Portugal pretende criar reuniões periódicas dos titulares da Administração Interna dos Estados membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), anunciou hoje em Díli o ministro português Rui Pereira.
"No ano em curso, tenciono aprofundar a cooperação entre os ministros da Administração Interna da Lusofonia", declarou Rui Pereira, que iniciou hoje uma visita de três dias a Timor-Leste. A proposta portuguesa é "constituir à escala da Lusofonia algo que seja semelhante ao Conselho de Ministros da Administração Interna do espaço da União Europeia", "isto servirá para desenvolver projectos de cooperação multilateral em matérias de Segurança e Protecção Civil", adiantou o ministro português.
A concretização da proposta passará por "reuniões anuais entre os ministros, a realização de um exercício de Segurança ou Protecção Civil anual e um seminário para tratar de problemas que se coloquem aos vários Estados da Lusofonia", acrescentou o ministro.
Pereira anunciou a proposta portuguesa no final de uma audiência com o primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão.
quarta-feira, janeiro 09, 2008
AutoEuropa quer duplicar produção diária até 2010
A fábrica da alemã VW em Palmela pretende produzir diariamente 800 carros até 2010, duplicando assim a sua actual produção de 400 carros, noticia a Reuters.
Ao falar durante a apresentação acerca do balanço de 2007 e perspectivas para o período 2008-2010, o director-geral da AutoEuropa (AE), Jörn Reimers, disse que vão ser investidos 541 milhões de euros até 2010 para dotar a fábrica de flexibilidade para novos produtos.
Reimers revelou ainda que o número de colaboradores da AE vai aumentar em mais 2000 até 2010, atingindo no próximo ano os 3500, face aos 2990 em 2007.
"Este investimento vai levar a um aumento da produção para 800 viaturas por dia e também a um aumento do número de colaboradores", disse o responsável. Quando duplicar a sua produção e dependendo da evolução da economia nacional, a fábrica de Palmela poderá atingir os 2% de impacto do PIB. Recorde-se que a produção da Autoeuropa contribuiu com 1% para o PIB de Portugal, em 2007.
A fábrica da VW, que produz os modelos VW Eos, VW Sharan e Seat Alhambra, exporta cerca de 98,2% da produção total, sobretudo para a Alemanha com um peso de 27,2% e América do Norte que pesa 16,4%, acrescentou Reimers.
Segundo o director-geral da AE, a facturação desta unidade cresceu 14% em 2007, totalizando 1, 62 mil milhões de euros. Já o investimento situou-se nos 88,1 milhões de euros no ano passado, contra 150,2 milhões de euros verificados em 2006.
Ao falar durante a apresentação acerca do balanço de 2007 e perspectivas para o período 2008-2010, o director-geral da AutoEuropa (AE), Jörn Reimers, disse que vão ser investidos 541 milhões de euros até 2010 para dotar a fábrica de flexibilidade para novos produtos.
Reimers revelou ainda que o número de colaboradores da AE vai aumentar em mais 2000 até 2010, atingindo no próximo ano os 3500, face aos 2990 em 2007.
"Este investimento vai levar a um aumento da produção para 800 viaturas por dia e também a um aumento do número de colaboradores", disse o responsável. Quando duplicar a sua produção e dependendo da evolução da economia nacional, a fábrica de Palmela poderá atingir os 2% de impacto do PIB. Recorde-se que a produção da Autoeuropa contribuiu com 1% para o PIB de Portugal, em 2007.
A fábrica da VW, que produz os modelos VW Eos, VW Sharan e Seat Alhambra, exporta cerca de 98,2% da produção total, sobretudo para a Alemanha com um peso de 27,2% e América do Norte que pesa 16,4%, acrescentou Reimers.
Segundo o director-geral da AE, a facturação desta unidade cresceu 14% em 2007, totalizando 1, 62 mil milhões de euros. Já o investimento situou-se nos 88,1 milhões de euros no ano passado, contra 150,2 milhões de euros verificados em 2006.
MISSÃO IMPOSSÍVEL
Vasco Graça Moura, escritor
Em 20 de Fevereiro de 1745, Alexandre de Gusmão, secretário de D. João V, advertia o desembargador Inácio da Costa Quintela de que as leis "nunca devem ser executadas com aceleração", pois "nos casos crimes sempre ameaçam mais do que na realidade mandam, devendo os ministros executores delas modificá-las em tudo o que lhes for possível, principalmente com os réus que não tiverem partes; porque o legislador é mais empenhado na conservação dos vassalos do que nos castigos da Justiça e não quer que os ministros procurem achar nas leis mais rigor do que elas impõem".
E concluía: "Deste modo de proceder ordena S. Majestade se abstenha e que esta lhe sirva de aviso."Ocorreu-me isto ao ler o que o inspector- -geral da ASAE diz numa entrevista ao Sol.
Para ele, tudo são regulamentos a aplicar, com uma aceleração maquinal e implacável, e sem ter em conta os contextos concretos ou a situação do País. E tirar-nos da cauda da Europa é ser-nos indiferente que outros países não façam assim, mantenham a sua culinária tradicional e salvem as suas actividades de restauração.
Numa economia em crise, 50% dos restaurantes, regra geral pequenas empresas que asseguram um pouco por toda a parte a subsistência familiar e alguns postos de trabalho, não cumprem integralmente os regulamentos e assim, segundo o inspector-geral, têm de fechar. Mesmo que o desemprego, a desertificação, os prejuízos para o turismo e até a fome sejam males muito superiores aos decorrentes de uma série de minudências a que a ASAE franze o nariz.
Tanto zelo executório deveria ser temperado pelo bom-senso e pelas normas, nacionais e internacionais, que impõem o maior respeito pelas tradições culturais, em que se inclui a gastronomia com a imensa variedade das suas propostas e a artesanalidade necessária da sua confecção, requisito essencial da genuinidade, da tipicidade e da qualidade.
Uma coisa é reprimir infracções verificadas (falta de limpeza, mixórdia, deterioração, gato por lebre, fuga ao fisco...) e responsabilizar exemplarmente os seus autores, outra é querer preveni-las em absoluto e em abstracto, metendo insensatamente no mesmo saco tanto o que pode ser muito grave como o que não tem importância nenhuma.
Uma coisa é o controlo de regras básicas de higiene e segurança alimentar, outra o vezo inquisitorial sem critério ou discriminação, em nome do politicamente correcto, da rastreabilidade e do Estado da colher de pau.
A carne fica oito a dez dias em vinha de alhos, numa receita de Lamego; a perdiz é de comer "com a mão no nariz"; a caça não sai propriamente dos matadouros; a temperatura das mãos que amassam certos queijos artesanais é determinante da sua qualidade; há vinhos que envelhecem em barricas de madeira de há muito impregnadas; a culinária caseira, só viável como actividade de subsistência se fornecer restaurantes (o que, aliás, o fisco pode sempre controlar), é um repositório riquíssimo que inevitavelmente se perderá se não puder continuar nos termos em que existe; e assim por diante...Se tudo isso e muito mais for proibido, ou plastificado, liofilizado, higienizado até ao ridículo, nem por isso aumentará a segurança alimentar, mas em compensação dar-se-á uma destruição obstinada e sistemática do património cultural e do tecido económico.
Esse fundamentalismo de sinal totalitário tem tanto de delirante como de missão impossível. A menos que, um dia destes, a ASAE resolva mandar os clientes andarem sem sapatos nos restaurantes e criar uma inspecção para o teor dos sulfatos de peúga; verificar com uma zaragatoa, à entrada, a limpeza das mãos deles e se trazem as unhas de luto; impor uma lavagem do dinheiro em espécie e dos cartões de crédito antes de entregues para pagar a conta; proibir toalhas e guardanapos de pano nas mesas; obrigar os empregados a usarem escafandro e o cozinheiro a encapuzar-se para evitar que espirre para cima do esparguete; e, last but not least, determinar a imprescindível desinfecção do cu da galinha antes de ela pôr os ovos...
Em 20 de Fevereiro de 1745, Alexandre de Gusmão, secretário de D. João V, advertia o desembargador Inácio da Costa Quintela de que as leis "nunca devem ser executadas com aceleração", pois "nos casos crimes sempre ameaçam mais do que na realidade mandam, devendo os ministros executores delas modificá-las em tudo o que lhes for possível, principalmente com os réus que não tiverem partes; porque o legislador é mais empenhado na conservação dos vassalos do que nos castigos da Justiça e não quer que os ministros procurem achar nas leis mais rigor do que elas impõem".
E concluía: "Deste modo de proceder ordena S. Majestade se abstenha e que esta lhe sirva de aviso."Ocorreu-me isto ao ler o que o inspector- -geral da ASAE diz numa entrevista ao Sol.
Para ele, tudo são regulamentos a aplicar, com uma aceleração maquinal e implacável, e sem ter em conta os contextos concretos ou a situação do País. E tirar-nos da cauda da Europa é ser-nos indiferente que outros países não façam assim, mantenham a sua culinária tradicional e salvem as suas actividades de restauração.
Numa economia em crise, 50% dos restaurantes, regra geral pequenas empresas que asseguram um pouco por toda a parte a subsistência familiar e alguns postos de trabalho, não cumprem integralmente os regulamentos e assim, segundo o inspector-geral, têm de fechar. Mesmo que o desemprego, a desertificação, os prejuízos para o turismo e até a fome sejam males muito superiores aos decorrentes de uma série de minudências a que a ASAE franze o nariz.
Tanto zelo executório deveria ser temperado pelo bom-senso e pelas normas, nacionais e internacionais, que impõem o maior respeito pelas tradições culturais, em que se inclui a gastronomia com a imensa variedade das suas propostas e a artesanalidade necessária da sua confecção, requisito essencial da genuinidade, da tipicidade e da qualidade.
Uma coisa é reprimir infracções verificadas (falta de limpeza, mixórdia, deterioração, gato por lebre, fuga ao fisco...) e responsabilizar exemplarmente os seus autores, outra é querer preveni-las em absoluto e em abstracto, metendo insensatamente no mesmo saco tanto o que pode ser muito grave como o que não tem importância nenhuma.
Uma coisa é o controlo de regras básicas de higiene e segurança alimentar, outra o vezo inquisitorial sem critério ou discriminação, em nome do politicamente correcto, da rastreabilidade e do Estado da colher de pau.
A carne fica oito a dez dias em vinha de alhos, numa receita de Lamego; a perdiz é de comer "com a mão no nariz"; a caça não sai propriamente dos matadouros; a temperatura das mãos que amassam certos queijos artesanais é determinante da sua qualidade; há vinhos que envelhecem em barricas de madeira de há muito impregnadas; a culinária caseira, só viável como actividade de subsistência se fornecer restaurantes (o que, aliás, o fisco pode sempre controlar), é um repositório riquíssimo que inevitavelmente se perderá se não puder continuar nos termos em que existe; e assim por diante...Se tudo isso e muito mais for proibido, ou plastificado, liofilizado, higienizado até ao ridículo, nem por isso aumentará a segurança alimentar, mas em compensação dar-se-á uma destruição obstinada e sistemática do património cultural e do tecido económico.
Esse fundamentalismo de sinal totalitário tem tanto de delirante como de missão impossível. A menos que, um dia destes, a ASAE resolva mandar os clientes andarem sem sapatos nos restaurantes e criar uma inspecção para o teor dos sulfatos de peúga; verificar com uma zaragatoa, à entrada, a limpeza das mãos deles e se trazem as unhas de luto; impor uma lavagem do dinheiro em espécie e dos cartões de crédito antes de entregues para pagar a conta; proibir toalhas e guardanapos de pano nas mesas; obrigar os empregados a usarem escafandro e o cozinheiro a encapuzar-se para evitar que espirre para cima do esparguete; e, last but not least, determinar a imprescindível desinfecção do cu da galinha antes de ela pôr os ovos...
Ritz Four Seasons Hotel Lisboa e Lapa Palace estão os 500 melhores hotéis do mundo
O Ritz Four Seasons Hotel Lisboa e o Lapa Palace encontram-se entre os 500 melhores hotéis do mundo, segundo a lista publicada na última edição da revista norte-americana Travel+Leisure.
A revista destaca as características arquitectónicas e localização privilegiada dos dois hotéis, que se encontram a poucos minutos do centro da cidade, informa um comunicado hoje divulgado pelo Turismo de Lisboa. O Ritz Four Seasons Hotel Lisboa, situado junto à zona antiga da cidade, dispõe de 283 quartos, incluindo 20 suites, com as varandas a abrirem para o Parque Eduardo VII, vendo-se também o Castelo de São Jorge e o rio Tejo. O Lapa Palace, construído em 1870 como residência de aristocratas, é considerado um "oásis urbano", estando localizado numa das colinas de Lisboa, com 109 quartos e suites.
A revista destaca as características arquitectónicas e localização privilegiada dos dois hotéis, que se encontram a poucos minutos do centro da cidade, informa um comunicado hoje divulgado pelo Turismo de Lisboa. O Ritz Four Seasons Hotel Lisboa, situado junto à zona antiga da cidade, dispõe de 283 quartos, incluindo 20 suites, com as varandas a abrirem para o Parque Eduardo VII, vendo-se também o Castelo de São Jorge e o rio Tejo. O Lapa Palace, construído em 1870 como residência de aristocratas, é considerado um "oásis urbano", estando localizado numa das colinas de Lisboa, com 109 quartos e suites.
França: Mil luso-descendentes candidatos às municipais
Pelo menos mil portugueses e luso-descendentes vão candidatar-se às eleições municipais francesas, que se realizam a 9 e 16 de Março, disse hoje o presidente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP).
Carlos Pereira, residente em França, disse que dos contactos que efectuou junto da Embaixada de Portugal, consulados e portugueses eleitos conseguiu localizar "pelo menos mil concorrentes", mas admitiu que "podem ainda surgir mais candidatos".
De acordo com o presidente daquele órgão de consulta do governo para as questões da emigração, os portugueses estão representados nas listas de todos os partidos e apresentam-se também como independentes.
Candidatos às autarquias de todo o país, os portugueses e luso-descendentes concorrem como cabeças de lista e aos cargos de vereadores e deputados municipais.
O presidente do CCP salientou igualmente o número de mulheres portuguesas nas listas, situação que se deve à lei da paridade francesa.
Para as eleições municipais francesas podem votar e ser eleitos todos os portugueses sem nacionalidade francesa.
Nas últimas eleições, em 2001, foram eleitos 350 autarcas de origem portuguesa.
Segundo Pereira, apresenta-se às eleições de Março um maior número de portugueses, aumento que se deve à campanha de informação realizada junto dos emigrantes.
Carlos Pereira, residente em França, disse que dos contactos que efectuou junto da Embaixada de Portugal, consulados e portugueses eleitos conseguiu localizar "pelo menos mil concorrentes", mas admitiu que "podem ainda surgir mais candidatos".
De acordo com o presidente daquele órgão de consulta do governo para as questões da emigração, os portugueses estão representados nas listas de todos os partidos e apresentam-se também como independentes.
Candidatos às autarquias de todo o país, os portugueses e luso-descendentes concorrem como cabeças de lista e aos cargos de vereadores e deputados municipais.
O presidente do CCP salientou igualmente o número de mulheres portuguesas nas listas, situação que se deve à lei da paridade francesa.
Para as eleições municipais francesas podem votar e ser eleitos todos os portugueses sem nacionalidade francesa.
Nas últimas eleições, em 2001, foram eleitos 350 autarcas de origem portuguesa.
Segundo Pereira, apresenta-se às eleições de Março um maior número de portugueses, aumento que se deve à campanha de informação realizada junto dos emigrantes.
terça-feira, janeiro 08, 2008
Lisboa: Aqueduto das Águas Livres vai ser restaurado
O Aqueduto das Águas Livres (AAL) vai ser recuperado, depois de detectados problemas como deslocação de pedras e fissuras, no âmbito de um protocolo hoje celebrado entre a EPAL e o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR).
Esta intervenção no monumento é a primeira prevista no protocolo, que prevê acções de acompanhamento dos estudos e projectos, relativos ao património imóvel histórico e cultural, ligado ao fornecimento de água para consumo humano à cidade de Lisboa e concelhos limítrofes.
O início da parceria terá lugar com o AAL, onde foram identificados diversos problemas e onde as entidades vão iniciar os trabalhos de restauro daquele monumento.
O responsável do IGESPAR, Elísio Summavielle, reforçou o interesse do Instituto em ser parceiro deste tipo de iniciativas com empresas, já que o património é "um recurso para o futuro".
O custo inicial da intervenção, que vai incidir sobre o vale de Alcântara, está orçada em cerca de 300 mil euros, podendo ascender a cerca de 10 milhões de euros na segunda fase das obras de recuperação do aqueduto, explicou o responsável de Projectos e Obras da EPAL, Joaquim Serranito.
A empresa "tirou a radiografia ao Aqueduto" através de quatro mil fotografias, onde identificou três grupos de patologias na estrutura: problemas de colonização biológica, vegetação, fissuras e fracturas, lascagem, passagem de líquidos por materiais sólidos e elementos deslocados (pedras).
A arcada monumental do vale de Alcântara tem 35 arcos, 941 metros de comprimento, 70 metros de altura máxima, 37.700 metros quadrados de superfície, 108 quilómetros de juntas e 75 mil blocos de pedras de calcário.
Em 12 de Maio de 1731, foi autorizada, por alvará régio de D. João V, a construção do Aqueduto das Águas Livres. As obras de construção foram iniciadas em Agosto de 1732 e em 1748 o Aqueduto entrou em funcionamento, abastecendo de água a cidade de Lisboa, o que aconteceu até 1967.
Esta intervenção no monumento é a primeira prevista no protocolo, que prevê acções de acompanhamento dos estudos e projectos, relativos ao património imóvel histórico e cultural, ligado ao fornecimento de água para consumo humano à cidade de Lisboa e concelhos limítrofes.
O início da parceria terá lugar com o AAL, onde foram identificados diversos problemas e onde as entidades vão iniciar os trabalhos de restauro daquele monumento.
O responsável do IGESPAR, Elísio Summavielle, reforçou o interesse do Instituto em ser parceiro deste tipo de iniciativas com empresas, já que o património é "um recurso para o futuro".
O custo inicial da intervenção, que vai incidir sobre o vale de Alcântara, está orçada em cerca de 300 mil euros, podendo ascender a cerca de 10 milhões de euros na segunda fase das obras de recuperação do aqueduto, explicou o responsável de Projectos e Obras da EPAL, Joaquim Serranito.
A empresa "tirou a radiografia ao Aqueduto" através de quatro mil fotografias, onde identificou três grupos de patologias na estrutura: problemas de colonização biológica, vegetação, fissuras e fracturas, lascagem, passagem de líquidos por materiais sólidos e elementos deslocados (pedras).
A arcada monumental do vale de Alcântara tem 35 arcos, 941 metros de comprimento, 70 metros de altura máxima, 37.700 metros quadrados de superfície, 108 quilómetros de juntas e 75 mil blocos de pedras de calcário.
Em 12 de Maio de 1731, foi autorizada, por alvará régio de D. João V, a construção do Aqueduto das Águas Livres. As obras de construção foram iniciadas em Agosto de 1732 e em 1748 o Aqueduto entrou em funcionamento, abastecendo de água a cidade de Lisboa, o que aconteceu até 1967.
segunda-feira, janeiro 07, 2008
MNE francês participa com Luís Amado no Seminário Diplomático
O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Bernard Kouchner, participa hoje ao final da manhã em Lisboa, como orador convidado, no Seminário Diplomático presidido pelo seu homólogo português, Luís Amado.
Kouchner almoça depois com o primeiro-ministro, José Sócrates, no Protocolo de Estado, informa o Palácio das Necessidades.
O chefe da diplomacia francesa assume, no segundo semestre de 2008, a Presidência do Conselho da União Europeia, a seguir à Eslovénia.
Cerca de trinta personalidades da política, economia, cultura ou dos media trabalham desde Dezembro na preparação da presidência francesa da União Europeia. Kouchner e o seu secretário de Estado dos Assuntos Europeus presidem à comissão de orientação sobre as questões europeias. Kouchner visita a capital portuguesa três dias depois do cancelamento da edição 2008 do rali Lisboa-Dacar e para o qual contribuiu "decisivamente", como reconheceu a organização da prova.
O Seminário Diplomático, com uma sessão de manhã e outra à tarde, decorre no Auditório General Câmara Pina do Instituto de Defesa Nacional. Além de Kouchner e de Amado, intervêm na sessão da manhã Manuel Lobo Antunes, secretário de Estado adjunto dos Assuntos Europeus, António Braga, secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Fernando Neves, secretário-geral do MNE. Armando Marques Guedes, presidente do Instituto Diplomático dá as boas-vindas aos participantes.
O ex-presidente Jorge Sampaio, Alto Representante das Nações Unidas para a Aliança das Civilizações, abre a sessão da tarde com uma intervenção sobre a Aliança das Civilizações e o contributo da ONU para o quarto pilar do desenvolvimento sustentado. A diplomacia económica e a diplomacia cultural, que constam do programa do Seminário serão abordadas, respectivamente, por Basílio Horta, presidente da Agência para o Investimento, Comércio e Exportações de Portugal (AICEP) e Simoneta Luz Afonso, presidente do Instituto de Cinema e do Audiovisual (ICA). Ao final da tarde, o Presidente português, Cavaco Silva, oferece aos chefes de missão uma recepção de Ano Novo no Palácio de Belém.
Kouchner almoça depois com o primeiro-ministro, José Sócrates, no Protocolo de Estado, informa o Palácio das Necessidades.
O chefe da diplomacia francesa assume, no segundo semestre de 2008, a Presidência do Conselho da União Europeia, a seguir à Eslovénia.
Cerca de trinta personalidades da política, economia, cultura ou dos media trabalham desde Dezembro na preparação da presidência francesa da União Europeia. Kouchner e o seu secretário de Estado dos Assuntos Europeus presidem à comissão de orientação sobre as questões europeias. Kouchner visita a capital portuguesa três dias depois do cancelamento da edição 2008 do rali Lisboa-Dacar e para o qual contribuiu "decisivamente", como reconheceu a organização da prova.
O Seminário Diplomático, com uma sessão de manhã e outra à tarde, decorre no Auditório General Câmara Pina do Instituto de Defesa Nacional. Além de Kouchner e de Amado, intervêm na sessão da manhã Manuel Lobo Antunes, secretário de Estado adjunto dos Assuntos Europeus, António Braga, secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Fernando Neves, secretário-geral do MNE. Armando Marques Guedes, presidente do Instituto Diplomático dá as boas-vindas aos participantes.
O ex-presidente Jorge Sampaio, Alto Representante das Nações Unidas para a Aliança das Civilizações, abre a sessão da tarde com uma intervenção sobre a Aliança das Civilizações e o contributo da ONU para o quarto pilar do desenvolvimento sustentado. A diplomacia económica e a diplomacia cultural, que constam do programa do Seminário serão abordadas, respectivamente, por Basílio Horta, presidente da Agência para o Investimento, Comércio e Exportações de Portugal (AICEP) e Simoneta Luz Afonso, presidente do Instituto de Cinema e do Audiovisual (ICA). Ao final da tarde, o Presidente português, Cavaco Silva, oferece aos chefes de missão uma recepção de Ano Novo no Palácio de Belém.
domingo, janeiro 06, 2008
Conspiração DAKAR
Apenas uma teoria da Conspiração...
Será que os Franceses ficaram fulos com a Edição nº 30 do Rali mais famoso do mundo ter a partida em Lisboa e sabotaram o evento sob a capa de ameaças terroristas?
Será que os Franceses ficaram fulos com a Edição nº 30 do Rali mais famoso do mundo ter a partida em Lisboa e sabotaram o evento sob a capa de ameaças terroristas?
Afinal pode-se ou não fumar?
A questão pode parecer ridícula, e é-o de facto... mas a verdade é bastante simples. Mais uma vez os senhores legisladores fazem "borrada" (perdoem-me a expressão mas simplesmente não consigo encontar outra para tamanhos disparates saídos da AR).
A questão da lei do tabaco entronca-se com tantas outras leis que no papel parecem muito bonitas e arrumadinhas, alguém dizia que Portugal tinha as melhores leis do mundo, mas a verdadeira imbecilidade e incompetência dos politícos repete-se uma e outra vez.
Entra em vigor a proibição de fumar em espaços públicos fechados, e sem contar com o fait-diver de o senhor inspector geral da ASAE ser fotografado a fumar dentro de um espaço desses, a verdade é que ninguém parece saber se pode ou não colocar a tal placa azul ou vermelha.
A confusão é geral, uns arriscam outros não. Uns estão a perder dinheiro, outros não.
E porquê? porque mais uma vez os senhores politícos aprovam uma lei não regulamentada.
Sistematicamente a AR legisla para a imediata NÃO aplicação. Parece um contransenso, mas não, em Portugal é simplesmente a normalidade.
A questão da lei do tabaco entronca-se com tantas outras leis que no papel parecem muito bonitas e arrumadinhas, alguém dizia que Portugal tinha as melhores leis do mundo, mas a verdadeira imbecilidade e incompetência dos politícos repete-se uma e outra vez.
Entra em vigor a proibição de fumar em espaços públicos fechados, e sem contar com o fait-diver de o senhor inspector geral da ASAE ser fotografado a fumar dentro de um espaço desses, a verdade é que ninguém parece saber se pode ou não colocar a tal placa azul ou vermelha.
A confusão é geral, uns arriscam outros não. Uns estão a perder dinheiro, outros não.
E porquê? porque mais uma vez os senhores politícos aprovam uma lei não regulamentada.
Sistematicamente a AR legisla para a imediata NÃO aplicação. Parece um contransenso, mas não, em Portugal é simplesmente a normalidade.
sexta-feira, janeiro 04, 2008
Filiem-se no PS e sejam felizes
Por Orlando Castro in http://altohama.blogspot.com
“Esteja calado e ouça”, disse o primeiro-ministro de Portugal (de que outro país poderia ser?) ao deputado Nuno Melo do CDS/PP. Da próxima, até porque gosta de ser criativo, José Sócrates dirá, se é que já não disse, “coma e cale”. E como oportunidades não faltam, um dia destes ouviremos o chefe do governo de Portugal (de que outro país poderia ser?) dizer - se é que já não disse: “Eu quero, eu posso, eu mando”. Mas, o mais grave é que a tese do autocrático (há muito que deixou de ser simples arrogância) José Sócrates está a fazer escola. Sobejam os exemplos na vida política, empresarial, social (ou qualquer outra) dos que se põem em bicos de pés para, nem sempre usando de um poder legitimado pela escolha popular, mandar calar os outros, retirando-lhes um dos mais elementar direitos – o de opinião. Por vias indirectas, mas quase todas com o rabo de fora, o Governo de Portugal (de que outro país poderia ser?) está a criar na sociedade verdadeiros arautos da verdade absoluta (que já não é socialista mas, isso sim, socrática ou socretina) e que, cada vez mais, vão alternando o “ouça e esteja calado” com o “esteja calado e ouça”. Alguns vão acrescentando, seguindo o espírito criativo do chefe, “esteja calado e ouça... se quer comer”. Em Portugal (de que outro país poderia ser?) esta praga domina de tal forma os diferentes poderes que, sinceramente, começo a pensar que mesmo não ouvindo o melhor é estar calado. Aliás, como diz o meu merceeiro recordando-me uma história já velha deste Portugal (de que outro país poderia ser?), nada melhor para não errar do que nada fazer. Ou seja, estar calado e ouvir, comer e calar porque, afinal, “eles querem, podem e mandam”. E que querem, querem. E que podem, podem. E que mandam, mandam. Não admira, por isso que em Portugal (de que outro país poderia ser?) sejam cada vez menos os que se acham no direito de ter e de manifestar uma opinião diferente da do chefe. Até eu que tenho um grave “defeito” de fabrico, o de ser o que sou e não o que os outros querem que eu seja, moldado nas terras de gente boa (Angola), fui ao arquivo recuperar a proposta de militante que um amigo do Partido Socialista de Portugal (de que outro país poderia ser?) me enviou... Se calhar (digo eu) o BCP precisa de um assessor de imprensa, mas só se for… socialista.
“Esteja calado e ouça”, disse o primeiro-ministro de Portugal (de que outro país poderia ser?) ao deputado Nuno Melo do CDS/PP. Da próxima, até porque gosta de ser criativo, José Sócrates dirá, se é que já não disse, “coma e cale”. E como oportunidades não faltam, um dia destes ouviremos o chefe do governo de Portugal (de que outro país poderia ser?) dizer - se é que já não disse: “Eu quero, eu posso, eu mando”. Mas, o mais grave é que a tese do autocrático (há muito que deixou de ser simples arrogância) José Sócrates está a fazer escola. Sobejam os exemplos na vida política, empresarial, social (ou qualquer outra) dos que se põem em bicos de pés para, nem sempre usando de um poder legitimado pela escolha popular, mandar calar os outros, retirando-lhes um dos mais elementar direitos – o de opinião. Por vias indirectas, mas quase todas com o rabo de fora, o Governo de Portugal (de que outro país poderia ser?) está a criar na sociedade verdadeiros arautos da verdade absoluta (que já não é socialista mas, isso sim, socrática ou socretina) e que, cada vez mais, vão alternando o “ouça e esteja calado” com o “esteja calado e ouça”. Alguns vão acrescentando, seguindo o espírito criativo do chefe, “esteja calado e ouça... se quer comer”. Em Portugal (de que outro país poderia ser?) esta praga domina de tal forma os diferentes poderes que, sinceramente, começo a pensar que mesmo não ouvindo o melhor é estar calado. Aliás, como diz o meu merceeiro recordando-me uma história já velha deste Portugal (de que outro país poderia ser?), nada melhor para não errar do que nada fazer. Ou seja, estar calado e ouvir, comer e calar porque, afinal, “eles querem, podem e mandam”. E que querem, querem. E que podem, podem. E que mandam, mandam. Não admira, por isso que em Portugal (de que outro país poderia ser?) sejam cada vez menos os que se acham no direito de ter e de manifestar uma opinião diferente da do chefe. Até eu que tenho um grave “defeito” de fabrico, o de ser o que sou e não o que os outros querem que eu seja, moldado nas terras de gente boa (Angola), fui ao arquivo recuperar a proposta de militante que um amigo do Partido Socialista de Portugal (de que outro país poderia ser?) me enviou... Se calhar (digo eu) o BCP precisa de um assessor de imprensa, mas só se for… socialista.
OGMA ganha contrato para manutenção de aviões líbios
A OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal vai fazer a manutenção de quatro aviões Hercules C130 da Líbia. O contrato para dois deles já foi assinado no final do ano e outro para mais dois aviões deverá ser assinado este mês, revelou ao DN o presidente da empresa, Eduardo Bonini Pinto.
A manutenção dos quatro aviões representa para a empresa uma facturação global de cerca de 35 milhões de euros, num prazo de dois a três anos, a duração dos respectivos contratos. Mas os negócios a empresa na Líbia não devem ficar por aqui. Os dois contratos são apenas um primeiro passo para a empresa aeronáutica se expandir no mercado líbio.
A Ogma foi uma das 26 empresas portuguesas que se reuniram com responsáveis do Governo líbio na véspera da Cimeira UE-África. Um encontro organizado pela AICEP-Agência Portuguesa para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, no decurso da deslocação do presidente Muammar Kadhafi a Portugal para participar na cimeira/visita que serviu para tratar de assuntos bilaterais.
A reunião entre empresas portuguesas e representantes do Governo da Líbia abriu também novas perspectivas para a exportação de produtos nacionais para aquele mercado, considerou o presidente da AICEP, Basílio Horta. A Portucel e a Pharma Portugal são duas das que estão a desenvolver contactos nesse sentido. O aumento das exportações de produtos portugueses para o país de Kadhafi é, aliás, uma das preocupações do Governo, porque o défice da balança comercial com a Líbia está a agravar-se de ano para a ano, graças às importações cada vez maiores de petróleo daquele mercado.
A manutenção dos quatro aviões representa para a empresa uma facturação global de cerca de 35 milhões de euros, num prazo de dois a três anos, a duração dos respectivos contratos. Mas os negócios a empresa na Líbia não devem ficar por aqui. Os dois contratos são apenas um primeiro passo para a empresa aeronáutica se expandir no mercado líbio.
A Ogma foi uma das 26 empresas portuguesas que se reuniram com responsáveis do Governo líbio na véspera da Cimeira UE-África. Um encontro organizado pela AICEP-Agência Portuguesa para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, no decurso da deslocação do presidente Muammar Kadhafi a Portugal para participar na cimeira/visita que serviu para tratar de assuntos bilaterais.
A reunião entre empresas portuguesas e representantes do Governo da Líbia abriu também novas perspectivas para a exportação de produtos nacionais para aquele mercado, considerou o presidente da AICEP, Basílio Horta. A Portucel e a Pharma Portugal são duas das que estão a desenvolver contactos nesse sentido. O aumento das exportações de produtos portugueses para o país de Kadhafi é, aliás, uma das preocupações do Governo, porque o défice da balança comercial com a Líbia está a agravar-se de ano para a ano, graças às importações cada vez maiores de petróleo daquele mercado.
quinta-feira, janeiro 03, 2008
Portuguesa TemaHome chegou aos mercados da Colômbia, Angola e México
Stephan Morais, presidente executivo da TemaHome (TH), anunciou que a empresa exportadora de mobiliário de madeira, já levou o seu conceito para a Colômbia, Angola e México, alargando as suas exportações a 37 países, num valor que atinge 85% das vendas totais.
De acordo com agência Lusa, Morais avançou ainda que a TH espera conseguir facturar nestes três novos mercados entre 250 mil e 300 mil euros no primeiro ano de presença. Esta PME efectuou parcerias com agentes locais, tais como a DEK na Colômbia, Casabela, Casa & Coisas e Armika em Angola, e com os grupos Reitim e Diarq no México. Os novos mercados permitem à companhia exportar já para 37 países os seus produtos, reforçando a presença internacional e o seu negócio global, salienta o comunicado. Com 167 empregados, a TH desenvolve, fabrica e comercializa mobiliário contemporâneo em madeira, complementos de qualidade, formas simples e de design cuidado, tendo uma fábrica de 17 mil metros quadrados em Tomar.
A empresa distingue-se por produzir mobiliário de madeira em construção oca (não maciça), num total diário de cerca de 4.500 peças.
De acordo com agência Lusa, Morais avançou ainda que a TH espera conseguir facturar nestes três novos mercados entre 250 mil e 300 mil euros no primeiro ano de presença. Esta PME efectuou parcerias com agentes locais, tais como a DEK na Colômbia, Casabela, Casa & Coisas e Armika em Angola, e com os grupos Reitim e Diarq no México. Os novos mercados permitem à companhia exportar já para 37 países os seus produtos, reforçando a presença internacional e o seu negócio global, salienta o comunicado. Com 167 empregados, a TH desenvolve, fabrica e comercializa mobiliário contemporâneo em madeira, complementos de qualidade, formas simples e de design cuidado, tendo uma fábrica de 17 mil metros quadrados em Tomar.
A empresa distingue-se por produzir mobiliário de madeira em construção oca (não maciça), num total diário de cerca de 4.500 peças.
Bial assina contrato licenciamento exclusivo com empresa EUA
A farmacêutica Bial anunciou hoje ter assinado um contrato de licenciamento exclusivo com a empresa farmacêutica norte-americana Sepracor para o desenvolvimento e comercialização nos EUA e Canadá de um antiepiléptico.
De acordo com um comunicado enviado pela farmacêutica portuguesa, com este primeiro contrato de licenciamento de medicamentos de investigação, a Bial recebe como contrapartida um pagamento inicial de 75 milhões de dólares (51,4 milhões de euros).
"Estão ainda previstos outros pagamentos mediante o cumprimento de várias etapas ao longo do processo de desenvolvimento e de registo que poderão atingir o valor adicional de 100 milhões de dólares no caso do cumprimento de todas as metas estipuladas", acrescenta a empresa.
Nos termos deste acordo a Sepracor será responsável pela submissão e registo do antiepiléptico junto da autoridade regulamentar norte-americana Food and Drug Administraton (FDA), estando a submissão do antiepiléptico prevista para o final de 2008 ou início de 2009.
O lançamento deste primeiro medicamento de investigação português no mercado americano e canadiano deverá acontecer assim em finais de 2009 ou início de 2010, estima.
Luís Portela salienta ainda a relevância da assinatura deste acordo pioneiro para a indústria nacional, referindo que "esta é uma etapa chave na história de Bial e que representa o primeiro resultado concreto das actividades de Investigação e Desenvolvimento na área do sistema nervoso central".
Além disso, existem benefícios para os doentes em termos de baixo potencial de interacções farmacológicas, o que é uma vantagem em relação a outros fármacos correntemente utilizados na terapêutica da epilepsia.
De acordo com um comunicado enviado pela farmacêutica portuguesa, com este primeiro contrato de licenciamento de medicamentos de investigação, a Bial recebe como contrapartida um pagamento inicial de 75 milhões de dólares (51,4 milhões de euros).
"Estão ainda previstos outros pagamentos mediante o cumprimento de várias etapas ao longo do processo de desenvolvimento e de registo que poderão atingir o valor adicional de 100 milhões de dólares no caso do cumprimento de todas as metas estipuladas", acrescenta a empresa.
Nos termos deste acordo a Sepracor será responsável pela submissão e registo do antiepiléptico junto da autoridade regulamentar norte-americana Food and Drug Administraton (FDA), estando a submissão do antiepiléptico prevista para o final de 2008 ou início de 2009.
O lançamento deste primeiro medicamento de investigação português no mercado americano e canadiano deverá acontecer assim em finais de 2009 ou início de 2010, estima.
Luís Portela salienta ainda a relevância da assinatura deste acordo pioneiro para a indústria nacional, referindo que "esta é uma etapa chave na história de Bial e que representa o primeiro resultado concreto das actividades de Investigação e Desenvolvimento na área do sistema nervoso central".
Além disso, existem benefícios para os doentes em termos de baixo potencial de interacções farmacológicas, o que é uma vantagem em relação a outros fármacos correntemente utilizados na terapêutica da epilepsia.
quarta-feira, janeiro 02, 2008
Depois do Millennium, Sonangol entra no capital do Fomento e Totta
Depois de assegurar 49,9% no capital do Millennium Angola (grupo Millennium Bcp), a petrolífera angolana Sonangol vai entrar com idêntico peso no Fomento (BPI) e com 25% do Totta-Angola, noticia hoje o Expresso. Manuel Vicente, presidente do conselho de administração da Sonangol, afirmou ao semanário que a petrolífera deverá ainda aliar-se ao Banco Espírito Santo para montagem conjunta de operações financeiras destinadas a suportar investimentos na exploração de petróleo no Brasil.
De parte, adianta o jornal, fica o projecto de a Sonangol comprar uma participação no BES Angola, detido em 80% pelo BES e 20% pela Geni, sociedade gestora de participações pertencente a Isabel dos Santos, filha do presidente angolano. No âmbito da "aliança" BES-Sonangol, está ainda em aberto a possibilidade de a Escom, "holding" não financeira do grupo BES em Angola e detentora de concessões diamantíferas no país, vir a ter uma participação na exploração de petróleo "on-shore" em Cabinda.
Ainda segundo o Expresso, o Banco Fomento Angola (BFA), pressionado pelas autoridades de Luanda, vai abrir à Sonangol 49% do seu capital social. A petrolífera vai ainda adquirir 25% do Totta-Angola, detido pelo grupo espanhol Santander.
De parte, adianta o jornal, fica o projecto de a Sonangol comprar uma participação no BES Angola, detido em 80% pelo BES e 20% pela Geni, sociedade gestora de participações pertencente a Isabel dos Santos, filha do presidente angolano. No âmbito da "aliança" BES-Sonangol, está ainda em aberto a possibilidade de a Escom, "holding" não financeira do grupo BES em Angola e detentora de concessões diamantíferas no país, vir a ter uma participação na exploração de petróleo "on-shore" em Cabinda.
Ainda segundo o Expresso, o Banco Fomento Angola (BFA), pressionado pelas autoridades de Luanda, vai abrir à Sonangol 49% do seu capital social. A petrolífera vai ainda adquirir 25% do Totta-Angola, detido pelo grupo espanhol Santander.
Espanha: Catalunha passa a gerir os próprios impostos
A Catalunha converteu-se, hoje, na primeira região autónoma espanhola que gere e controla os seus impostos através de uma Agência Tributária própria, inaugurada pelo presidente catalão, José Montilla. Esta agência surge na sequência da aprovação do novo Estatuto de Autonomia, em 2005, que previa um mecanismo de controlo financeiro e de gestão próprio.
O orçamento do novo organismo ronda os 32 milhões de euros e contará com 347 trabalhadores, cabendo-lhe gerir os mais de 5 mil milhões de euros em receitas tributárias próprias.
Para Montilla, a inauguração da Agência permitirá à comunidade autónoma fortalecer o seu autogoverno, continuando ainda assim a ser solidária com o resto de Espanha.
Montilla insistiu que as ambições da Catalunha em matéria de autonomia não estão a destruir o Estado, mas sim a ajudar "a ultrapassar uma velha, ancestral e esclerótica forma de entender a Espanha".
"Estamos a trabalhar para construir uma Espanha onde os direitos diferenciais sejam a riqueza e não o problema, onde a vontade dos cidadãos de se auto-governarem não se contemple como uma debilidade mas sim como um sintoma de maturidade e força", afirmou.
O orçamento do novo organismo ronda os 32 milhões de euros e contará com 347 trabalhadores, cabendo-lhe gerir os mais de 5 mil milhões de euros em receitas tributárias próprias.
Para Montilla, a inauguração da Agência permitirá à comunidade autónoma fortalecer o seu autogoverno, continuando ainda assim a ser solidária com o resto de Espanha.
Montilla insistiu que as ambições da Catalunha em matéria de autonomia não estão a destruir o Estado, mas sim a ajudar "a ultrapassar uma velha, ancestral e esclerótica forma de entender a Espanha".
"Estamos a trabalhar para construir uma Espanha onde os direitos diferenciais sejam a riqueza e não o problema, onde a vontade dos cidadãos de se auto-governarem não se contemple como uma debilidade mas sim como um sintoma de maturidade e força", afirmou.
Biólogo português vai estudar crocodilos do deserto Sahara
O objectivo é fazer uma espécie de atlas da distribuição dos peixes, anfíbios e répteis da Mauritânia.
O biólogo português José Carlos Brito, da Universidade do Porto, está a preparar um projecto de investigação sobre os crocodilos que vivem em pequenas lagoas no deserto do Sahara, financiado com 20 mil euros pela National Geographic Society.
"Pode parecer um bocado estranho, mas há mesmo crocodilos no meio do deserto, são populações que sobreviveram à desertificação", afirmou hoje o investigador, recordando que "o Sahara não era um deserto há quatro ou cinco mil anos". Estes animais vivem actualmente em pequenas lagoas, algumas apenas com cem metros quadrados, nas montanhas do Tagant, na Mauritânia, onde Brito chegará em Setembro para iniciar os trabalhos de campo. Um dos principais objectivos desta investigação está relacionado com o processo de evolução destes animais ao longo dos últimos milhares de anos em que viveram em pequenos micro-habitats isolados.
"A ideia é fazer uma espécie de atlas da distribuição dos peixes, anfíbios e répteis em todo o território da Mauritânia", frisou o investigador, que acabou de chegar daquele país africano, naquela que foi a primeira viagem ao terreno para começar a preparar o trabalho que tem pela frente. Brito, do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto é o primeiro português a receber duas bolsas de investigação da National Geographic, depois desta instituição lhe ter financiado, em 2004, um projecto sobre as lagartixas-de-dedos-denteados (Acanthodactylus erythrurus).
O biólogo português José Carlos Brito, da Universidade do Porto, está a preparar um projecto de investigação sobre os crocodilos que vivem em pequenas lagoas no deserto do Sahara, financiado com 20 mil euros pela National Geographic Society.
"Pode parecer um bocado estranho, mas há mesmo crocodilos no meio do deserto, são populações que sobreviveram à desertificação", afirmou hoje o investigador, recordando que "o Sahara não era um deserto há quatro ou cinco mil anos". Estes animais vivem actualmente em pequenas lagoas, algumas apenas com cem metros quadrados, nas montanhas do Tagant, na Mauritânia, onde Brito chegará em Setembro para iniciar os trabalhos de campo. Um dos principais objectivos desta investigação está relacionado com o processo de evolução destes animais ao longo dos últimos milhares de anos em que viveram em pequenos micro-habitats isolados.
"A ideia é fazer uma espécie de atlas da distribuição dos peixes, anfíbios e répteis em todo o território da Mauritânia", frisou o investigador, que acabou de chegar daquele país africano, naquela que foi a primeira viagem ao terreno para começar a preparar o trabalho que tem pela frente. Brito, do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto é o primeiro português a receber duas bolsas de investigação da National Geographic, depois desta instituição lhe ter financiado, em 2004, um projecto sobre as lagartixas-de-dedos-denteados (Acanthodactylus erythrurus).
Madeira: Jardim denuncia 500 anos de "extorsão e roubo"
O presidente do Governo Regional da Madeira criticou hoje os 500 anos de "extorsão e roubo de dois terços do produto do suor dos madeirenses, que foi retirado da Madeira e levado para as fantasias do Reino".
Alberto João Jardim falava à margem da cerimónia solene de abertura das comemorações do V centenário da elevação do Funchal a cidade.
Jardim afirmou existirem "princípios que não cedem em nome da consensualização e diálogos que não se vendem em troca de objectivos". "Nós sabemos o que queremos e temos princípios em função da visão política que temos do país, temos objectivos para a autonomia, e isso não se troca por nada, muito menos por palavras bonitas que não têm conteúdo, como a que está na moda "consenso" e a hipócrita "diálogo", explicou. "É um momento alto de reflexão sobre as nossas capacidades de fazer e desenvolver, sendo os momentos difíceis que as põem à prova", disse.
Por seu turno, o presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Albuquerque salientou que "durante séculos construímos Portugal no Altântico. Durante séculos afirmámos e lutámos pela pátria com obra e com sacrifício. Todavia hoje é preciso não esquecer: não há pátria onde falta sentido de justiça e a pátria é sempre escolha, feita no afecto, na razão e na liberdade", concluiu Albuquerque.
Alberto João Jardim falava à margem da cerimónia solene de abertura das comemorações do V centenário da elevação do Funchal a cidade.
Jardim afirmou existirem "princípios que não cedem em nome da consensualização e diálogos que não se vendem em troca de objectivos". "Nós sabemos o que queremos e temos princípios em função da visão política que temos do país, temos objectivos para a autonomia, e isso não se troca por nada, muito menos por palavras bonitas que não têm conteúdo, como a que está na moda "consenso" e a hipócrita "diálogo", explicou. "É um momento alto de reflexão sobre as nossas capacidades de fazer e desenvolver, sendo os momentos difíceis que as põem à prova", disse.
Por seu turno, o presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Albuquerque salientou que "durante séculos construímos Portugal no Altântico. Durante séculos afirmámos e lutámos pela pátria com obra e com sacrifício. Todavia hoje é preciso não esquecer: não há pátria onde falta sentido de justiça e a pátria é sempre escolha, feita no afecto, na razão e na liberdade", concluiu Albuquerque.
Moçambique: 2008 será "pior" devido à adesão a mercado comum
O ano de 2008 será "pior que 2007" para Moçambique devido à entrada na zona de comércio livre da África Austral, em Janeiro, por decisão "unilateral" do Presidente, sem que o país esteja preparado, acusou Afonso Dhlakama.
"A vida dos moçambicanos piorou este ano comparativamente aos últimos cinco, sete anos (...). A situação irá agravar-se em 2008 com o início da integração económica regional", cuja decisão "foi tomada pelo Presidente Armando Guebuza, sem consultar ninguém", afirmou o líder do principal partido da oposição moçambicana em entrevista à Lusa.
A 1 de Janeiro de 2008, os países membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), à excepção de Angola e da República Democrática do Congo, puseram em marcha a chamada zona de comércio livre.
O presidente da RENAMO manifestou o seu descontentamento por o chefe de Estado moçambicano não ter consultado o Parlamento e o Conselho de Estado sobre esta matéria.
A entrada de Moçambique nesta zona de comércio livre tem merecido fortes críticas de diferentes segmentos da sociedade civil, embora o Executivo de Maputo afirme que, caso os resultados da adesão sejam perniciosos para a economia, o país irá retirar-se.
Para Dhlakama, "Moçambique deveria travar a sua entrada [nesta organização], mesmo por 10 ou 15 anos. A sua entrada ia depender do desenvolvimento. Afinal, o que nos move a entrar?". "Quando se adere a uma organização é para se aproveitar alguma coisa e Moçambique não vai aproveitar, passando apenas a vender produtos de outros países", afirmou.
"A vida dos moçambicanos piorou este ano comparativamente aos últimos cinco, sete anos (...). A situação irá agravar-se em 2008 com o início da integração económica regional", cuja decisão "foi tomada pelo Presidente Armando Guebuza, sem consultar ninguém", afirmou o líder do principal partido da oposição moçambicana em entrevista à Lusa.
A 1 de Janeiro de 2008, os países membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), à excepção de Angola e da República Democrática do Congo, puseram em marcha a chamada zona de comércio livre.
O presidente da RENAMO manifestou o seu descontentamento por o chefe de Estado moçambicano não ter consultado o Parlamento e o Conselho de Estado sobre esta matéria.
A entrada de Moçambique nesta zona de comércio livre tem merecido fortes críticas de diferentes segmentos da sociedade civil, embora o Executivo de Maputo afirme que, caso os resultados da adesão sejam perniciosos para a economia, o país irá retirar-se.
Para Dhlakama, "Moçambique deveria travar a sua entrada [nesta organização], mesmo por 10 ou 15 anos. A sua entrada ia depender do desenvolvimento. Afinal, o que nos move a entrar?". "Quando se adere a uma organização é para se aproveitar alguma coisa e Moçambique não vai aproveitar, passando apenas a vender produtos de outros países", afirmou.
Cabo Verde passa hoje a País de Desenvolvimento Médio
Cabo Verde deixou de fazer parte do grupo dos Países Menos Avançados (PMA), a que pertence desde 1977, para passar a ser um País de Desenvolvimento Médio.
Esta "promoção" decidida pelas Nações Unidas em Dezembro de 2004, deve-se ao facto de Cabo Verde preencher dois dos três critérios exigidos para um País de Desenvolvimento Médio ao ter subido o seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e o rendimento per capita.
No entanto, e conforme a resolução da Assembleia Geral 59/209, a passagem de Cabo Verde ao grupo de Países de Desenvolvimento Médio só se tornará efectiva após um período de três anos, durante o qual deverá preparar, em estreita colaboração com os seus parceiros internacionais, uma estratégia de transição para permitir uma saída por etapas e criar condições para que a "promoção" não constitua um obstáculo ao desenvolvimento do arquipélago.
Apesar de Cabo Verde ter um IDH de cerca de 0,717 %, acima da média do grupo de 86 países do mundo com um nível médio de desenvolvimento (0,695), o arquipélago padece ainda de algumas vulnerabilidades, como a fraca capacidade produtiva interna e a forte dependência da sua economia de factores externos, nomeadamente a flutuação dos preços dos combustíveis no mercado internacional.
"A vulnerabilidade económica é um critério com um peso maior que os outros porque é a economia que deve gerar índices de desenvolvimento humano e rendimento per capita", defende o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Victor Borges.
Mas em Cabo Verde o processo foi diferente, já que a boa aplicação das ajudas internacionais e a estabilidade social, económica e política contribuíram para os níveis de desenvolvimento do país desde da independência.
O chefe da diplomacia cabo-verdiana defende que a "transição suave" deve ser gerida de forma dinâmica em função dos objectivos de desenvolvimento e não de um prazo definido "administrativamente".
Esta "promoção" decidida pelas Nações Unidas em Dezembro de 2004, deve-se ao facto de Cabo Verde preencher dois dos três critérios exigidos para um País de Desenvolvimento Médio ao ter subido o seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e o rendimento per capita.
No entanto, e conforme a resolução da Assembleia Geral 59/209, a passagem de Cabo Verde ao grupo de Países de Desenvolvimento Médio só se tornará efectiva após um período de três anos, durante o qual deverá preparar, em estreita colaboração com os seus parceiros internacionais, uma estratégia de transição para permitir uma saída por etapas e criar condições para que a "promoção" não constitua um obstáculo ao desenvolvimento do arquipélago.
Apesar de Cabo Verde ter um IDH de cerca de 0,717 %, acima da média do grupo de 86 países do mundo com um nível médio de desenvolvimento (0,695), o arquipélago padece ainda de algumas vulnerabilidades, como a fraca capacidade produtiva interna e a forte dependência da sua economia de factores externos, nomeadamente a flutuação dos preços dos combustíveis no mercado internacional.
"A vulnerabilidade económica é um critério com um peso maior que os outros porque é a economia que deve gerar índices de desenvolvimento humano e rendimento per capita", defende o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Victor Borges.
Mas em Cabo Verde o processo foi diferente, já que a boa aplicação das ajudas internacionais e a estabilidade social, económica e política contribuíram para os níveis de desenvolvimento do país desde da independência.
O chefe da diplomacia cabo-verdiana defende que a "transição suave" deve ser gerida de forma dinâmica em função dos objectivos de desenvolvimento e não de um prazo definido "administrativamente".
Martifer compra empresa de reparação naval por 4,6 milhões de euros
A Martifer anunciou hoje que adquiriu, através da sua participada Martifer Energy Systems, 96,79% do capital da Navalria – Docas, Construções e Reparações Navais SA pelo montante de 4,6 milhões de euros.
Em comunicado enviado à Comissão Nacional do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Martifer explica que esta aquisição "garante os meios para a construção de equipamentos para a exploração da energia das ondas, tecnologia que actualmente está a desenvolver, estando prevista a construção do protótipo durante 2008". A Martifer adianta que a Navalria conta com parte dos recursos humanos e técnicos necessários para a finalidade pretendida e, principalmente, com instalações numa localização favorável, no porto de Aveiro.O objectivo da Martifer Energy Systems é ter o protótipo no mar em 2008 e demonstrar a viabilidade comercial da geração de electricidade utilizando a energia das ondas. O sistema em desenvolvimento é flutuante e será colocado em águas com pelo menos 50 metros de profundidade. A potência instalada do protótipo é de 1,2 mega watts, acrescenta o documento.
Em comunicado enviado à Comissão Nacional do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Martifer explica que esta aquisição "garante os meios para a construção de equipamentos para a exploração da energia das ondas, tecnologia que actualmente está a desenvolver, estando prevista a construção do protótipo durante 2008". A Martifer adianta que a Navalria conta com parte dos recursos humanos e técnicos necessários para a finalidade pretendida e, principalmente, com instalações numa localização favorável, no porto de Aveiro.O objectivo da Martifer Energy Systems é ter o protótipo no mar em 2008 e demonstrar a viabilidade comercial da geração de electricidade utilizando a energia das ondas. O sistema em desenvolvimento é flutuante e será colocado em águas com pelo menos 50 metros de profundidade. A potência instalada do protótipo é de 1,2 mega watts, acrescenta o documento.
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