) ganhou com folga, com 58,5% dos votos em Mississauga Este-Cooksville, que já o havia eleito deputado provincial há 4 anos.
O círculo de York Sul-Weston, em Toronto - no qual o açoriano Ferreira procurava defender o seu actual lugar de deputado provincial - revelou-se dos mais difíceis no apuramento do vencedor durante estas eleições. Só na madrugada de hoje, no final da contagem, é que se soube que uma candidata liberal de origem italiana venceu Ferreira por 469 votos (13.812 votos contra 13.343). Os dois candidatos haviam já disputado taco-a-taco as eleições extraordinárias de 8 de Fevereiro destinadas a escolher o parlamentar representante de York Sul-Weston, tendo então Ferreira saído vencedor, com 315 votos de diferença.
Também a despertar as atenções, no distrito de Davenport, Toronto, zona de residência de muitos portugueses, os dois candidatos lusos Peter Ferreira (NPD), António Garcia (PC) não conseguiram derrotar o deputado liberal T. Ruprecht. Ferreira alcançou o segundo lugar, com 36,4% (menos cinco pontos) e António Garcia foi quarto (com 9%). Não obstante, Garcia garantiu que irá continuar a candidatar-se em próximas eleições.
"Em Davenport, 30 a 35% dos residentes são portugueses. Os portugueses que votam devem ser 20%", frisou este açoriano da Terceira, polícia em Toronto e aí residente.
Os seis membros da família Carvalho, candidatos em vários distritos da província pelo Partido da Aliança da Família (PAF), obtiveram sobretudo visibilidade, com resultados entre 0,9 e 1,9%.
Em Otava, John Pacheco (PAF) arrecadou 1,2% no círculo de Otava Oeste-Nepean.
quarta-feira, outubro 10, 2007
Segunda revolta dos "Ninjas" de São Tomé em dois anos
A força de elite exige uma resposta do Presidente, Fradique de Menezes, e do Governo de Tomé Vera Cruz. Cerca de 100 elementos do Corpo de Intervenção Rápida de São Tomé e Príncipe, conhecidos por "Ninjas", ocuparam o comando-geral da polícia ao final da tarde de segunda-feira, sequestraram o comandante-geral Gilberto Andrade, e fizeram reféns mais de dez agentes. Ontem libertaram o comandante-geral para este negociar as suas reivindicações com o Governo do primeiro-ministro, Tomé Vera Cruz, e o Presidente, Fradique de Menezes. Querem uma resposta a duas promessas: o pagamento de um subsídio previsto da sua formação em Angola, em 2003 e 2004, e a construção de um quartel na capital são-tomense para a sua força especial. Em Janeiro de 2006, o mesmo grupo protagonizou um episódio semelhante, tomando o comando-geral da Polícia Nacional, para exigir melhores salários e a demissão do comandante-geral Armando Correia, que responsabilizavam pela sua situação. O Governo da então primeira-ministra Maria do Carmo Silveira acabou por ceder, demitindo Correia. Na altura, chegou a haver uma intervenção das Forças Armadas. No centro das duas revoltas, um mesmo protagonista: Wilson Quaresma que ameaçou anteontem, embora não dando pormenores, avançar para um "Plano B" caso o Governo não responda favoravelmente às reivindicações do grupo até hoje, quarta-feira.
"A ironia desta história é que esta polícia foi formada [em Angola] para evitar um golpe de Estado [depois do golpe de 2003], e não para protagonizar revoltas como está acontecer", afirma por seu lado o investigador Gerhard Seibert, para quem a resolução destes casos vem acompanhada "do risco da repetição de novos actos deste tipo".
"A ironia desta história é que esta polícia foi formada [em Angola] para evitar um golpe de Estado [depois do golpe de 2003], e não para protagonizar revoltas como está acontecer", afirma por seu lado o investigador Gerhard Seibert, para quem a resolução destes casos vem acompanhada "do risco da repetição de novos actos deste tipo".
Taiwan desafia Pequim com uma parada militar
Pela primeira vez em 16 anos, o desfile do Dia Nacional de Taiwan, que hoje se realiza em Taipé, inclui o arsenal militar da ilha que se separou da China em 1949. Mas o grande ausente da parada militar será o Hsiung Feng 2-E, um míssil com capacidade para atingir Xangai, capital financeira e maior cidade chinesa, que as autoridades taiwanesas decidiram, no último momento, não apresentar. Washington é a sua principal fornecedora de armas, apesar de não ter relações diplomáticas com Taipé.
No seu Dia Nacional, Taiwan celebra o aniversário da revolução republicana de 1911 na China. Este ano, o Presidente Chen Shui-bian irá passar revista às tropas, num gesto de desafio a Pequim. O International Herald Tribune garante que a parada visa provar o poderio militar da ilha.A tensão no estreito de Taiwan subiu após Taipé ter anunciado um referendo sobre a adesão à ONU (de onde foi expulsa em 1971) para Março; um gesto que Pequim vê como um passo para a independência.
No seu Dia Nacional, Taiwan celebra o aniversário da revolução republicana de 1911 na China. Este ano, o Presidente Chen Shui-bian irá passar revista às tropas, num gesto de desafio a Pequim. O International Herald Tribune garante que a parada visa provar o poderio militar da ilha.A tensão no estreito de Taiwan subiu após Taipé ter anunciado um referendo sobre a adesão à ONU (de onde foi expulsa em 1971) para Março; um gesto que Pequim vê como um passo para a independência.
terça-feira, outubro 09, 2007
António Guterres optimista em relação à cimeira UE/África
O Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, António Guterres, afirmou hoje em Lisboa esperar que a cimeira UE/África seja possível e que durante esta sejam dados "importantes passos" que beneficiarão os refugiados.
Referiu ainda que "os países africanos são muito generosos"...
Referiu ainda que "os países africanos são muito generosos"...
Dois luso-canadianos procuram reeleição para Parlamento do Ontário
Dois luso-canadianos procuram reeleição para o Parlamento do Ontário, no escrutínio de quarta-feira, ao qual concorrem mais uma dezena de portugueses e luso-descendentes.
As eleições provinciais do Ontário visam a composição do novo parlamento e a formação do novo governo provincial pelo partido mais votado.
Os dois actuais deputados provinciais portugueses - Peter Fonseca, do Partido Liberal (PL) do Ontário, e Paul Ferreira, nascido nos Açores, do Novo Partido Democrático -, esperam ser reconduzidos à assembleia legislativa, pelos círculos eleitorais de Mississauga Este-Cooksville e Toronto York Sul-Weston, respectivamente.
No círculo de Davenport, em Toronto, zona bem portuguesa e o distrito que elegeu o único deputado federal português, Mário Silva, desta vez são Peter Ferreira e António Garcia quem pretende destronar o deputado provincial de Davenport, Tony Ruprecht.
Candidato com potencial de eleição, Ferreira diz que "Davenport é uma área em que 35 por cento dos habitantes são portugueses".
Charles de Sousa, membro do PL, conselheiro para a Internacionalização da Economia Portuguesa e executivo do Royal Bank do Canadá, candidata-se em Mississauga-Sul. Reconhece que será uma votação "renhida" e obteve muitos apoios de personalidades políticas.
Na região de Otava, John Pacheco, um contabilista de 38 anos, filho de pais açorianos, repete candidatura pelo círculo de Otava Oeste-Nepean, também pelo Partido da Aliança da Família (PAF) do Ontário.
A família luso-descendente Carvalho (de Goa), a residir em Ajax, Ontário, decidiu que, pela primeira vez, seis dos seus sete membros avançassem com candidaturas em diversos distritos eleitorais pelo PAF. Marylin (a mãe), Victor (pai) e Andrew, Daniel, Joseph e Júlia (filhos) ingressam na política para defenderem valores tradicionais da família e católicos.
Quanto a previsões de resultados para estas eleições, analistas prevêem que o PL seja vitorioso mas perderá a maioria, dando lugar a um Governo minoritário, à semelhança do verificado nas legislativas provinciais do Quebeque de Março passado e das eleições federais de 2006, que conduziram ao actual Executivo de Stephen Harper.
As eleições provinciais do Ontário visam a composição do novo parlamento e a formação do novo governo provincial pelo partido mais votado.
Os dois actuais deputados provinciais portugueses - Peter Fonseca, do Partido Liberal (PL) do Ontário, e Paul Ferreira, nascido nos Açores, do Novo Partido Democrático -, esperam ser reconduzidos à assembleia legislativa, pelos círculos eleitorais de Mississauga Este-Cooksville e Toronto York Sul-Weston, respectivamente.
No círculo de Davenport, em Toronto, zona bem portuguesa e o distrito que elegeu o único deputado federal português, Mário Silva, desta vez são Peter Ferreira e António Garcia quem pretende destronar o deputado provincial de Davenport, Tony Ruprecht.
Candidato com potencial de eleição, Ferreira diz que "Davenport é uma área em que 35 por cento dos habitantes são portugueses".
Charles de Sousa, membro do PL, conselheiro para a Internacionalização da Economia Portuguesa e executivo do Royal Bank do Canadá, candidata-se em Mississauga-Sul. Reconhece que será uma votação "renhida" e obteve muitos apoios de personalidades políticas.
Na região de Otava, John Pacheco, um contabilista de 38 anos, filho de pais açorianos, repete candidatura pelo círculo de Otava Oeste-Nepean, também pelo Partido da Aliança da Família (PAF) do Ontário.
A família luso-descendente Carvalho (de Goa), a residir em Ajax, Ontário, decidiu que, pela primeira vez, seis dos seus sete membros avançassem com candidaturas em diversos distritos eleitorais pelo PAF. Marylin (a mãe), Victor (pai) e Andrew, Daniel, Joseph e Júlia (filhos) ingressam na política para defenderem valores tradicionais da família e católicos.
Quanto a previsões de resultados para estas eleições, analistas prevêem que o PL seja vitorioso mas perderá a maioria, dando lugar a um Governo minoritário, à semelhança do verificado nas legislativas provinciais do Quebeque de Março passado e das eleições federais de 2006, que conduziram ao actual Executivo de Stephen Harper.
segunda-feira, outubro 08, 2007
Durão Barroso defende Cimeira UE/África com Zimbabué e Reino Unido diz não se fazer representar se Mugabe for
O presidente da Comissão Europeia defendeu hoje, em Lisboa, a realização da cimeira UE/África com a presença do Zimbabué, após a opinião do representante da Câmara de Comuns sobre a provável ausência do primeiro-ministro (PM) britânico.
À saída da conferência dos Presidentes das Comissões de Negócios Estrangeiros, que decorre hoje e terça-feira na Assembleia da República, em Lisboa, José Manuel Durão Barroso, reiterou que a cimeira UE-África "é uma reunião da União Europeia no seu conjunto com a África no seu conjunto".
Contudo, nenhum ministro do governo britânico participará na Cimeira UE-África se o presidente do Zimbabué, Robert Mugabe, estiver em Lisboa, afirmou hoje Gordon Brown na conferência de imprensa mensal do PM britânico em Londres.
"Se Mugabe for, eu de certeza que não vou estar presente e nenhum ministro do governo estará presente", "não aceitamos sentar-nos à mesma mesa de pessoas que toleram o abuso de direitos humanos e que deixam que a população zimbabueana seja afundada na sua pobreza e veja destruída a sua integridade", respondeu Brown à Agência Lusa, reafirmando que toma esta posição por recusar compactuar com as violações dos direitos humanos cometidas pelo regime de Mugabe.
À saída da conferência dos Presidentes das Comissões de Negócios Estrangeiros, que decorre hoje e terça-feira na Assembleia da República, em Lisboa, José Manuel Durão Barroso, reiterou que a cimeira UE-África "é uma reunião da União Europeia no seu conjunto com a África no seu conjunto".
Contudo, nenhum ministro do governo britânico participará na Cimeira UE-África se o presidente do Zimbabué, Robert Mugabe, estiver em Lisboa, afirmou hoje Gordon Brown na conferência de imprensa mensal do PM britânico em Londres.
"Se Mugabe for, eu de certeza que não vou estar presente e nenhum ministro do governo estará presente", "não aceitamos sentar-nos à mesma mesa de pessoas que toleram o abuso de direitos humanos e que deixam que a população zimbabueana seja afundada na sua pobreza e veja destruída a sua integridade", respondeu Brown à Agência Lusa, reafirmando que toma esta posição por recusar compactuar com as violações dos direitos humanos cometidas pelo regime de Mugabe.
Portugal lança campanha de promoção no Reino Unido
Ministério da Economia e da Inovação (MEI) lança amanhã uma campanha de promoção de Portugal no Reino Unido. Realizada em parceria com os armazéns Harrods e com a Fundação Calouste Gulbenkian (FCK), esta campanha está orçamentada em 600 mil euros.
A maior campanha de promoção de Portugal no Reino Unido é inaugurada amanhã em Londres, e vai contar com a presença do secretário de Estado do Turismo.
De acordo com o comunicado do MEI, a "campanha no Harrods inclui decoração de montras alusivas a Portugal, decoração de portas de entrada, plasmas e exposição de artigos portugueses, animação e divulgação da gastronomia nacional, exposição fotográfica do património português classificado pela UNESCO e até um quiosque de informação turística".
No âmbito desta campanha, o Governo português vai ainda apoiar o Festival Atlantic Waves, organizado pela FCK e que decorre no mês de Novembro, em Londres.
A maior campanha de promoção de Portugal no Reino Unido é inaugurada amanhã em Londres, e vai contar com a presença do secretário de Estado do Turismo.
De acordo com o comunicado do MEI, a "campanha no Harrods inclui decoração de montras alusivas a Portugal, decoração de portas de entrada, plasmas e exposição de artigos portugueses, animação e divulgação da gastronomia nacional, exposição fotográfica do património português classificado pela UNESCO e até um quiosque de informação turística".
No âmbito desta campanha, o Governo português vai ainda apoiar o Festival Atlantic Waves, organizado pela FCK e que decorre no mês de Novembro, em Londres.
Sara Ocidental: Partido marroquino apela a referendo
O secretário-geral do partido da oposição marroquina Annahj Edimoughrati (Via Democrática) manifestou neste fim-de-semana à rádio argelina a esperança de ver o Governo de Rabat aceitar a organização de um referendo de autodeterminação no Sara Ocidental.
Costa Rica deve aderir ao comércio livre com os EUA
Com 73 por cento dos votos contados, o "sim" mantém uma ligeira vantagem no referendo sobre a adesão ao tratado de comércio livre entre a América Central e os Estados Unidos da América.
No escrutínio realizado no domingo, o "sim" registava 50,86 por cento dos votos, contra 47,57 por cento do "não", segundo os resultados preliminares oficiais.
Para que o resultado do referendo seja vinculativo, é necessário que a participação eleitoral atinja pelo menos 40 por cento.
O tratado já entrou em vigor em quatro Estados da América Central - Guatemala, El Salvador, Honduras e Nicarágua - e também na República Dominicana, nas Caraíbas.
A Costa Rica, que não tem forças armadas, vive sob o guarda-chuva militar dos EUA e é o país mais próspero da América Central, onde grande parte da população não deseja que as suas riquezas sejam leiloadas, nomeadamente os monopólios públicos de telecomunicações e seguros que dão importantes recursos ao Estado.
No escrutínio realizado no domingo, o "sim" registava 50,86 por cento dos votos, contra 47,57 por cento do "não", segundo os resultados preliminares oficiais.
Para que o resultado do referendo seja vinculativo, é necessário que a participação eleitoral atinja pelo menos 40 por cento.
O tratado já entrou em vigor em quatro Estados da América Central - Guatemala, El Salvador, Honduras e Nicarágua - e também na República Dominicana, nas Caraíbas.
A Costa Rica, que não tem forças armadas, vive sob o guarda-chuva militar dos EUA e é o país mais próspero da América Central, onde grande parte da população não deseja que as suas riquezas sejam leiloadas, nomeadamente os monopólios públicos de telecomunicações e seguros que dão importantes recursos ao Estado.
Portugal ganha Pescanova a Espanha
A nova unidade da empresa espanhola de congelados já foi inaugurada. Mira conseguiu um investimento de 140 milhões de euros, a Galiza perdeu o que era seu.
O governo espanhol viu com desagrado a decisão do grupo Pescanova em avançar com um investimento de 140 milhões de euros na construção de uma unidade de aquacultura de pregado (também conhecido como rodovalho) em Mira e não na Galiza (sede social da empresa e local alternativo).
O governo espanhol viu com desagrado a decisão do grupo Pescanova em avançar com um investimento de 140 milhões de euros na construção de uma unidade de aquacultura de pregado (também conhecido como rodovalho) em Mira e não na Galiza (sede social da empresa e local alternativo).
Quatro vinhos portugueses na lista dos 100 melhores da "Wine & Spirits"
Quatro vinhos portugueses fazem parte da lista dos 100 melhores vinhos do ano da influente revista norte-americana "Wine & Spirits". A revista escolheu também dois produtos portugueses para a sua lista de melhores caves vinícolas do ano. Os vinhos portugueses escolhidos são: Quinta do Feital Vinho Verde Dourado Alvarinho 2005, Quinta do Crasto 2004 Douro Reserve, Taylor Fladgate Porto Vargellas 2004 e Taylor Fladgate Porto Vargellas Vinha Velha 2004.
No que diz respeito às caves vinícolas portuguesas escolhidas a Wine & Spirits considerou que o Vinho Verde Quinta da Aveleda 06, o Vinho Verde Alvarinho 06 e o Bairrada Follies 05 foram os melhores vinhos produzidos pela Aveleda enquanto o Douro Reserva 02, o Douro Prazo de Roriz 05 e o Porto Vintage 04 foram os melhores vinhos da Quinta de Roriz. A revista escolheu, também, seis vinhos portugueses para a sua lista das "100 melhores compras", elaborada com base na relação preço/qualidade. Esses vinhos são o Portal do Fidalgo Vinho Verde Monção Alvarinho 2006, Muros Antigos Vinho Verde Escolha Loureiro 2006, Fuzelo Vinho Verde Monção, Aveleda Vinho Verde Quinta da Aveleda 2006, J&F Lurton Douro Pinheiros 2004 e Croft Porto Quinta da Roeda 2004.
No que diz respeito às caves vinícolas portuguesas escolhidas a Wine & Spirits considerou que o Vinho Verde Quinta da Aveleda 06, o Vinho Verde Alvarinho 06 e o Bairrada Follies 05 foram os melhores vinhos produzidos pela Aveleda enquanto o Douro Reserva 02, o Douro Prazo de Roriz 05 e o Porto Vintage 04 foram os melhores vinhos da Quinta de Roriz. A revista escolheu, também, seis vinhos portugueses para a sua lista das "100 melhores compras", elaborada com base na relação preço/qualidade. Esses vinhos são o Portal do Fidalgo Vinho Verde Monção Alvarinho 2006, Muros Antigos Vinho Verde Escolha Loureiro 2006, Fuzelo Vinho Verde Monção, Aveleda Vinho Verde Quinta da Aveleda 2006, J&F Lurton Douro Pinheiros 2004 e Croft Porto Quinta da Roeda 2004.
Língua Portuguesa: Galiza quer integrar lusofonia
A região espanhola da Galiza quer fazer parte da Lusofonia e participar nos acordos sobre a língua portuguesa, através de uma academia que será formalizada no próximo ano. O anúncio foi feito hoje em Bragança no encerramento do VI Congresso da Lusofonia por um dos promotores da iniciativa, Ângelo Cristóvão, secretário da Associação Amizade Portugal/Galiza. Este organismo está envolvido no projecto de criação da Academia Galega da Língua Portuguesa, que será apresentado segunda-feira na universidade de Santiago de Compostela, na Galiza. Aquele responsável lembrou que a Galiza já participou como convidada na discussão dos acordos ortográficos em 1986 e 1990, mas não de uma forma institucional e pretende agora dar continuidade a esse trabalho participando como observadores ou mesmo como representantes no Instituto Internacional de Língua Portuguesa e outros organismos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Segundo disse, a nova academia deverá ser oficializada no próximo ano e será constituída por 35 académicos, entre os quais pretende ver também alguns portugueses.Nas relações entre Portugal e Espanha o académico português Malaca Casteleiro defendeu que a língua portuguesa pode ser a solução para o diferendo com quase dois séculos entre os dois países pela disputa do território de Olivença. "Portugal devia era defender que tivessem dupla nacionalidade e disponibilizar o ensino da língua portuguesa no território", defendeu.
domingo, outubro 07, 2007
Dois luso-americanos candidatos à legislatura em Nova Jersey
Dois luso-americanos esperam conquistar o direito a estar em Janeiro entre os 120 legisladores de Nova Jersey quando em 6 de Novembro próximo forem contados os votos dos 4,8 milhões de eleitores deste estado norte-americano.
O democrata Joe Vas, que exerce desde 1990 as funções de presidente da câmara de Perh Amboy (47.000 habitantes), espera ser eleito no Distrito 19 para um terceiro mandato de dois anos na Assembleia Legislativa e Alberto Coutinho é considerado um dos candidatos democratas à mesma câmara legislativa com mais possibilidades no Distrito 29, que já representou em 1997, por nomeação, durante alguns meses.
Coutinho, cuja família emigrou do Marco de Canaveses nos anos 60, tem estado ligado à organização do Dia de Portugal em Newark e a organismos do futebol norte-americano, como a Y League e a United Soccer League.
Nas eleições legislativas estatais, Nova Jersey está dividido em 40 distritos eleitorais, que elegem 2 legisladores para a Assembleia e 1 para o Senado estatal. O Distrito 29 inclui a maior parte da cidade de Newark e todo o vizinho município de Hillside.
Coutinho forma a equipa do Partido Democrata (PD) do Distrito 29 com Grace Spencer, para a Assembleia Legislativa, e com Teresa Ruiz, a candidata da mesma lista ao lugar do Distrito 29 no Senado estatal.
No Distrito 19, Vas e um seu companheiro de lista enfrentam apenas os dois adversários republicanos num distrito que partidariamente lhes é favorável.
Coutinho e Spencer concorrem também à Assembleia num distrito maioritariamente democrata, mas entre os seus oito adversários está uma candidata independente que tem grande apoio entre o eleitorado afro-americano. Coutinho, Spencer e Ruiz venceram em Junho as eleições primárias do PD no Distrito 29, onde investiram 200.000 dólares, mas estão agora empenhados na fase final das eleições gerais onde o seu partido se prepara para gastar perto de meio milhão de dólares.
No dia 13 de Outubro, estes três candidatos democratas à Legislatura estatal, com sede em Trenton, vão também lançar uma campanha de recenseamento eleitoral no Bairro Leste de Newark, onde reside a maior parte da comunidade portuguesa da cidade. Neste bairro estão identificados 5.337 eleitores luso-americanos, número que pode decidir as eleições do Distrito 29 no dia 6 de Novembro. Tendo em conta que 2007 não é ano de eleições presidenciais nem de eleições para o Congresso federal, não se espera uma alta participação eleitoral.
Em 6 de Novembro, submetem-se também ao veredicto eleitoral Francisco Nascimento, em Harrison, e José Silva, em East Newark (Nova Jersey), sendo candidatos do PD a vereador e concorrendo sem oposição.
O democrata Joe Vas, que exerce desde 1990 as funções de presidente da câmara de Perh Amboy (47.000 habitantes), espera ser eleito no Distrito 19 para um terceiro mandato de dois anos na Assembleia Legislativa e Alberto Coutinho é considerado um dos candidatos democratas à mesma câmara legislativa com mais possibilidades no Distrito 29, que já representou em 1997, por nomeação, durante alguns meses.
Coutinho, cuja família emigrou do Marco de Canaveses nos anos 60, tem estado ligado à organização do Dia de Portugal em Newark e a organismos do futebol norte-americano, como a Y League e a United Soccer League.
Nas eleições legislativas estatais, Nova Jersey está dividido em 40 distritos eleitorais, que elegem 2 legisladores para a Assembleia e 1 para o Senado estatal. O Distrito 29 inclui a maior parte da cidade de Newark e todo o vizinho município de Hillside.
Coutinho forma a equipa do Partido Democrata (PD) do Distrito 29 com Grace Spencer, para a Assembleia Legislativa, e com Teresa Ruiz, a candidata da mesma lista ao lugar do Distrito 29 no Senado estatal.
No Distrito 19, Vas e um seu companheiro de lista enfrentam apenas os dois adversários republicanos num distrito que partidariamente lhes é favorável.
Coutinho e Spencer concorrem também à Assembleia num distrito maioritariamente democrata, mas entre os seus oito adversários está uma candidata independente que tem grande apoio entre o eleitorado afro-americano. Coutinho, Spencer e Ruiz venceram em Junho as eleições primárias do PD no Distrito 29, onde investiram 200.000 dólares, mas estão agora empenhados na fase final das eleições gerais onde o seu partido se prepara para gastar perto de meio milhão de dólares.
No dia 13 de Outubro, estes três candidatos democratas à Legislatura estatal, com sede em Trenton, vão também lançar uma campanha de recenseamento eleitoral no Bairro Leste de Newark, onde reside a maior parte da comunidade portuguesa da cidade. Neste bairro estão identificados 5.337 eleitores luso-americanos, número que pode decidir as eleições do Distrito 29 no dia 6 de Novembro. Tendo em conta que 2007 não é ano de eleições presidenciais nem de eleições para o Congresso federal, não se espera uma alta participação eleitoral.
Em 6 de Novembro, submetem-se também ao veredicto eleitoral Francisco Nascimento, em Harrison, e José Silva, em East Newark (Nova Jersey), sendo candidatos do PD a vereador e concorrendo sem oposição.
EUA: Helena Abrantes candidata a "mayor" em Danbury, Connecticut
Helena Abrantes, ex-vereadora e antiga secretária da Câmara Municipal de Danbury, no estado norte-americano de Connecticut, é candidata democrata à presidência do município nas eleições gerais de 6 de Novembro. Danbury é uma cidade de 75.000 habitantes dos quais 4.056 são de origem portuguesa, segundo o Censos de 2000.
Abrantes, 44 anos, natural de Ílhavo, terá como principal adversário o actual mayor republicano Mark Boughton, que tem lançado no município uma política de limpeza em relação aos imigrantes ilegais, medidas que têm despertado acesa controvérsia e também um processo em tribunal federal.
A cidade de Danbury tem vindo a ser o destino de milhares de brasileiros, equatorianos e de cidadãos de outros países sul-americanos, o que levou Boughton a tentar transformar a polícia local em agentes de imigração em 2005, o que foi rejeitado pelo comissário estatal de segurança.
Boughton considera que a imigração ilegal está a causar pressões no sistema escolar, na habitação e no tráfego automóvel, designadamente com inúmeros condutores sem seguro.
Helena Abrantes, que nos anos de 1990 foi vereadora durante seis anos, anunciou a candidatura a presidente da câmara em Fevereiro deste ano e foi nomeada candidata pela convenção do seu Partido em Julho passado.
Abrantes, 44 anos, natural de Ílhavo, terá como principal adversário o actual mayor republicano Mark Boughton, que tem lançado no município uma política de limpeza em relação aos imigrantes ilegais, medidas que têm despertado acesa controvérsia e também um processo em tribunal federal.
A cidade de Danbury tem vindo a ser o destino de milhares de brasileiros, equatorianos e de cidadãos de outros países sul-americanos, o que levou Boughton a tentar transformar a polícia local em agentes de imigração em 2005, o que foi rejeitado pelo comissário estatal de segurança.
Boughton considera que a imigração ilegal está a causar pressões no sistema escolar, na habitação e no tráfego automóvel, designadamente com inúmeros condutores sem seguro.
Helena Abrantes, que nos anos de 1990 foi vereadora durante seis anos, anunciou a candidatura a presidente da câmara em Fevereiro deste ano e foi nomeada candidata pela convenção do seu Partido em Julho passado.
terça-feira, outubro 02, 2007
Lisboa no mapa dos "donos" do petróleo
Lisboa recebe hoje no Centro Cultural de Belém dirigentes de 12 das maiores empresas de gás e petróleo do mundo. Colocar Portugal, um país periférico e fortemente dependente em termos energéticos, na rota das grandes petrolíferas é um dos objectivos do primeiro Lisbon Energy Forum.
A iniciativa, que deverá tornar-se bienal, tem como tema a segurança no abastecimento e junta na mesma empresas públicas de países produtores, como o Irão e a Venezuela, e grandes multinacionais como a BP e a Chevron, ENI, Galp Energia, Gazprom, Nioc, ONGC, Petrobrás, PDVSA, Repsol, Sonatrach e Total. A moderação é feita pelo Financial Times, para assegurar maior divulgação internacional. O Presidente da República, Cavaco Silva, não encerrará a conferência por motivos pessoais. A vinda da petrolífera angolana Sonangol, que não estava prevista, acaba por ser uma surpresa positiva, já que a russa Gazprom e a argelina Sonatrach, duas das maiores produtoras de gás do mundo, não estarão representadas ao mais alto nível no Lisbon Energy Forum, ao contrário do que previam os promotores.
A Comissão Europeia estará representada pelo Comissário Andris Piebalgs.
A iniciativa, que deverá tornar-se bienal, tem como tema a segurança no abastecimento e junta na mesma empresas públicas de países produtores, como o Irão e a Venezuela, e grandes multinacionais como a BP e a Chevron, ENI, Galp Energia, Gazprom, Nioc, ONGC, Petrobrás, PDVSA, Repsol, Sonatrach e Total. A moderação é feita pelo Financial Times, para assegurar maior divulgação internacional. O Presidente da República, Cavaco Silva, não encerrará a conferência por motivos pessoais. A vinda da petrolífera angolana Sonangol, que não estava prevista, acaba por ser uma surpresa positiva, já que a russa Gazprom e a argelina Sonatrach, duas das maiores produtoras de gás do mundo, não estarão representadas ao mais alto nível no Lisbon Energy Forum, ao contrário do que previam os promotores.
A Comissão Europeia estará representada pelo Comissário Andris Piebalgs.
Iémen/Vulcão: Marinha Portuguesa detecta um sobrevivente
O helicóptero da Fragata Alvares Cabral da Marinha Portuguesa detectou um sobrevivente e ajudou a resgatar outras três pessoas, na Ilha Jazirat, no Iémen, onde um vulcão entrou em erupção, informou o Estado-maior General das Forças Armadas portuguesas.
O sobrevivente encontrado pelo Super Lynx da Marinha, "está de boa saúde apesar de fatigado".
Durante a acção, foram ainda "detectados três mortos", afirmou à agência Lusa o Estado-Maior.
A operação foi levada a cabo pela Fragata portuguesa quando se dirigia para o Canal do Suez, pelo Mar Vermelho.
A Fragata integrada na Força Naval da NATO encontra-se num grupo de seis navios militares, no âmbito de uma viagem de circum-navegação pelo continente africano.
O helicóptero Super Lynx da Marinha "tem sido um meio essencial para as buscas e salvamento", afirmou o comandante Carmona do Estado Maior.
O sobrevivente encontrado pelo Super Lynx da Marinha, "está de boa saúde apesar de fatigado".
Durante a acção, foram ainda "detectados três mortos", afirmou à agência Lusa o Estado-Maior.
A operação foi levada a cabo pela Fragata portuguesa quando se dirigia para o Canal do Suez, pelo Mar Vermelho.
A Fragata integrada na Força Naval da NATO encontra-se num grupo de seis navios militares, no âmbito de uma viagem de circum-navegação pelo continente africano.
O helicóptero Super Lynx da Marinha "tem sido um meio essencial para as buscas e salvamento", afirmou o comandante Carmona do Estado Maior.
segunda-feira, outubro 01, 2007
Timor-Leste vai abrir representação permanente em Lisboa (CPLP)
Timor-Leste vai abrir em breve uma missão diplomática permanente junto da sede da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Lisboa, disse hoje fonte comunitária. Segundo António Ilharco, assessor da organização lusófona, a decisão de Díli foi comunicada ao secretário-executivo da CPLP, Luís Fonseca, pelo Presidente de Timor-Leste, José Ramos-Horta, numa reunião em Nova Iorque, à margem da 62ª sessão da Assembleia Geral da ONU.
O cargo será desempenhado por Pascoela Barreto, antiga embaixadora de Timor-Leste na capital portuguesa (2002/07). Timor-Leste segue, assim, os passos dados por Portugal e Guiné-Bissau, que já nomearam os embaixadores português Abranches Jordão e guineense Apolinário Mendes de Carvalho para chefiar as respectivas representações em Lisboa. O único Estado membro dos "oito" que já tinha representação diplomática permanente junto da CPLP era o Brasil.
O cargo será desempenhado por Pascoela Barreto, antiga embaixadora de Timor-Leste na capital portuguesa (2002/07). Timor-Leste segue, assim, os passos dados por Portugal e Guiné-Bissau, que já nomearam os embaixadores português Abranches Jordão e guineense Apolinário Mendes de Carvalho para chefiar as respectivas representações em Lisboa. O único Estado membro dos "oito" que já tinha representação diplomática permanente junto da CPLP era o Brasil.
Sete associações macaenses querem patuá na lista da UNESCO
A classificação do patuá como Património Imaterial é o objectivo de sete associações macaenses que nesse sentido definiram em Outubro passado um programa para apresentar na UNESCO.
"Estamos a trabalhar na fase de recolha de elementos e de contactos com diversas entidades chinesas e portuguesas para obter apoio a uma candidatura conjunta apresentada por Portugal e pela República Popular da China", disse José Manuel Rodrigues, presidente da Associação Promotora da Instrução dos Macaenses e do Conselho das Comunidades Macaenses.
José Manuel Rodrigues indicou ainda que, em Novembro, durante o Encontro da Diáspora Macaense, será promovido um debate sobre candidaturas a Património Imaterial da UNESCO que terá a participação de responsáveis por projectos como o do fado português ou da ópera chinesa de Cantão e no qual "serão partilhadas experiências e debatidas ideias para a própria candidatura do patuá".
As associações de Macau envolvidas no projecto são a Associação Promotora da Instrução dos Macaenses, Associação dos Macaenses, Associação dos Aposentados, Reformados e Pensionistas de Macau, Clube de Macau, Instituto Internacional de Macau, Santa Casa da Misericórdia e Doci Papiáçam di Macau.
"Estamos a trabalhar na fase de recolha de elementos e de contactos com diversas entidades chinesas e portuguesas para obter apoio a uma candidatura conjunta apresentada por Portugal e pela República Popular da China", disse José Manuel Rodrigues, presidente da Associação Promotora da Instrução dos Macaenses e do Conselho das Comunidades Macaenses.
José Manuel Rodrigues indicou ainda que, em Novembro, durante o Encontro da Diáspora Macaense, será promovido um debate sobre candidaturas a Património Imaterial da UNESCO que terá a participação de responsáveis por projectos como o do fado português ou da ópera chinesa de Cantão e no qual "serão partilhadas experiências e debatidas ideias para a própria candidatura do patuá".
As associações de Macau envolvidas no projecto são a Associação Promotora da Instrução dos Macaenses, Associação dos Macaenses, Associação dos Aposentados, Reformados e Pensionistas de Macau, Clube de Macau, Instituto Internacional de Macau, Santa Casa da Misericórdia e Doci Papiáçam di Macau.
Partido no poder em Taiwan adopta resolução independentista moderada
O Partido Progressista Democrata (PDP, no poder) adoptou uma versão moderada da sua resolução para regularizar a situação internacional da ilha da Taiwan e reiterar a sua identidade nacional separada da China.
"Taiwan deve rectificar o seu nome e elaborar uma nova Constituição o mais depressa possível" refere a versão adoptada, a qual manifesta, com alguma ambiguidade, o objectivo de separar definitivamente a ilha da China.
A nova resolução do PDP pode vir a suscitar a cólera de Pequim e Washington teme a possibilidade de um conflito no estreito da Formosa, uma vez que a nova versão inclui "a convocação, na altura apropriada, de um referendo sobre a entrada na ONU sob o nome da Taiwan".
Peritos em Taiwan, na China e nos Estados Unidos concordam quanto ao perigo da China reagir militarmente no caso de uma eventual mudança do nome oficial da ilha, porque isso equivaleria à independência formal.
O PDP defende a separação definitiva entre a China e Taiwan e chegou ao poder em 2000 com o presidente Chen Shui-bian, que foi reeleito em 2004 e que, de acordo com a constituição em vigor, não pode já voltar a apresentar-se para reeleição em 2008.
"Taiwan deve rectificar o seu nome e elaborar uma nova Constituição o mais depressa possível" refere a versão adoptada, a qual manifesta, com alguma ambiguidade, o objectivo de separar definitivamente a ilha da China.
A nova resolução do PDP pode vir a suscitar a cólera de Pequim e Washington teme a possibilidade de um conflito no estreito da Formosa, uma vez que a nova versão inclui "a convocação, na altura apropriada, de um referendo sobre a entrada na ONU sob o nome da Taiwan".
Peritos em Taiwan, na China e nos Estados Unidos concordam quanto ao perigo da China reagir militarmente no caso de uma eventual mudança do nome oficial da ilha, porque isso equivaleria à independência formal.
O PDP defende a separação definitiva entre a China e Taiwan e chegou ao poder em 2000 com o presidente Chen Shui-bian, que foi reeleito em 2004 e que, de acordo com a constituição em vigor, não pode já voltar a apresentar-se para reeleição em 2008.
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