Um grupo português, liderado por uma família indiana, vai investir 150 milhões de euros num resort de luxo no Algarve, prevendo que a crise financeira mundial termine em 2012.
O empreendimento, denominado "Quinta da Praia", vai nascer numa área de 22,5 hectares em Alvor, incluindo um hotel de cinco estrelas com 175 quartos, um spa club e uma área residencial com 197 moradias e "townhouses".
Segundo o presidente do Grupo HN, Rakesh Kanabar, o lançamento do investimento em plena crise financeira mundial, "só foi possível porque está a ser planeado há já dois anos".
Trata-se da primeira aventura do grupo imobiliário fora do distrito em que está sedeado (Porto) e a sua estreia na imobiliária turística mas, ainda assim, não foge à regra do modelo financeiro da HN - "é financiado pela banca", refere o empresário.
Admite que, "se fosse hoje, não iria comprar mais um terreno de 50 milhões de euros", até porque defende ser altura dos empresários serem "prudentes".
Porém, acredita que dentro de três ou quatro anos, já terá sido retomada a confiança dos mercados financeiros pelo que o grupo irá "ter o produto pronto no momento certo".
Nos tempos que correm "ninguém consegue vender", especialmente no principal mercado da imobiliária turística no Algarve - o Reino Unido - onde "os preços da imobiliária estão a cair".
O empresário prevê contudo que tanto o Reino Unido como o resto da Europa - incluindo Portugal - "estejam preparados para começar a investir e a comprar aqui no Algarve", disse.
O arranque da obra está previsto para o final de 2009, ocasião em que os gabinetes de arquitectura WATG e Broadway Malyan já terão terminado os projectos do "resort lifestyle", como Rakesh Kanabar faz questão de designar.
O empresário revela ainda que o hotel de cinco estrelas será explorado por uma cadeia norte-americana, com quem deverá formalizar acordo "muito em breve". Em paralelo, encontra-se a negociar uma outra cadeia internacional para a gestão do clube de SPA, que inclui ginásio, "kids club" e áreas de lazer restritas a sócios.
No resort, deverá nascer ainda um bloco de apartamentos, onde só vão existir na tipologia T2. "Não queremos mais T1, pois o mercado da especulação já não existe. Hoje a procura só existe no Turismo Residencial e queremos criar aqui a Florida da Europa", afirmou.
O projecto contempla ainda a requalificação ambiental de uma área actualmente abandonada, entre o empreendimento e a praia, incluindo a recuperação de linhas de água e a criação de passadiços sobrelevados de acesso ao areal.
O Grupo HN tem centrado a sua acção na promoção imobiliária no Porto. Nos últimos 11 anos, ergueu hotéis como o Inca e o Sheraton. Tem actualmente em curso investimentos na ordem dos 100 milhões de euros, numa carteira que inclui o Boavista Palace, Porto Bessa Leite, Arrábida Lake Towers e o Retail Park de Gaia.
O resort algarvio pretende servir de plataforma à internacionalização do grupo no segmento do turismo residencial, tendo na mira países como a Angola, Cabo Verde e Brasil.
sábado, novembro 22, 2008
sexta-feira, novembro 21, 2008
"Tasquinha" apoia entrada da Indonésia na CPLP
Depois de aqui termos noticiado a intenção do actual embaixador da Indonésia em integrar este país na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o "Tasquinha" resolveu apoiar este intento, tendo em conta as afinidades histórico-culturais e linguísticas com este organismo.
Hoje, José Ramos-Horta veio juntar-se a este projecto, declarando ser uma "excelente ideia" a entrada da Indonésia na CPLP.
"Timor-Leste endossa totalmente a ideia, porque a Indonésia é um dos países que tem laços de séculos com Portugal e a lusofonia", afirmou o Presidente da República de Timor-Leste.
"Basta ver a língua indonésia, com milhares de vocábulos portugueses, basta ver os monumentos, mesmo em Java e Sumatra, ou basta ver as gentes de Aceh que têm origem portuguesa", acrescentou o chefe de Estado timorense. "É um país com longas tradições portuguesas. Só por aí, a Indonésia merece o estatuto", declarou José Ramos-Horta.
O Presidente timorense diz também que "não há nenhum ciúme timorense" na ideia indonésia, "antes pelo contrário".
A Indonésia deu início aos contactos para obter o estatuto de observador associado da CPLP, disse esta semana o embaixador indonésio em Lisboa, Francisco Lopes da Cruz.
José Ramos-Horta levantou a hipótese de conceder o mesmo estatuto à Malásia se este país se mostrar interessado, "por causa de Malaca".
Hoje, José Ramos-Horta veio juntar-se a este projecto, declarando ser uma "excelente ideia" a entrada da Indonésia na CPLP.
"Timor-Leste endossa totalmente a ideia, porque a Indonésia é um dos países que tem laços de séculos com Portugal e a lusofonia", afirmou o Presidente da República de Timor-Leste.
"Basta ver a língua indonésia, com milhares de vocábulos portugueses, basta ver os monumentos, mesmo em Java e Sumatra, ou basta ver as gentes de Aceh que têm origem portuguesa", acrescentou o chefe de Estado timorense. "É um país com longas tradições portuguesas. Só por aí, a Indonésia merece o estatuto", declarou José Ramos-Horta.
O Presidente timorense diz também que "não há nenhum ciúme timorense" na ideia indonésia, "antes pelo contrário".
A Indonésia deu início aos contactos para obter o estatuto de observador associado da CPLP, disse esta semana o embaixador indonésio em Lisboa, Francisco Lopes da Cruz.
José Ramos-Horta levantou a hipótese de conceder o mesmo estatuto à Malásia se este país se mostrar interessado, "por causa de Malaca".
Mais de 1.200 portugueses eleitos nas autárquicas francesas
Mais de 1.200 portugueses ou luso-descendentes residentes em França foram eleitos nas autárquicas de Março passado, segundo dados da Embaixada de Portugal em Paris, que acredita que esse número pode chegar aos 3.500.
"Detectámos um pouco acima dos 3.500 autarcas" que podem ser de origem portuguesa, disse hoje à Agência Lusa o embaixador de Portugal em França, António Monteiro.
O diplomata falava na véspera de se realizar, em Paris, o 5º Encontro de Luso-Eleitos nas Autarquias Francesas, organizado pela Embaixada.
De acordo com António Monteiro, a Embaixada enviou uma carta a todos os autarcas que havia a suspeita de terem "ligações a Portugal".
Fonte da Embaixada de Portugal em Paris responsável pelo levantamento dos autarcas de origem portuguesa explicou que os nomes de todos os eleitos nas autárquicas foram colocados no site do Ministério do Interior francês.
"Verificámos quais os que tinham apelidos portugueses. O embaixador dirigiu cartas a 3.700 pessoas felicitando-as e propondo-lhes a inscrição num banco de dados na Embaixada", disse a fonte, acrescentando que "200 responderam a dizer que não eram portugueses", pelo que foram retirados da lista. "No total responderam 1.400 pessoas e 1.200 confirmaram ser portugueses e inscreveram-se num banco de dados criado pela Embaixada", disse.
Dos 1.200 inscritos na base de dados, 40 são presidentes de câmara, 180 são vereadores e 981 conselheiros municipais, precisou.
A mesma fonte disse ainda que o método utilizado nas eleições de 2001 foi o contacto pessoal através da rede consular, mas, "dado o tamanho do território, a maioria (dos luso-eleitos) não teve qualquer contacto com as autoridades portuguesas".
Trabalho bem feito, mas só pela metade...
"Detectámos um pouco acima dos 3.500 autarcas" que podem ser de origem portuguesa, disse hoje à Agência Lusa o embaixador de Portugal em França, António Monteiro.
O diplomata falava na véspera de se realizar, em Paris, o 5º Encontro de Luso-Eleitos nas Autarquias Francesas, organizado pela Embaixada.
De acordo com António Monteiro, a Embaixada enviou uma carta a todos os autarcas que havia a suspeita de terem "ligações a Portugal".
Fonte da Embaixada de Portugal em Paris responsável pelo levantamento dos autarcas de origem portuguesa explicou que os nomes de todos os eleitos nas autárquicas foram colocados no site do Ministério do Interior francês.
"Verificámos quais os que tinham apelidos portugueses. O embaixador dirigiu cartas a 3.700 pessoas felicitando-as e propondo-lhes a inscrição num banco de dados na Embaixada", disse a fonte, acrescentando que "200 responderam a dizer que não eram portugueses", pelo que foram retirados da lista. "No total responderam 1.400 pessoas e 1.200 confirmaram ser portugueses e inscreveram-se num banco de dados criado pela Embaixada", disse.
Dos 1.200 inscritos na base de dados, 40 são presidentes de câmara, 180 são vereadores e 981 conselheiros municipais, precisou.
A mesma fonte disse ainda que o método utilizado nas eleições de 2001 foi o contacto pessoal através da rede consular, mas, "dado o tamanho do território, a maioria (dos luso-eleitos) não teve qualquer contacto com as autoridades portuguesas".
Trabalho bem feito, mas só pela metade...
Guiné: PAIGC obtém inédita maioria dois terços, 67 deputados
O PAIGC venceu as eleições legislativas de domingo passado na Guiné-Bissau, ao eleger 67 dos 100 deputados à Assembleia Nacional Popular (ANP), segundo os resultados finais provisórios divulgados hoje pela Comissão Nacional de Eleições (CNE), em Bissau.
Segundo os mesmos dados, atrás do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), de Carlos Gomes Júnior, ficou o Partido da Renovação Social (PRS), de Kumba Ialá, que elegeu 28 parlamentares.
Trata-se da primeira vez que um partido alcança uma maioria de dois terços no Parlamento guineense, com o PAIGC a ultrapassar os resultados obtidos por esta mesma força política nas primeiras eleições multipartidárias da história do país, realizadas em 1994, quando elegeu 66 deputados, embora só com cerca de 39% dos votos, tendo então ficado a um lugar do objectivo agora alcançado.
Além destas duas forças políticas, outras três elegeram deputados: o Partido Republicano para a Independência e o Desenvolvimento (PRID), do ex-primeiro-ministro Aristides Gomes, que elegeu três parlamentares, e a Aliança Democrática (AD), e o Partido da Nova Democracia (PND), de Iaia Djaló, ambos com um cada.
Segundo os dados provisórios das eleições a que se apresentaram 19 partidos e duas coligações, a taxa de participação atingiu os 82%, a mais alta de sempre - a abstenção rondou os 18%-, tendo votado 484.546 dos 593.739 eleitores inscritos.
Segundo a CNE, registaram-se também 16.038 votos brancos e 11.000 nulos, havendo também 1.196 votos protestados.
Os resultados finais definitivos da votação, acrescentou a CNE, serão conhecidos a 26 deste mês.
O PRS, cujo líder, antes mesmo de os resultados oficiais serem divulgados, já disse suspeitar de manipulação na votação, tem programada uma conferência de imprensa para hoje às 16:00 locais (a mesma em Lisboa).
Segundo os mesmos dados, atrás do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), de Carlos Gomes Júnior, ficou o Partido da Renovação Social (PRS), de Kumba Ialá, que elegeu 28 parlamentares.
Trata-se da primeira vez que um partido alcança uma maioria de dois terços no Parlamento guineense, com o PAIGC a ultrapassar os resultados obtidos por esta mesma força política nas primeiras eleições multipartidárias da história do país, realizadas em 1994, quando elegeu 66 deputados, embora só com cerca de 39% dos votos, tendo então ficado a um lugar do objectivo agora alcançado.
Além destas duas forças políticas, outras três elegeram deputados: o Partido Republicano para a Independência e o Desenvolvimento (PRID), do ex-primeiro-ministro Aristides Gomes, que elegeu três parlamentares, e a Aliança Democrática (AD), e o Partido da Nova Democracia (PND), de Iaia Djaló, ambos com um cada.
Segundo os dados provisórios das eleições a que se apresentaram 19 partidos e duas coligações, a taxa de participação atingiu os 82%, a mais alta de sempre - a abstenção rondou os 18%-, tendo votado 484.546 dos 593.739 eleitores inscritos.
Segundo a CNE, registaram-se também 16.038 votos brancos e 11.000 nulos, havendo também 1.196 votos protestados.
Os resultados finais definitivos da votação, acrescentou a CNE, serão conhecidos a 26 deste mês.
O PRS, cujo líder, antes mesmo de os resultados oficiais serem divulgados, já disse suspeitar de manipulação na votação, tem programada uma conferência de imprensa para hoje às 16:00 locais (a mesma em Lisboa).
Obama convida Durão Barroso para se deslocar a Washington
O Presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, convidou o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, a deslocar-se a Washington depois de tomar posse, a 20 de Janeiro próximo.
Segundo uma porta-voz do executivo comunitário, Barack Obama telefonou a Durão Barroso quinta-feira tendo os dois expressado a "vontade e desejo" de trabalhar em conjunto e cooperar na resolução de problemas "bilaterais e também globais", incluindo a luta contra as alterações climáticas.
A conversa foi classificada como "extremamente cordial", tendo também Durão Barrroso renovado o convite para Barack Obana se deslocar a Bruxelas.
Obama toma posse a 20 de Janeiro de 2009 como o 44º Presidente dos Estados Unidos.
O português mais cotado a nível mundial... E se levasse o Magalhães, então...
Segundo uma porta-voz do executivo comunitário, Barack Obama telefonou a Durão Barroso quinta-feira tendo os dois expressado a "vontade e desejo" de trabalhar em conjunto e cooperar na resolução de problemas "bilaterais e também globais", incluindo a luta contra as alterações climáticas.
A conversa foi classificada como "extremamente cordial", tendo também Durão Barrroso renovado o convite para Barack Obana se deslocar a Bruxelas.
Obama toma posse a 20 de Janeiro de 2009 como o 44º Presidente dos Estados Unidos.
O português mais cotado a nível mundial... E se levasse o Magalhães, então...
quinta-feira, novembro 20, 2008
Carro eléctrico norueguês a caminho de Portugal
Os noruegueses da Elbil Norge estão em negociações finais com o Governo para instalar uma fábrica na região Norte do País, num investimento de 25 milhões de euros, avançou o presidente executivo da empresa, Hans H. Kvisle, esta quinta-feira.
Assim, a produção de um carro eléctrico em Portugal pode estar para mais breve do que seria esperado, diz o artigo.
O veículo, com a designação comercial de Buddy, está a ser vendido há uma década, a uma proporção de 500 unidades por ano, na Noruega. Este é o país do Mundo com maior índice de carros eléctricos por habitante.
A Elbil Norge decidiu agora dar uma nova escala ao negócio e massificar a produção com uma produção inicial de cinco mil carros por ano, que deverá aumentar para 20 mil unidades, em cinco anos.
Assim, a produção de um carro eléctrico em Portugal pode estar para mais breve do que seria esperado, diz o artigo.
O veículo, com a designação comercial de Buddy, está a ser vendido há uma década, a uma proporção de 500 unidades por ano, na Noruega. Este é o país do Mundo com maior índice de carros eléctricos por habitante.
A Elbil Norge decidiu agora dar uma nova escala ao negócio e massificar a produção com uma produção inicial de cinco mil carros por ano, que deverá aumentar para 20 mil unidades, em cinco anos.
Estudo: Portugueses são terceiro povo mais infeliz da Europa
Os portugueses são o terceiro povo mais infeliz da Europa, segundo um estudo da European Foundation for the Improvement of Living and Working Conditions, da Comissão Europeia, divulgado esta semana.
No índice de satisfação com a vida, Portugal apresenta o quinto pior resultado (6,2), a par da Turquia e apenas à frente da Bulgária, Macedónia, Hungria e Letónia.
O índice de felicidade para os portugueses situa-se nos 6,6 pontos, numa escala de 0 a 10. Atrás de Portugal apenas se encontram a Bulgária (5,8) e Macedónia (6,3).
Os povos mais felizes são os dinamarqueses (8,5), suecos (8,3), finlandeses e noruegueses (ambos com 8,2).
Portugal é também, a par de Itália e França, um dos três países da Zona Euro em que mais de metade dos inquiridos diz estar pessimista quanto ao futuro.
No índice de satisfação com a vida, Portugal apresenta o quinto pior resultado (6,2), a par da Turquia e apenas à frente da Bulgária, Macedónia, Hungria e Letónia.
O índice de felicidade para os portugueses situa-se nos 6,6 pontos, numa escala de 0 a 10. Atrás de Portugal apenas se encontram a Bulgária (5,8) e Macedónia (6,3).
Os povos mais felizes são os dinamarqueses (8,5), suecos (8,3), finlandeses e noruegueses (ambos com 8,2).
Portugal é também, a par de Itália e França, um dos três países da Zona Euro em que mais de metade dos inquiridos diz estar pessimista quanto ao futuro.
Macau: IPOR estuda venda do espaço da Livraria Portuguesa
O presidente interino do Instituto Português do Oriente (IPOR) confirmou hoje em carta enviada à imprensa que está a ser estudada a transferência de instalações da Livraria Portuguesa (L.P.), mas nega que o IPOR se queira desfazer do espólio.
Na carta, Rui Rocha refere que a mudança de instalações da livraria "é uma hipótese que vem sendo estudada com particular cuidado pelos associados (do IPOR), (...) desde Janeiro do corrente ano".
No entanto, acrescenta, "tal mudança não significa, nem pode significar, uma menorização da missão para a qual a L.P. foi criada, ou a sua deslocalização para espaço menos nobre da cidade, por razões óbvias".
Apesar de ter a livraria concessionada a um antigo presidente devido a vários anos de prejuízos acumulados quando era gerida pelo IPOR, Rocha sublinha na carta que "nenhum associado IPOR afirmou, em qualquer momento que fosse, que tal actividade iria deixar de constar das preocupações ou dos planos de actividades" do instituto.
O presidente interino, que ao longo da semana tem estado sempre incontactável via telefone, lamenta também notícias "algumas com tão estranha animosidade contra as pessoas e a instituição portuguesa IPOR", embora não especifique qualquer caso concreto noticiado pela imprensa local.
Rocha acrescentou que as notícias sobre a L.P. provocaram uma "situação incómoda" para professores e alunos e salientou que à direcção do instituto cabe "criar as condições de estabilidade que viabilize a continuidade presente e futura do projecto IPOR, bem como da sua missão-chave junto da comunidade de não falantes da língua portuguesa em Macau que é ministrar qualificadamente o ensino da língua portuguesa como língua estrangeira a 1.200 alunos".
A notícia sobre a venda do espaço ocupado pela L.P. foi avançada pela Rádio Macau há uma semana e desde então Rocha e outros responsáveis da Fundação Oriente - que em conjunto com o Instituto Camões possuem a quase a totalidade do capital do IPOR - estão incontactáveis ou recusam falar sobre a possibilidade de venda do espaço da Livraria, agora confirmada por e-mail.
O espaço físico da Livraria - três andares e um apartamento no mesmo prédio para apoio - foi adquirido pelo IPOR no final da Administração portuguesa por cerca de 200.000 euros, mas a sua localização faz com que hoje o preço de uma eventual venda possa ser 20 vezes superior.
Na carta, Rui Rocha refere que a mudança de instalações da livraria "é uma hipótese que vem sendo estudada com particular cuidado pelos associados (do IPOR), (...) desde Janeiro do corrente ano".
No entanto, acrescenta, "tal mudança não significa, nem pode significar, uma menorização da missão para a qual a L.P. foi criada, ou a sua deslocalização para espaço menos nobre da cidade, por razões óbvias".
Apesar de ter a livraria concessionada a um antigo presidente devido a vários anos de prejuízos acumulados quando era gerida pelo IPOR, Rocha sublinha na carta que "nenhum associado IPOR afirmou, em qualquer momento que fosse, que tal actividade iria deixar de constar das preocupações ou dos planos de actividades" do instituto.
O presidente interino, que ao longo da semana tem estado sempre incontactável via telefone, lamenta também notícias "algumas com tão estranha animosidade contra as pessoas e a instituição portuguesa IPOR", embora não especifique qualquer caso concreto noticiado pela imprensa local.
Rocha acrescentou que as notícias sobre a L.P. provocaram uma "situação incómoda" para professores e alunos e salientou que à direcção do instituto cabe "criar as condições de estabilidade que viabilize a continuidade presente e futura do projecto IPOR, bem como da sua missão-chave junto da comunidade de não falantes da língua portuguesa em Macau que é ministrar qualificadamente o ensino da língua portuguesa como língua estrangeira a 1.200 alunos".
A notícia sobre a venda do espaço ocupado pela L.P. foi avançada pela Rádio Macau há uma semana e desde então Rocha e outros responsáveis da Fundação Oriente - que em conjunto com o Instituto Camões possuem a quase a totalidade do capital do IPOR - estão incontactáveis ou recusam falar sobre a possibilidade de venda do espaço da Livraria, agora confirmada por e-mail.
O espaço físico da Livraria - três andares e um apartamento no mesmo prédio para apoio - foi adquirido pelo IPOR no final da Administração portuguesa por cerca de 200.000 euros, mas a sua localização faz com que hoje o preço de uma eventual venda possa ser 20 vezes superior.
Astronauta perde saco de ferramentas durante um passeio espacial
Durante um passeio no espaço de sete horas a 254 quilómetros de altitude, por vezes, é difícil manter a concentração. Foi o que aconteceu à astronauta Heidemarie Stefanyshyn-Piper, que perdeu o seu saco de ferramentas, um dos maiores objectos já alguma vez perdidos no espaço durante este tipo de operações.
O acidente ocorreu durante a primeira missão fora da Estação Espacial Internacional (EEI) por parte dos recém-chegados astronautas da Endeavour, cujo trabalho permitirá aumentar a capacidade da estação de três para seis pessoas. Depois de mais de sete horas no espaço, uma das pistolas de óleo rebentou e a astronauta tentou limpar as luvas e a câmara, deixando o saco fugir-lhe. O saco perdeu-se enquanto Stefanyshyn-Piper tentava olear uma porca que já há mais de um ano impedia as asas solares de apontarem automaticamente para o Sol. Depois da perda das ferramentas, os controladores aéreos viram-se forçados a reavaliar os planos para os próximos passeios no espaço durante a visita da Endeavour à EEI, Dentro do saco estavam duas pistolas de óleo, toalhetes e um cinzel, que se foram afastando de tal forma, que não se considera haver perigo para a estação.
O acidente ocorreu durante a primeira missão fora da Estação Espacial Internacional (EEI) por parte dos recém-chegados astronautas da Endeavour, cujo trabalho permitirá aumentar a capacidade da estação de três para seis pessoas. Depois de mais de sete horas no espaço, uma das pistolas de óleo rebentou e a astronauta tentou limpar as luvas e a câmara, deixando o saco fugir-lhe. O saco perdeu-se enquanto Stefanyshyn-Piper tentava olear uma porca que já há mais de um ano impedia as asas solares de apontarem automaticamente para o Sol. Depois da perda das ferramentas, os controladores aéreos viram-se forçados a reavaliar os planos para os próximos passeios no espaço durante a visita da Endeavour à EEI, Dentro do saco estavam duas pistolas de óleo, toalhetes e um cinzel, que se foram afastando de tal forma, que não se considera haver perigo para a estação.
quarta-feira, novembro 19, 2008
5ª Avenida, Chiado e Av. Liberdade passam ao lado da crise financeira
"O Chiado está na moda". É hoje um dos locais de comércio mais caros de Portugal, a par com a Avenida da Liberdade. As rendas atingem os 900 euros anuais por metro quadrado e são as 40.as mais caras do mundo. Em primeiro lugar surge a 5ª Avenida, em Nova Iorque, onde o metro quadrado pode custar por ano 12.612 euros.
A famosa avenida nova-iorquina mantém, assim, a primeira posição do "ranking". "Main Street Across the World 2008", realizado pela consultora imobiliária Cushman & Wakefield (C&W). Em média, os retalhistas da 5ª Avenida pagam 12.612 euros por ano, o que representa uma subida de 23% face a 2007.
Enquanto Wall Street continua a sofrer os efeitos da crise financeira, tendo já perdido mais de 36% desde o início do ano, a Main Street tem conseguido contrariar os impactos negativos desta turbulência. Em 94% das 236 principais localizações de retalho a nível mundial registaram-se aumentos ou estabilizações dos valores das rendas, conclui o estudo da C&W.
Num grupo de 48 cidades, Lisboa é a 40ª localização de comércio mais cara do mundo. Esta posição representa uma queda de dois lugares face a 2007. O Chiado e a Avenida da Liberdade são as localizações mais caras da capital portuguesa: 900 euros anuais por metro quadrado, ou 75 euros mensais por metro quadrado. Este valor não inclui custos de condomínio, impostos locais e despesas de ocupação. "O Chiado tem verificado nos últimos anos um aumento da procura por parte dos retalhistas, que cada vez mais pretendem instalar-se nesta zona, registando valores equivalentes aos da Avenida da Liberdade. Hoje, o Chiado está definitivamente na moda, atraindo lojistas internacionais de referência", sublinha Sandra Campos.
Entre as localizações mais caras de comércio do mundo encontram-se, logo a seguir à 5ª Avenida, Hong Kong, Paris, Milão, Dublin e Londres. Na Causeway Bay, em Hong Kong, uma renda pode custar, anualmente, 12.161 por metro quadrado. Em terceiro lugar surge Paris onde as rendas podem chegar aos 7.732 euros. Este ano, Londres caiu duas posições para o sexto lugar. Na New Bond Street o valor da renda anual por metro quadrado é de 5.520 euros. No "top ten", a maior subida foi registada pela Grafton Street, em Dublin, onde o valor da renda anual é de 5.621 euros por metro quadrado. A Grafton Street figura agora no grupo das cinco localizações de comércio mais caras do mundo.
A famosa avenida nova-iorquina mantém, assim, a primeira posição do "ranking". "Main Street Across the World 2008", realizado pela consultora imobiliária Cushman & Wakefield (C&W). Em média, os retalhistas da 5ª Avenida pagam 12.612 euros por ano, o que representa uma subida de 23% face a 2007.
Enquanto Wall Street continua a sofrer os efeitos da crise financeira, tendo já perdido mais de 36% desde o início do ano, a Main Street tem conseguido contrariar os impactos negativos desta turbulência. Em 94% das 236 principais localizações de retalho a nível mundial registaram-se aumentos ou estabilizações dos valores das rendas, conclui o estudo da C&W.
Num grupo de 48 cidades, Lisboa é a 40ª localização de comércio mais cara do mundo. Esta posição representa uma queda de dois lugares face a 2007. O Chiado e a Avenida da Liberdade são as localizações mais caras da capital portuguesa: 900 euros anuais por metro quadrado, ou 75 euros mensais por metro quadrado. Este valor não inclui custos de condomínio, impostos locais e despesas de ocupação. "O Chiado tem verificado nos últimos anos um aumento da procura por parte dos retalhistas, que cada vez mais pretendem instalar-se nesta zona, registando valores equivalentes aos da Avenida da Liberdade. Hoje, o Chiado está definitivamente na moda, atraindo lojistas internacionais de referência", sublinha Sandra Campos.
Entre as localizações mais caras de comércio do mundo encontram-se, logo a seguir à 5ª Avenida, Hong Kong, Paris, Milão, Dublin e Londres. Na Causeway Bay, em Hong Kong, uma renda pode custar, anualmente, 12.161 por metro quadrado. Em terceiro lugar surge Paris onde as rendas podem chegar aos 7.732 euros. Este ano, Londres caiu duas posições para o sexto lugar. Na New Bond Street o valor da renda anual por metro quadrado é de 5.520 euros. No "top ten", a maior subida foi registada pela Grafton Street, em Dublin, onde o valor da renda anual é de 5.621 euros por metro quadrado. A Grafton Street figura agora no grupo das cinco localizações de comércio mais caras do mundo.
Wine Spectator distingue vinho da Quinta do Crasto
O vinho Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2005 foi considerado, este ano, o terceiro melhor do mundo pela revista norte-americana Wine Spectator, que, pela primeira vez, classificou um vinho português nos 10 melhores do seu ranking anual. Considerada internacionalmente "a Bíblia" dos vinhos, a Wine Spectator analisou mais de 19.500 vinhos na elaboração do Top 100 de 2008, tendo eleito o chileno Clos Apalta Colchagua Valley 2005, Casa Lapostolle, como o melhor do mundo. Seguiu-se na classificação o francês Château Rauzan-Ségla, Margaux 2005.
Para além da posição destacada da Quinta do Crasto, surgem ainda entre os 100 melhores do mundo o Sogrape Dão Callabriga 2005 (no 57.º lugar), o Churchill Douro Churchill Estates 2006 (no 90.º lugar) e o Niepoort Douro Vertente 2005 (na 98.ª posição). A Região Demarcada do Douro surge, assim, como a mais representada de Portugal nesta lista, com três dos vinhos escolhidos, seguida pela região do Dão, com um vinho. Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. É propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. "É uma excelente notícia para a Quinta do Crasto, para o Douro e para Portugal, porque a Wine Spectator é a mais influente revista do mundo dos vinhos", comentou o crítico de vinhos Rui Falcão.
O Reserva Vinhas Velhas 2005 foi o último vinho elaborado pela enóloga Susana Esteban, a partir de vinhas que têm entre 50 e 80 anos. Rui Falcão diz que "é um vinho que, entre outros, tem um grande mérito. Ao contrário do que acontece com os vinhos de top do Douro, cujas produções andam entre as cinco mil e as dez mil garrafas, este teve uma produção de 33 mil". Para Rui Falcão, este vinho é dos que melhor exemplifica o espírito do Douro. "Combina uma grande delicadeza, a elegância da fruta, com o carácter viril do Douro. Provamo-lo e visualizamos logo a região, a sua rudeza."
Para além da posição destacada da Quinta do Crasto, surgem ainda entre os 100 melhores do mundo o Sogrape Dão Callabriga 2005 (no 57.º lugar), o Churchill Douro Churchill Estates 2006 (no 90.º lugar) e o Niepoort Douro Vertente 2005 (na 98.ª posição). A Região Demarcada do Douro surge, assim, como a mais representada de Portugal nesta lista, com três dos vinhos escolhidos, seguida pela região do Dão, com um vinho. Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. É propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. "É uma excelente notícia para a Quinta do Crasto, para o Douro e para Portugal, porque a Wine Spectator é a mais influente revista do mundo dos vinhos", comentou o crítico de vinhos Rui Falcão.
O Reserva Vinhas Velhas 2005 foi o último vinho elaborado pela enóloga Susana Esteban, a partir de vinhas que têm entre 50 e 80 anos. Rui Falcão diz que "é um vinho que, entre outros, tem um grande mérito. Ao contrário do que acontece com os vinhos de top do Douro, cujas produções andam entre as cinco mil e as dez mil garrafas, este teve uma produção de 33 mil". Para Rui Falcão, este vinho é dos que melhor exemplifica o espírito do Douro. "Combina uma grande delicadeza, a elegância da fruta, com o carácter viril do Douro. Provamo-lo e visualizamos logo a região, a sua rudeza."
Indonésia pretende estatuto de observador da CPLP
A Indonésia deu início aos contactos para obter o estatuto de observador associado da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), disse hoje o embaixador indonésio em Lisboa.
Francisco Lopes da Cruz reivindicou para si essa ideia e indicou ter mantido já contactos informais quer com o governo de Jacarta, quer com as diferentes autoridades portuguesas e com o secretariado-executivo da própria CPLP, que se mostraram disponíveis para analisar o assunto.
"Foi uma ideia que abordei há cerca de dois anos e, na altura, conversei com o Presidente da República, com o presidente do Parlamento e com o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal", disse Lopes da Cruz, e estes, recordou, acolheram com satisfação a ideia.
Para já, acrescentou, trata-se apenas de "conversas informais", tendo Lopes da Cruz garantido que também falou com os chefes da diplomacia timorense e indonésia.
"A ideia surgiu porque, entre outras razões, a Indonésia tem Timor-Leste como vizinho e as relações entre os dois países são excelentes. Por outro lado, há muitas razões de ordem histórica que ligam a Indonésia a Portugal", sustentou, exemplificando com o facto de a língua indonésia contar com cerca de duas mil palavras de origem portuguesa.
As semelhanças entre os dois idiomas permite que cerca de 80% das palavras portuguesas terminadas em "ão" sejam, em Baasa, terminadas em "si".
"Há quatro anos, a Indonésia começou a demonstrar interesse em aprofundar as relações com Portugal, tendo sido criado na Universidade de Jacarta um curso de Língua Portuguesa, que tem tido bastante sucesso", afirmou.
Em fins de Outubro, uma delegação do parlamento indonésio esteve em Portugal para, entre outras questões, abordar a adesão da Indonésia à CPLP, quer com a Assembleia da República, através do seu presidente Jaime Gama, quer com o secretário-executivo da organização, Domingos Simões Pereira.
Francisco Lopes da Cruz reivindicou para si essa ideia e indicou ter mantido já contactos informais quer com o governo de Jacarta, quer com as diferentes autoridades portuguesas e com o secretariado-executivo da própria CPLP, que se mostraram disponíveis para analisar o assunto.
"Foi uma ideia que abordei há cerca de dois anos e, na altura, conversei com o Presidente da República, com o presidente do Parlamento e com o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal", disse Lopes da Cruz, e estes, recordou, acolheram com satisfação a ideia.
Para já, acrescentou, trata-se apenas de "conversas informais", tendo Lopes da Cruz garantido que também falou com os chefes da diplomacia timorense e indonésia.
"A ideia surgiu porque, entre outras razões, a Indonésia tem Timor-Leste como vizinho e as relações entre os dois países são excelentes. Por outro lado, há muitas razões de ordem histórica que ligam a Indonésia a Portugal", sustentou, exemplificando com o facto de a língua indonésia contar com cerca de duas mil palavras de origem portuguesa.
As semelhanças entre os dois idiomas permite que cerca de 80% das palavras portuguesas terminadas em "ão" sejam, em Baasa, terminadas em "si".
"Há quatro anos, a Indonésia começou a demonstrar interesse em aprofundar as relações com Portugal, tendo sido criado na Universidade de Jacarta um curso de Língua Portuguesa, que tem tido bastante sucesso", afirmou.
Em fins de Outubro, uma delegação do parlamento indonésio esteve em Portugal para, entre outras questões, abordar a adesão da Indonésia à CPLP, quer com a Assembleia da República, através do seu presidente Jaime Gama, quer com o secretário-executivo da organização, Domingos Simões Pereira.
terça-feira, novembro 18, 2008
Reitor da Católica: Estado devia pedir desculpa a jesuítas
O reitor da Universidade Católica Portuguesa, Braga da Cruz, disse hoje que seria justo se o Estado português pedisse desculpa aos jesuítas na celebração do centenário da República, que se assinala em 2010.
As declarações do reitor foram feitas na abertura do Congresso Internacional sobre o Padre António Vieira "Ver, ouvir, falar: o grande teatro do mundo", que hoje teve início na Universidade Católica, no âmbito das celebrações do IV centenário do nascimento do missionário jesuíta.
"Seria justo se na celebração do centenário da República que se aproxima, o Estado pedisse desculpa aos jesuítas e outras ordens, não num gesto de reconciliação mas de reconhecimento pelo que têm feito pela cultura portuguesa", disse Braga da Cruz.
Este gesto seria, de acordo com o reitor da Universidade Católica, "justo e cheio de significado", após os actos de perseguição e ordens de expulsão feitos no passado contra os jesuítas.
Se a estupidez matasse...
As declarações do reitor foram feitas na abertura do Congresso Internacional sobre o Padre António Vieira "Ver, ouvir, falar: o grande teatro do mundo", que hoje teve início na Universidade Católica, no âmbito das celebrações do IV centenário do nascimento do missionário jesuíta.
"Seria justo se na celebração do centenário da República que se aproxima, o Estado pedisse desculpa aos jesuítas e outras ordens, não num gesto de reconciliação mas de reconhecimento pelo que têm feito pela cultura portuguesa", disse Braga da Cruz.
Este gesto seria, de acordo com o reitor da Universidade Católica, "justo e cheio de significado", após os actos de perseguição e ordens de expulsão feitos no passado contra os jesuítas.
Se a estupidez matasse...
Portugal à frente na investigação com células estaminais
A investigação com células estaminais em Portugal está entre as mais avançadas no mundo, nomeadamente em engenharia de tecidos e medicina regenerativa, e há cada vez mais empresas a oferecer serviços, segundo especialistas nesta área.
"Estamos bastante à frente na expansão celular, temos um trabalho de muita qualidade na regeneração de osso, cartilagem e pele, por exemplo, e há muito trabalho ligado às células estaminais em neurociências", disse Luís Reis, presidente da Sociedade Portuguesa de Células Estaminais e Terapia Celular.
As células estaminais têm a capacidade de se diferenciar em vários tipos celulares e de se renovar e dividir indefinidamente. No caso das que se encontram no sangue do cordão umbilical, o seu isolamento e criopreservação (conservação através de congelação) proporciona aos recém-nascidos e familiares a sua eventual utilização no tratamento de doenças que venham a contrair ao longo da vida.
Segundo Reis, que dirige o Grupo 3B´s (Biomateriais, Materiais Biodegradáveis e Biomiméticos) da Universidade do Minho, este serviço "é bem oferecido e há eventualmente mais negócio nesta área em Portugal do que noutros países".
"Estamos bastante à frente na expansão celular, temos um trabalho de muita qualidade na regeneração de osso, cartilagem e pele, por exemplo, e há muito trabalho ligado às células estaminais em neurociências", disse Luís Reis, presidente da Sociedade Portuguesa de Células Estaminais e Terapia Celular.
As células estaminais têm a capacidade de se diferenciar em vários tipos celulares e de se renovar e dividir indefinidamente. No caso das que se encontram no sangue do cordão umbilical, o seu isolamento e criopreservação (conservação através de congelação) proporciona aos recém-nascidos e familiares a sua eventual utilização no tratamento de doenças que venham a contrair ao longo da vida.
Segundo Reis, que dirige o Grupo 3B´s (Biomateriais, Materiais Biodegradáveis e Biomiméticos) da Universidade do Minho, este serviço "é bem oferecido e há eventualmente mais negócio nesta área em Portugal do que noutros países".
Macau vai repor esculturas "retiradas" de José de Guimarães
O Governo de Macau assegurou ao artista plástico português José de Guimarães que vai repor as esculturas no Jardim das Artes no território, retiradas na sequência de obras para a construção de um casino.
José de Guimarães revelou que o Governo de Macau "iniciou as primeiras reuniões técnicas" para reconstruir o conjunto criado para o local em 1999.
Esta resposta oficial surge na sequência de uma queixa que o artista plástico apresentou à Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) que, por seu turno, enviou uma carta ao governo de Macau sobre o caso, alegando que tinha havido "uma violação moral dos direitos de autor".
Em Maio deste ano o escultor e pintor denunciou a destruição de seis das oito árvores metálicas que criou para o Jardim das Artes de Macau.
Durante as obras de construção de um casino naquela zona, as peças de arte pública - entre outras de diversos artistas - foram retiradas e depois recolocadas, mas só uma parte do conjunto de José Guimarães foi reposto.
José de Guimarães revelou que o Governo de Macau "iniciou as primeiras reuniões técnicas" para reconstruir o conjunto criado para o local em 1999.
Esta resposta oficial surge na sequência de uma queixa que o artista plástico apresentou à Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) que, por seu turno, enviou uma carta ao governo de Macau sobre o caso, alegando que tinha havido "uma violação moral dos direitos de autor".
Em Maio deste ano o escultor e pintor denunciou a destruição de seis das oito árvores metálicas que criou para o Jardim das Artes de Macau.
Durante as obras de construção de um casino naquela zona, as peças de arte pública - entre outras de diversos artistas - foram retiradas e depois recolocadas, mas só uma parte do conjunto de José Guimarães foi reposto.
segunda-feira, novembro 17, 2008
Lusofonia: A Língua Portuguesa no Mundo
Lisboa inicia hoje no CCB, uma reunião extraordinária de dois dias, sobre o papel, relevância e defesa da Língua Portuguesa no actual contexto internacional, com a presença dos ministros da Educação e Cultura da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Dividido em cinco painéis, o encontro, que decorrerá no Centro Cultural de Belém (CCB), contará com a presença de ministros da Educação e Cultura dos "oito", à excepção da Guiné-Bissau e de Moçambique, destacando-se a questão da afirmação da Língua Portuguesa no mundo. Os temas dos painéis são:"O Papel, a Relevância e a Defesa da Língua Portuguesa no Actual Contexto Internacional", "A Educação na Dinâmica da CPLP" e "A Dinâmica da CPLP no Actual Contexto Internacional" juntam-se às apresentações do projecto de elaboração de documentários, no quadro do DOC TV CPLP, e do Plano Nacional de Leitura de Portugal.
Também em Santarém, estão a decorrer esta semana os "Encontros de Lusofonia", onde a directora dos serviços que promovem o ensino do português no estrangeiro, Madalena Aroja participou, com o secretário executivo da CPLP, Domingos Simões Pereira, numa conferência/debate moderada por Pedro Canais, destinada a debater a importância da língua portuguesa. Nesse debate sobre "A Lusofonia", que se realizou quinta-feira à noite em Torres Novas, Madalena Aroja, disse que o Instituto Camões (IC) está a fazer um estudo, envolvendo uma equipa multidisciplinar do Instituto das Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE,) para determinar o valor económico da Língua Portuguesa. Acrescentando ainda que os primeiros dados de um estudo sobre o valor económico da Língua Portuguesa apontam para um peso de 17% no PIB (Produto Interno Bruto).
Destacando o apoio que é dado por empresas que localmente financiam as actividades dos Centros Culturais Portugueses, Madalena Arroja disse estar a ser negociado um protocolo com a Galp para financiamento das iniciativas do IC na área da Educação. Para a responsável do IC, o facto de todos os funcionários do Banco Africano de Desenvolvimento em Tunes estarem a aprender português, no âmbito de um protocolo assinado com o IC, e de no Senegal existirem 16.000 estudantes da nossa língua "são sinais".
"Na base da globalização estão os mercados e o português e o castelhano serão línguas de negócios como tem sido o inglês", afirmou, recordando que o IC está a tentar junto da Comissão Europeia que esta reconheça que há línguas europeias "com uma dimensão externa". Segundo disse, em Janeiro vai ser lançado um "curso de inter-compreensão" envolvendo o português, o espanhol e o francês, que deverá ser posteriormente alargado ao italiano e ao romeno.
Dividido em cinco painéis, o encontro, que decorrerá no Centro Cultural de Belém (CCB), contará com a presença de ministros da Educação e Cultura dos "oito", à excepção da Guiné-Bissau e de Moçambique, destacando-se a questão da afirmação da Língua Portuguesa no mundo. Os temas dos painéis são:"O Papel, a Relevância e a Defesa da Língua Portuguesa no Actual Contexto Internacional", "A Educação na Dinâmica da CPLP" e "A Dinâmica da CPLP no Actual Contexto Internacional" juntam-se às apresentações do projecto de elaboração de documentários, no quadro do DOC TV CPLP, e do Plano Nacional de Leitura de Portugal.
Também em Santarém, estão a decorrer esta semana os "Encontros de Lusofonia", onde a directora dos serviços que promovem o ensino do português no estrangeiro, Madalena Aroja participou, com o secretário executivo da CPLP, Domingos Simões Pereira, numa conferência/debate moderada por Pedro Canais, destinada a debater a importância da língua portuguesa. Nesse debate sobre "A Lusofonia", que se realizou quinta-feira à noite em Torres Novas, Madalena Aroja, disse que o Instituto Camões (IC) está a fazer um estudo, envolvendo uma equipa multidisciplinar do Instituto das Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE,) para determinar o valor económico da Língua Portuguesa. Acrescentando ainda que os primeiros dados de um estudo sobre o valor económico da Língua Portuguesa apontam para um peso de 17% no PIB (Produto Interno Bruto).
Destacando o apoio que é dado por empresas que localmente financiam as actividades dos Centros Culturais Portugueses, Madalena Arroja disse estar a ser negociado um protocolo com a Galp para financiamento das iniciativas do IC na área da Educação. Para a responsável do IC, o facto de todos os funcionários do Banco Africano de Desenvolvimento em Tunes estarem a aprender português, no âmbito de um protocolo assinado com o IC, e de no Senegal existirem 16.000 estudantes da nossa língua "são sinais".
"Na base da globalização estão os mercados e o português e o castelhano serão línguas de negócios como tem sido o inglês", afirmou, recordando que o IC está a tentar junto da Comissão Europeia que esta reconheça que há línguas europeias "com uma dimensão externa". Segundo disse, em Janeiro vai ser lançado um "curso de inter-compreensão" envolvendo o português, o espanhol e o francês, que deverá ser posteriormente alargado ao italiano e ao romeno.
Lóbi a favor de lusodescendente embaixador dos EUA em Lisboa
O Senador estadual Marc Pacheco poderá ser embaixador em Lisboa.
A Associação de Amizade Portugal/EUA (AAPEUA) vai envidar esforços, junto da nova Administração Obama, para que o futuro embaixador norte-americano em Lisboa seja um lusodescendente. O secretário-geral da AAPEUA, Paulo Noguês, disse ontem que responsáveis da associação vão em breve aos EUA e, no centro da sua agenda, vai estar a realização de "alguns contactos com pessoas influentes em Washington" para concretizar aquele objectivo. Esse esforço tem por base os precedentes de Washington nomear, para países que têm fortes comunidades radicadas nos Estados Unidos, embaixadores - muitos dos quais não pertencem à carreira diplomática, como sucede com o actual representante diplomático dos EUA em Portugal - com raízes familiares nesses mesmos estados. Depois, a receptividade que alguns dirigentes democratas manifestaram em dar resposta positiva a esse interesse. Nesse sentido, acrescentou o secretário-geral da AAPEUA, a eleição de Barack Obama para a Casa Branca criou "uma oportunidade" para estender essa prática em relação a Portugal.
Para aquela associação pró-americana sedeada no Porto, presidida pelo economista António Neto da Silva, a possibilidade de a senadora Hillary Clinton assumir o cargo de chefe da diplomacia norte-americana aumenta as probabilidades de ter êxito, pois o principal candidato - o senador estadual democrata Marc Pacheco (Massachusetts), que esteve em Portugal no fim do último Verão - tem boas relações dentro do Partido Democrático e, em especial, com a família Clinton.
A Associação de Amizade Portugal/EUA (AAPEUA) vai envidar esforços, junto da nova Administração Obama, para que o futuro embaixador norte-americano em Lisboa seja um lusodescendente. O secretário-geral da AAPEUA, Paulo Noguês, disse ontem que responsáveis da associação vão em breve aos EUA e, no centro da sua agenda, vai estar a realização de "alguns contactos com pessoas influentes em Washington" para concretizar aquele objectivo. Esse esforço tem por base os precedentes de Washington nomear, para países que têm fortes comunidades radicadas nos Estados Unidos, embaixadores - muitos dos quais não pertencem à carreira diplomática, como sucede com o actual representante diplomático dos EUA em Portugal - com raízes familiares nesses mesmos estados. Depois, a receptividade que alguns dirigentes democratas manifestaram em dar resposta positiva a esse interesse. Nesse sentido, acrescentou o secretário-geral da AAPEUA, a eleição de Barack Obama para a Casa Branca criou "uma oportunidade" para estender essa prática em relação a Portugal.
Para aquela associação pró-americana sedeada no Porto, presidida pelo economista António Neto da Silva, a possibilidade de a senadora Hillary Clinton assumir o cargo de chefe da diplomacia norte-americana aumenta as probabilidades de ter êxito, pois o principal candidato - o senador estadual democrata Marc Pacheco (Massachusetts), que esteve em Portugal no fim do último Verão - tem boas relações dentro do Partido Democrático e, em especial, com a família Clinton.
domingo, novembro 16, 2008
Timor-Leste assina acordo para criar TV Escola
O governo do Timor Leste assinou vários acordos bilaterais em Portugal na área da educação, que incluem a criação de uma TV Escola e a formação de alunos e professores, afirmou o ministro timorense da Educação, João Câncio Freitas.
Foi estabelecido um acordo entre o Ministério luso da Educação, a TV TEL (de Timor Leste) e a RTP, com a possibilidade de parceria com canais brasileiros, para os timorenses aprenderem a língua portuguesa pela televisão.
"Estamos a explorar todas as possibilidades de ensino", disse o ministro, paralelamente à reunião extraordinária dos ministros da Educação e da Cultura da CPLP, em Lisboa.
Lembrando que o Timor Leste teve uma "interrupção de mais de duas décadas na língua portuguesa", Freitas disse que o grande "desafio" prende-se com a geração mais nova que "quase não fala português".
Por meio da TV Escola, os timorenses terão acesso a aulas de português, programas culturais e telenovelas portuguesas.
"O povo timorense gosta muito de novelas", disse o ministro, explicando que o facto de a novela ser falada em português poderá ajudar os timorenses a aprenderem a língua.
Foi estabelecido um acordo entre o Ministério luso da Educação, a TV TEL (de Timor Leste) e a RTP, com a possibilidade de parceria com canais brasileiros, para os timorenses aprenderem a língua portuguesa pela televisão.
"Estamos a explorar todas as possibilidades de ensino", disse o ministro, paralelamente à reunião extraordinária dos ministros da Educação e da Cultura da CPLP, em Lisboa.
Lembrando que o Timor Leste teve uma "interrupção de mais de duas décadas na língua portuguesa", Freitas disse que o grande "desafio" prende-se com a geração mais nova que "quase não fala português".
Por meio da TV Escola, os timorenses terão acesso a aulas de português, programas culturais e telenovelas portuguesas.
"O povo timorense gosta muito de novelas", disse o ministro, explicando que o facto de a novela ser falada em português poderá ajudar os timorenses a aprenderem a língua.
sexta-feira, novembro 14, 2008
Língua Portuguesa vale 17% do PIB
A Espanha concluiu, há dois anos, que o valor económico do castelhano no PIB era de 15%.
Os primeiros dados de um estudo sobre o valor económico da Língua Portuguesa apontam para um peso de 17% no PIB (Produto Interno Bruto).
A garantia é da directora dos serviços que promovem o ensino do português no estrangeiro, Madalena Arroja, que adiantou ainda que o Instituto Camões está a fazer um estudo, envolvendo uma equipa multidisciplinar do Instituto das Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE,) para determinar o valor económico da Língua Portuguesa.
Encomendado há um ano, o estudo vai, nos dois primeiros anos, debruçar-se sobre a realidade portuguesa, sendo objectivo encontrar apoios de grandes empresas para, no terceiro ano, ser alargado ao espaço de toda a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), disse.
Frisando a importância da língua para o mundo dos negócios e para as empresas que querem entrar noutros mercados, Madalena Arroja referiu as prioridades dadas pelo Instituto Camões à CPLP (onde há uma grande aposta no ensino da língua aos professores), mas também ao Magreb e à América Latina.
Os primeiros dados de um estudo sobre o valor económico da Língua Portuguesa apontam para um peso de 17% no PIB (Produto Interno Bruto).
A garantia é da directora dos serviços que promovem o ensino do português no estrangeiro, Madalena Arroja, que adiantou ainda que o Instituto Camões está a fazer um estudo, envolvendo uma equipa multidisciplinar do Instituto das Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE,) para determinar o valor económico da Língua Portuguesa.
Encomendado há um ano, o estudo vai, nos dois primeiros anos, debruçar-se sobre a realidade portuguesa, sendo objectivo encontrar apoios de grandes empresas para, no terceiro ano, ser alargado ao espaço de toda a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), disse.
Frisando a importância da língua para o mundo dos negócios e para as empresas que querem entrar noutros mercados, Madalena Arroja referiu as prioridades dadas pelo Instituto Camões à CPLP (onde há uma grande aposta no ensino da língua aos professores), mas também ao Magreb e à América Latina.
quinta-feira, novembro 13, 2008
Portugueses estão a comprar menos comida e Nunca as polícias apanharam tanto haxixe como este ano
Duas notícias aparentemente contraditórias em tempo de crise. Ou talvez não...
Análise da Netsonda, feita junto de utlizadores de Net, revela que consumidores de vários escalões de rendimentos estão a reduzir ou a manter os seus gastos com alimentação. A Confederação do Comércio diz que "as pessoas não estão a comprar muito menos mas procuram preços mais baixos". Os portugueses já começaram a reduzir gastos com a comida. Esta é uma das conclusões que se pode retirar de um estudo da Netsonda - Networkresearch, empresa de recolha e análise de informação através de plataformas tecnológicas.
Nunca até aos dias de hoje as polícias portuguesas apreenderam tanto haxixe. Oficialmente contabilizadas estão já 57 toneladas, mas muitas mais estão ainda por contar. "Estão a decorrer uma série de apreensões ao mesmo tempo, o que não permite ir actualizando de imediato os valores", explicou João Figueira, porta-voz da Direcção Central de Investigação do Tráfico de Estupefacientes (DCITE), da PJ. O haxixe apreendido este ano é já substancialmente mais do que o apreendido durante todo o ano de 2007 (43,6 toneladas), a discrepância vai ser ainda maior quando 2008 chegar ao fim. Fonte ligada aos meandros da droga é peremptória: "Os valores de haxixe apreendido estão a subir bastante. E a tendência é para que os resultados aumentem significativamente nos próximos tempos, tendo em conta as investigações que estão a ser levadas a cabo pelas diversas forças policiais".
Análise da Netsonda, feita junto de utlizadores de Net, revela que consumidores de vários escalões de rendimentos estão a reduzir ou a manter os seus gastos com alimentação. A Confederação do Comércio diz que "as pessoas não estão a comprar muito menos mas procuram preços mais baixos". Os portugueses já começaram a reduzir gastos com a comida. Esta é uma das conclusões que se pode retirar de um estudo da Netsonda - Networkresearch, empresa de recolha e análise de informação através de plataformas tecnológicas.
Nunca até aos dias de hoje as polícias portuguesas apreenderam tanto haxixe. Oficialmente contabilizadas estão já 57 toneladas, mas muitas mais estão ainda por contar. "Estão a decorrer uma série de apreensões ao mesmo tempo, o que não permite ir actualizando de imediato os valores", explicou João Figueira, porta-voz da Direcção Central de Investigação do Tráfico de Estupefacientes (DCITE), da PJ. O haxixe apreendido este ano é já substancialmente mais do que o apreendido durante todo o ano de 2007 (43,6 toneladas), a discrepância vai ser ainda maior quando 2008 chegar ao fim. Fonte ligada aos meandros da droga é peremptória: "Os valores de haxixe apreendido estão a subir bastante. E a tendência é para que os resultados aumentem significativamente nos próximos tempos, tendo em conta as investigações que estão a ser levadas a cabo pelas diversas forças policiais".
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