Um cidadão português de etnia chinesa residente permanente em Macau foi condenado recentemente à morte no continente chinês por tráfico de droga e posse de arma proibida, disse hoje à agência Lusa o advogado Vasco Passeira.
Lau Fat Wai, 49 anos, pai de um filho menor, foi condenado à morte por um tribunal da cidade de Cantão, capital da província chinesa de Guangdong, adjacente a Macau, explicou o causídico. O advogado disse ainda que estão a ser encetados contactos com as autoridades portuguesas de Macau e de Lisboa para "tentar a suspensão da pena" e "encontrar uma forma" do cidadão português cumprir uma pena de prisão em substituição da pena capital. A sentença aplicada a Lau Fat Wai, que obteve o último passaporte português a 29 de Outubro de 2003 no Consulado-Geral de Portugal em Macau e o Bilhete de Identidade a 2 de Fevereiro de 2004, não foi ainda executada porque o advogado em Cantão apresentou recurso, acrescentou Vasco Passeira.
sexta-feira, abril 03, 2009
Execução de fundos da Cooperação Portuguesa acima da expectativa
in Notícias Lusófonas
A execução do pacote financeiro da Cooperação Portuguesa em Timor-Leste para 2007-2010 está “acima da expectativa” ao fim de dois anos, afirmou hoje em Díli um responsável do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD). Dos 60 milhões de euros previstos no Programa Indicativo de Cooperação (PIC), 52% foram gastos nos dois primeiros anos, afirmou o presidente do IPAD, Manuel Correia.
“Este facto aponta para que se ultrapasse a dotação inicial do PIC até 2010”, salientou Manuel Correia, referindo que esta situação em Timor-Leste “é única” entre os países com os quais Portugal tem programas de cooperação. Manuel Correia está em Díli para a reunião anual entre o Governo timorense e os parceiros de cooperação bilateral e multilateral, que hoje teve o primeiro dia de reuniões técnicas. O presidente do IPAD assinou já, antes da conferência de doadores, um memorando de entendimento com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para uma contribuição adicional de 3 milhões de dólares norte-americanos (2,2 milhões de euros) para o Programa de Fortalecimento do Sector da Justiça de Timor-Leste.
“O acordo com o PNUD foi renovado para os próximos três anos, com uma contribuição de Portugal num montante de um milhão de dólares anuais”, afirmou Correia. A assinatura do acordo entre o IPAD e o PNUD vai permitir a continuação do Programa de Apoio ao Sistema de Justiça e o financiamento das actividades para o período de 2009 a 2011. O Programa, onde Portugal colocou já cerca de oito milhões de euros (10,7 milhões de dólares) conta com mais de 30 funcionários internacionais desempenhando funções judiciais, de orientação e formação. A reunião anual com os parceiros de desenvolvimento de Timor-Leste prossegue sexta-feira sob a presidência do ministro dos Negócios Estrangeiros, Zacarias Albano da Costa. Em agenda estão intervenções de fundo do primeiro-ministro, Xanana Gusmão, do Presidente da República, José Ramos-Horta, e do chefe da Missão Integrada das Nações Unidas em Timor-Leste (UNMIT), Atul Khare, além de várias sessões sectoriais dirigidas pelos ministros da tutela. A conferência de doadores termina no sábado, com dois debates em torno de questões de segurança e de acesso à justiça.
A execução do pacote financeiro da Cooperação Portuguesa em Timor-Leste para 2007-2010 está “acima da expectativa” ao fim de dois anos, afirmou hoje em Díli um responsável do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD). Dos 60 milhões de euros previstos no Programa Indicativo de Cooperação (PIC), 52% foram gastos nos dois primeiros anos, afirmou o presidente do IPAD, Manuel Correia.
“Este facto aponta para que se ultrapasse a dotação inicial do PIC até 2010”, salientou Manuel Correia, referindo que esta situação em Timor-Leste “é única” entre os países com os quais Portugal tem programas de cooperação. Manuel Correia está em Díli para a reunião anual entre o Governo timorense e os parceiros de cooperação bilateral e multilateral, que hoje teve o primeiro dia de reuniões técnicas. O presidente do IPAD assinou já, antes da conferência de doadores, um memorando de entendimento com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para uma contribuição adicional de 3 milhões de dólares norte-americanos (2,2 milhões de euros) para o Programa de Fortalecimento do Sector da Justiça de Timor-Leste.
“O acordo com o PNUD foi renovado para os próximos três anos, com uma contribuição de Portugal num montante de um milhão de dólares anuais”, afirmou Correia. A assinatura do acordo entre o IPAD e o PNUD vai permitir a continuação do Programa de Apoio ao Sistema de Justiça e o financiamento das actividades para o período de 2009 a 2011. O Programa, onde Portugal colocou já cerca de oito milhões de euros (10,7 milhões de dólares) conta com mais de 30 funcionários internacionais desempenhando funções judiciais, de orientação e formação. A reunião anual com os parceiros de desenvolvimento de Timor-Leste prossegue sexta-feira sob a presidência do ministro dos Negócios Estrangeiros, Zacarias Albano da Costa. Em agenda estão intervenções de fundo do primeiro-ministro, Xanana Gusmão, do Presidente da República, José Ramos-Horta, e do chefe da Missão Integrada das Nações Unidas em Timor-Leste (UNMIT), Atul Khare, além de várias sessões sectoriais dirigidas pelos ministros da tutela. A conferência de doadores termina no sábado, com dois debates em torno de questões de segurança e de acesso à justiça.
quarta-feira, abril 01, 2009
Israel: Novo MNE nega compromisso criação Estado palestiniano
O novo ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, o ultra-conservador Avigdor Lieberman, afirmou hoje que o novo governo não tem compromisso com os acordos de paz alcançados na conferência de Annapolis, realizada em 2007 sob mediação dos Estados Unidos e que estabelece a criação de um Estado palestiniano.
"Não tem validade", disse Lieberman, líder do Partido Yisrael Beitenu, acusado de racismo por fazer campanha contra a minoria árabe do país e cujo lema era "não à cidadania sem lealdade ao Estado".
A posse de Lieberman como ministro dos Negócios Estrangeiros preocupa a comunidade internacional pelos retrocessos no acordo de paz com os palestinianos.
O cargo foi uma concessão do novo primeiro-ministro israelita, Benyamin Netanyahu, do conservador Likud, que precisou dos 15 assentos obtidas pelo Beitenu no Parlamento para formar a coligação.
Na conferência de Annapolis, o então primeiro-ministro Ehud Olmert concordou em avançar nos esforços pela solução de dois Estados, nas conversas de paz com os palestinianos.
"O governo de Israel nunca ratificou Annapolis, nem o Parlamento", disse Lieberman.
[E alguém que conheça esta "individualidade" estava à espera de afirmações diferentes? Começou a palhaçada no governo de Netanyahu. Esta coligação governamental durará quantos meses?]
"Não tem validade", disse Lieberman, líder do Partido Yisrael Beitenu, acusado de racismo por fazer campanha contra a minoria árabe do país e cujo lema era "não à cidadania sem lealdade ao Estado".
A posse de Lieberman como ministro dos Negócios Estrangeiros preocupa a comunidade internacional pelos retrocessos no acordo de paz com os palestinianos.
O cargo foi uma concessão do novo primeiro-ministro israelita, Benyamin Netanyahu, do conservador Likud, que precisou dos 15 assentos obtidas pelo Beitenu no Parlamento para formar a coligação.
Na conferência de Annapolis, o então primeiro-ministro Ehud Olmert concordou em avançar nos esforços pela solução de dois Estados, nas conversas de paz com os palestinianos.
"O governo de Israel nunca ratificou Annapolis, nem o Parlamento", disse Lieberman.
[E alguém que conheça esta "individualidade" estava à espera de afirmações diferentes? Começou a palhaçada no governo de Netanyahu. Esta coligação governamental durará quantos meses?]
Guiné-Bissau: ex-PM Francisco Fadul espancado por homens fardados
O antigo primeiro-ministro da Guiné-Bissau e actual presidente do Tribunal de Contas guineense, Francisco Fadul, foi espancado hoje de madrugada na sua residência em Bissau por homens armados, encontrando-se a receber tratamento no hospital da capital.
"Fui espancado por 15 homens vestidos com uniformes militares e armados com AK-47", afirmou Fadul, em declarações aos jornalistas. "Roubaram-me dinheiro e bens", acrescentou.
O ataque a Francisco Fadul aconteceu depois do ex-governante ter acusado o primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, de estar a revelar atitudes de submissão perante os militares, durante uma conferência de imprensa, na segunda-feira.
Fadul alertou ainda na conferência de imprensa para o "risco de as Forças Armadas assumirem o poder" caso não houvesse um consenso entre a classe política em relação à realização de presidenciais.
O primeiro-ministro guineense anunciou terça-feira que os partidos políticos chegaram a um consenso político e que as presidenciais deverão ocorrer em finais de Junho.
Entretanto, o representante do secretário-geral das Nações Unidas na Guiné-Bissau, Joseph Mutaboba, condenou os ataques contra Francisco Fadul, e o advogado Pedro Infanda.
Mutaboba "condena a detenção ilegal a 23 de Março do advogado Pedro Infanda pelas Forças Armadas depois das suas declarações à imprensa e os maus-tratos físicos durante a sua detenção".
[É o que acontece a quem tem opinião e critica os militares neste "país" "democrático"? Ainda gostava que alguém me explicasse quais as habilitações de Francisco Fadul para ser presidente do Tribunal de Contas da Guiné. Nomeado por Nino Vieira (antes era pró-Mané...), uma das primeiras medidas foi pôr o Governo em tribunal. Excelente...]
"Fui espancado por 15 homens vestidos com uniformes militares e armados com AK-47", afirmou Fadul, em declarações aos jornalistas. "Roubaram-me dinheiro e bens", acrescentou.
O ataque a Francisco Fadul aconteceu depois do ex-governante ter acusado o primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, de estar a revelar atitudes de submissão perante os militares, durante uma conferência de imprensa, na segunda-feira.
Fadul alertou ainda na conferência de imprensa para o "risco de as Forças Armadas assumirem o poder" caso não houvesse um consenso entre a classe política em relação à realização de presidenciais.
O primeiro-ministro guineense anunciou terça-feira que os partidos políticos chegaram a um consenso político e que as presidenciais deverão ocorrer em finais de Junho.
Entretanto, o representante do secretário-geral das Nações Unidas na Guiné-Bissau, Joseph Mutaboba, condenou os ataques contra Francisco Fadul, e o advogado Pedro Infanda.
Mutaboba "condena a detenção ilegal a 23 de Março do advogado Pedro Infanda pelas Forças Armadas depois das suas declarações à imprensa e os maus-tratos físicos durante a sua detenção".
[É o que acontece a quem tem opinião e critica os militares neste "país" "democrático"? Ainda gostava que alguém me explicasse quais as habilitações de Francisco Fadul para ser presidente do Tribunal de Contas da Guiné. Nomeado por Nino Vieira (antes era pró-Mané...), uma das primeiras medidas foi pôr o Governo em tribunal. Excelente...]
terça-feira, março 31, 2009
Portugal na vice-presidência da UNESCO
Depois de ter conseguido a Vice-presidência da União Latina em Fevereiro, Portugal conseguiu agora ser eleito para outro lugar muito importante na UNESCO: o de Vice-Presidente do "Bureau" da Convenção para a Protecção do Património Cultural Subaquático.
Isso aconteceu na passada sexta-feira, numa reunião que foi aberta pelo antigo Secretário-Geral da ONU, Perez de Cuellar.
O facto de a primeira decisão de Manuel Maria Carrilho (actual Embaixador de Portugal na Unesco) como ministro da Cultura ter sido, em 1995, a da suspensão imediata da legislação que estimulava a caça comercial aos tesouros subaquáticos, teve o seu peso nesta decisão da UNESCO.
Isso aconteceu na passada sexta-feira, numa reunião que foi aberta pelo antigo Secretário-Geral da ONU, Perez de Cuellar.
O facto de a primeira decisão de Manuel Maria Carrilho (actual Embaixador de Portugal na Unesco) como ministro da Cultura ter sido, em 1995, a da suspensão imediata da legislação que estimulava a caça comercial aos tesouros subaquáticos, teve o seu peso nesta decisão da UNESCO.
sexta-feira, março 27, 2009
Brasil oferece aviões militares a Moçambique
O Governo brasileiro vai oferecer aviões P-27 à Força Aérea moçambicana e ajudará a criar uma unidade para operações de manutenção de paz no exército de Moçambique, anunciou hoje o ministro da Defesa, Nelson Jobim.
"Vamos providenciar a transferência do Brasil oferece aviões militares a MoçambiqueO Governo brasileiro vai oferecer aviões P-27 à Força Aérea moçambicana e ajudará a criar uma unidade para operações de manutenção de paz no exército de Moçambique, anunciou hoje o ministro da Defesa, Nelson Jobim.
"Verificarei a possibilidade de mandar mais alguns aviões. Estamos a fazer uma mudança na Força Aérea brasileira, estamos a substituir os P-27 pelos Super Tucanos. Com isso, queremos ver quais os aviões que podemos mandar para cá" (Moçambique), afirmou Nelson Jobim.
O governante brasileiro indicou que nos próximos dias dois oficiais e igual número de mecânicos moçambicanos vão deslocar-se ao Brasil para se familiarizarem com o avião que as autoridades de Defesa brasileiras pretendem transferir para a Força Aérea moçambicana.
"Vamos providenciar a transferência do Brasil oferece aviões militares a MoçambiqueO Governo brasileiro vai oferecer aviões P-27 à Força Aérea moçambicana e ajudará a criar uma unidade para operações de manutenção de paz no exército de Moçambique, anunciou hoje o ministro da Defesa, Nelson Jobim.
"Verificarei a possibilidade de mandar mais alguns aviões. Estamos a fazer uma mudança na Força Aérea brasileira, estamos a substituir os P-27 pelos Super Tucanos. Com isso, queremos ver quais os aviões que podemos mandar para cá" (Moçambique), afirmou Nelson Jobim.
O governante brasileiro indicou que nos próximos dias dois oficiais e igual número de mecânicos moçambicanos vão deslocar-se ao Brasil para se familiarizarem com o avião que as autoridades de Defesa brasileiras pretendem transferir para a Força Aérea moçambicana.
Autarcas de língua portuguesa fazem-se ouvir a uma só voz
Autoridades locais dos oito Estados da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) reúnem-se hoje e amanhã em Lisboa para partilhar experiências de governação e concertar políticas locais de apoio à cooperação e ao desenvolvimento.
No encontro, promovido pela Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e pela Câmara de Lisboa, serão eleitos os órgãos directivos do Fórum das Autoridades Locais da CPLP, associados à declaração de Lisboa.
Além da forte representação de municípios dos países da CPLP (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, S. Tomé e Príncipe e Timor), estarão presentes seis ministros e dois primeiros-ministros (de Portugal e Cabo Verde). No entender de fonte da ANMP, estas presenças de representantes das administrações centrais evidenciam "o reconhecimento do trabalho que os municípios vêm fazendo e o interesse que os governos centrais estão a dedicar à lusofonia".
O cumprimento dos oito Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, traçados em 2000 pela Organização das Nações Unidas, a gestão eficiente da água, o reforço da cooperação, através de acções concretas de partilha, e a criação de instrumentos institucionais que permitam aos municípios de expressão portuguesa falar a uma só voz nas instâncias internacionais, serão temas em debate no fórum.
"No mundo globalizado em que vivemos, precisamos juntar vozes, para nos fazermos ouvir. Pelo património comum e pela língua que partilhamos, os municípios da CPLP têm todas as condições para falarem a uma só voz nos fóruns internacionais", sublinhou a mesma fonte.
A tónica do encontro é a da partilha de experiências, mas sempre no reconhecimento da capacidade do poder local em melhorar as condições de vida das pessoas. "Não queremos impor o nosso modelo e ninguém nos imporá o deles. As boas experiências do Brasil podem não se ajustar em Angola, por exemplo. Estamos é todos disponíveis para ajudar."
No encontro, promovido pela Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e pela Câmara de Lisboa, serão eleitos os órgãos directivos do Fórum das Autoridades Locais da CPLP, associados à declaração de Lisboa.
Além da forte representação de municípios dos países da CPLP (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, S. Tomé e Príncipe e Timor), estarão presentes seis ministros e dois primeiros-ministros (de Portugal e Cabo Verde). No entender de fonte da ANMP, estas presenças de representantes das administrações centrais evidenciam "o reconhecimento do trabalho que os municípios vêm fazendo e o interesse que os governos centrais estão a dedicar à lusofonia".
O cumprimento dos oito Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, traçados em 2000 pela Organização das Nações Unidas, a gestão eficiente da água, o reforço da cooperação, através de acções concretas de partilha, e a criação de instrumentos institucionais que permitam aos municípios de expressão portuguesa falar a uma só voz nas instâncias internacionais, serão temas em debate no fórum.
"No mundo globalizado em que vivemos, precisamos juntar vozes, para nos fazermos ouvir. Pelo património comum e pela língua que partilhamos, os municípios da CPLP têm todas as condições para falarem a uma só voz nos fóruns internacionais", sublinhou a mesma fonte.
A tónica do encontro é a da partilha de experiências, mas sempre no reconhecimento da capacidade do poder local em melhorar as condições de vida das pessoas. "Não queremos impor o nosso modelo e ninguém nos imporá o deles. As boas experiências do Brasil podem não se ajustar em Angola, por exemplo. Estamos é todos disponíveis para ajudar."
quarta-feira, março 25, 2009
Noesis assina parceria com a maior petrolífera de Moçambique
A Noesis avançou em Moçambique com uma parceria com a EBS, da PetroMoc - Empresa Nacional de Petróleos de Moçambique, para a realização de projectos na área das tecnologias de informação.
Segundo um comunicado da Noesis, o acordo, que reforça a estratégia de internacionalização da empresa de tecnologias de informação, foi assinado em Moçambique no mês passado para a realização de projectos nas áreas de Systems & Engineering, Application Management e Business Solutions para clientes de Moçambique.
Um objectivo específico é a cooperação com o parceiro EBS em projectos SAP (Infrastructure Management, Application Management, Quality Management e Business Solutions) da PetroMoc e serviços associados.
Serão ainda disponibilizadas ferramentas informáticas que facilitem o crescimento dos negócios dos clientes.
Além disso, a NOESIS e a EBS desenharam ainda um plano comercial de abordagem às principais empresas de Moçambique.
O grupo PetroMoc é o maior distribuidor de combustíveis, óleos e lubrificantes, em Moçambique, e tem como clientes, as principais empresas de transporte, energia, agricultura e pesca do país, e o próprio Estado, distribuindo para companhias de países vizinhos, como o Malawi, Zâmbia e Zimbabwe.
A Noesis registou um crescimento de 33% em 2008, com um volume de facturação fixado nos 11,7 milhões de euros.
Segundo um comunicado da Noesis, o acordo, que reforça a estratégia de internacionalização da empresa de tecnologias de informação, foi assinado em Moçambique no mês passado para a realização de projectos nas áreas de Systems & Engineering, Application Management e Business Solutions para clientes de Moçambique.
Um objectivo específico é a cooperação com o parceiro EBS em projectos SAP (Infrastructure Management, Application Management, Quality Management e Business Solutions) da PetroMoc e serviços associados.
Serão ainda disponibilizadas ferramentas informáticas que facilitem o crescimento dos negócios dos clientes.
Além disso, a NOESIS e a EBS desenharam ainda um plano comercial de abordagem às principais empresas de Moçambique.
O grupo PetroMoc é o maior distribuidor de combustíveis, óleos e lubrificantes, em Moçambique, e tem como clientes, as principais empresas de transporte, energia, agricultura e pesca do país, e o próprio Estado, distribuindo para companhias de países vizinhos, como o Malawi, Zâmbia e Zimbabwe.
A Noesis registou um crescimento de 33% em 2008, com um volume de facturação fixado nos 11,7 milhões de euros.
TAP nomeada para melhor companhia do mundo
A TAP foi ontem nomeada pela revista espanhola Condé Nast Traveler para o prémio de melhor companhia aérea do mundo.
A transportadora disputa o prémio com a British Airways, Air France, Thai, Iberia, Vueling, easyJet, Ryanair e Air Berlim.
[É uma distinção merecida para a TAP ser nomeada e estar entre companhias tão prestigiadas. Parabéns à companhia, na pessoa de Fernando Pinto (e sua direcção) e dos seus trabalhadores, que tanto têm feito para engrandecer a companhia de bandeira portuguesa.]
A transportadora disputa o prémio com a British Airways, Air France, Thai, Iberia, Vueling, easyJet, Ryanair e Air Berlim.
[É uma distinção merecida para a TAP ser nomeada e estar entre companhias tão prestigiadas. Parabéns à companhia, na pessoa de Fernando Pinto (e sua direcção) e dos seus trabalhadores, que tanto têm feito para engrandecer a companhia de bandeira portuguesa.]
terça-feira, março 24, 2009
Espanha: Extremadura lança campanha para fomentar aprendizagem da língua portuguesa
A região espanhola da Extremadura iniciou hoje uma campanha para estimular os cidadãos a conhecerem a língua portuguesa, ampliando tanto a sua cultura como as possibilidades de negócio.
Intitulada "Aprende português, abrir-te-á muitas portas", a campanha está a ser desenvolvida pelo Governo regional da Extremadura e pretende ainda que os alunos da região optem pelo português na sua formação. Esta região espanhola é a primeira do país a incluir o português no currículo escolar, mediante um acordo negociado nos últimos anos e assinado na última cimeira Ibérica, que decorreu em Janeiro em Zamora.
Falando na apresentação da campanha, em Mérida, Maria Dolores Pallero, vice-presidente da Junta da Extremadura explicou que a campanha que dura até Setembro apostará em particular nos períodos de matrículas para os cursos académicos. Com uma fronteira de 400 quilómetros com Portugal, a Extremadura poderá, segundo Pallero, beneficiar significativamente com a aprendizagem do português, o que abriria ainda mais portas no mercado de Portugal. A campanha pretende dar "mais um passo" no "aproveitamento das sinergias" possíveis dada a proximidade geográfica entre os dois países, segundo disse Pallero. Pallero recordou que o Governo continuará a desenvolver esforços para ampliar o ensino do português que é já a segunda língua mais procurada nas escolas da região, apenas atrás do inglês. Em paralelo, o Gabinete de Iniciativa Transfronteiriça (GIJ) desenvolve vários cursos de português em que já participaram mais de 10 mil alunos. A aposta, explicou, é procurar avançar agora na criação de uma euro-região que envolva a Extremadura espanhola e as zonas do Alentejo e Centro de Portugal.
Recorde-se que, no passado dia 22 de Janeiro, os Governos de Portugal e Espanha, reunidos em Zamora, comprometeram-se a avançar com o ensino do português em Espanha e do espanhol em Portugal, num processo que os primeiros-ministros dos dois países classificaram como sendo de particular importância. O primeiro passo formal passou pela assinatura, pelo Ministério da Educação português e pela Junta da Extremadura, de um memorando de entendimento para a introdução do Português como língua Estrangeira de opção curricular no sistema educativo daquela comunidade autónoma espanhola. Esse acordo estipula que a Junta da Extremadura se compromete a adoptar todas as medidas necessárias para que o Português se torne língua de opção e avaliação curricular nos estabelecimentos de ensino do seu território.
O primeiro-ministro espanhol, José Luís Rodríguez Zapatero, destacou a importância do acordo afirmando que os dois Governos partilham de uma "vontade firme" de "fazer valer, de forma conjunta, o que representam a língua portuguesa e o castelhano no mundo", onde estas línguas são faladas por mais de 650 milhões de pessoas. Zapatero garantiu que é "desejo e vontade" que a iniciativa já concretizada com a Extremadura seja agora "impulsionada noutras comunidades autónomas ou em áreas de determinadas comunidades autónomas". "É uma boa notícia, representa uma visão partilhada do futuro. O apoio recíproco ao espanhol e ao português é muito enriquecedor para os dois países, para as duas línguas e para os dois povos", disse Zapatero.
[E assim começa uma baralhação que, à primeira vista, parece ser do interesse de todos. À primeira vista!
Note-se a candura da afirmação de Zapatero: "fazer valer, de forma conjunta o que representam a língua portuguesa e o castelhano no mundo", demonstrando que as contas já estão feitinhas, desde há muito, pelas chancelarias espanholas].
Intitulada "Aprende português, abrir-te-á muitas portas", a campanha está a ser desenvolvida pelo Governo regional da Extremadura e pretende ainda que os alunos da região optem pelo português na sua formação. Esta região espanhola é a primeira do país a incluir o português no currículo escolar, mediante um acordo negociado nos últimos anos e assinado na última cimeira Ibérica, que decorreu em Janeiro em Zamora.
Falando na apresentação da campanha, em Mérida, Maria Dolores Pallero, vice-presidente da Junta da Extremadura explicou que a campanha que dura até Setembro apostará em particular nos períodos de matrículas para os cursos académicos. Com uma fronteira de 400 quilómetros com Portugal, a Extremadura poderá, segundo Pallero, beneficiar significativamente com a aprendizagem do português, o que abriria ainda mais portas no mercado de Portugal. A campanha pretende dar "mais um passo" no "aproveitamento das sinergias" possíveis dada a proximidade geográfica entre os dois países, segundo disse Pallero. Pallero recordou que o Governo continuará a desenvolver esforços para ampliar o ensino do português que é já a segunda língua mais procurada nas escolas da região, apenas atrás do inglês. Em paralelo, o Gabinete de Iniciativa Transfronteiriça (GIJ) desenvolve vários cursos de português em que já participaram mais de 10 mil alunos. A aposta, explicou, é procurar avançar agora na criação de uma euro-região que envolva a Extremadura espanhola e as zonas do Alentejo e Centro de Portugal.
Recorde-se que, no passado dia 22 de Janeiro, os Governos de Portugal e Espanha, reunidos em Zamora, comprometeram-se a avançar com o ensino do português em Espanha e do espanhol em Portugal, num processo que os primeiros-ministros dos dois países classificaram como sendo de particular importância. O primeiro passo formal passou pela assinatura, pelo Ministério da Educação português e pela Junta da Extremadura, de um memorando de entendimento para a introdução do Português como língua Estrangeira de opção curricular no sistema educativo daquela comunidade autónoma espanhola. Esse acordo estipula que a Junta da Extremadura se compromete a adoptar todas as medidas necessárias para que o Português se torne língua de opção e avaliação curricular nos estabelecimentos de ensino do seu território.
O primeiro-ministro espanhol, José Luís Rodríguez Zapatero, destacou a importância do acordo afirmando que os dois Governos partilham de uma "vontade firme" de "fazer valer, de forma conjunta, o que representam a língua portuguesa e o castelhano no mundo", onde estas línguas são faladas por mais de 650 milhões de pessoas. Zapatero garantiu que é "desejo e vontade" que a iniciativa já concretizada com a Extremadura seja agora "impulsionada noutras comunidades autónomas ou em áreas de determinadas comunidades autónomas". "É uma boa notícia, representa uma visão partilhada do futuro. O apoio recíproco ao espanhol e ao português é muito enriquecedor para os dois países, para as duas línguas e para os dois povos", disse Zapatero.
[E assim começa uma baralhação que, à primeira vista, parece ser do interesse de todos. À primeira vista!
Note-se a candura da afirmação de Zapatero: "fazer valer, de forma conjunta o que representam a língua portuguesa e o castelhano no mundo", demonstrando que as contas já estão feitinhas, desde há muito, pelas chancelarias espanholas].
segunda-feira, março 23, 2009
Guiné-Bissau: Henrique Rosa "disponível" para se candidatar à Presidência da república
O antigo presidente interino da Guiné-Bissau Henrique Rosa disse hoje estar "disponível" para se candidatar às eleições presidenciais guineenses previstas para dentro de dois meses.
Em declarações na Cidade da Praia, onde se encontra de visita privada, Henrique Rosa, que governou interinamente a Guiné-Bissau após o golpe de Estado de 2003 que derrubou Kumba Ialá, indicou estar a ser alvo de "grande pressão" para se apresentar como candidato.
"Estou disponível para ajudar a Guiné-Bissau, que precisa muito de todos os seus filhos. Estou a receber uma grande pressão nesse sentido - e eu tenho responsabilidades e quero ajudar", afirmou Rosa, presidente interino entre 28 de Setembro de 2003 e 1 de Outubro de 2005.
Escusando adiantar de onde vem a pressão, Henrique Rosa, 63 anos, natural de Bafatá, 150 quilómetros a Leste de Bissau, referiu que, apesar da disponibilidade, ainda não tomou uma decisão definitiva sobre se a sua candidatura à Presidência Guineense será a melhor forma de ajudar o país.
Sobre os acontecimentos que levaram, no início deste mês, aos assassínios do então presidente João Bernardo "Nino" Vieira e do na altura chefe do Estado-Maior das Forças Armadas (CEMGFA), general Tagmé Na Waié, Rosa nada comentou, limitando-se a considerá-los uma "tragédia".
De visita privada a Cabo Verde, o ex-presidente guineense foi hoje recebido pelo Chefe de Estado cabo-verdiano, Pedro Pires, "amigo de há muito", com quem falou sobre a situação na Guiné-Bissau.
Henrique Rosa, porém, nada disse sobre se uma eventual sua candidatura à Presidência Guineense foi um dos temas abordados.
Empresário, sem filiação partidária e com ligações profundas à Igreja Católica, Henrique Rosa foi, no passado, entre outras funções, cônsul honorário da Bélgica na Guiné-Bissau e presidiu, em 1994, embora temporariamente, à Comissão Nacional de Eleições (CNE) na altura em que se preparavam as primeiras eleições multipartidárias do país.
Durante a interinidade da sua presidência, a sua acção foi elogiada por toda a comunidade internacional e reconhecida pelos políticos guineenses, que o "acusam" de ter conseguido levar a transição até ao fim, permitindo a realização das legislativas de Março de 2004 e as presidenciais de Julho de 2005.
Em declarações na Cidade da Praia, onde se encontra de visita privada, Henrique Rosa, que governou interinamente a Guiné-Bissau após o golpe de Estado de 2003 que derrubou Kumba Ialá, indicou estar a ser alvo de "grande pressão" para se apresentar como candidato.
"Estou disponível para ajudar a Guiné-Bissau, que precisa muito de todos os seus filhos. Estou a receber uma grande pressão nesse sentido - e eu tenho responsabilidades e quero ajudar", afirmou Rosa, presidente interino entre 28 de Setembro de 2003 e 1 de Outubro de 2005.
Escusando adiantar de onde vem a pressão, Henrique Rosa, 63 anos, natural de Bafatá, 150 quilómetros a Leste de Bissau, referiu que, apesar da disponibilidade, ainda não tomou uma decisão definitiva sobre se a sua candidatura à Presidência Guineense será a melhor forma de ajudar o país.
Sobre os acontecimentos que levaram, no início deste mês, aos assassínios do então presidente João Bernardo "Nino" Vieira e do na altura chefe do Estado-Maior das Forças Armadas (CEMGFA), general Tagmé Na Waié, Rosa nada comentou, limitando-se a considerá-los uma "tragédia".
De visita privada a Cabo Verde, o ex-presidente guineense foi hoje recebido pelo Chefe de Estado cabo-verdiano, Pedro Pires, "amigo de há muito", com quem falou sobre a situação na Guiné-Bissau.
Henrique Rosa, porém, nada disse sobre se uma eventual sua candidatura à Presidência Guineense foi um dos temas abordados.
Empresário, sem filiação partidária e com ligações profundas à Igreja Católica, Henrique Rosa foi, no passado, entre outras funções, cônsul honorário da Bélgica na Guiné-Bissau e presidiu, em 1994, embora temporariamente, à Comissão Nacional de Eleições (CNE) na altura em que se preparavam as primeiras eleições multipartidárias do país.
Durante a interinidade da sua presidência, a sua acção foi elogiada por toda a comunidade internacional e reconhecida pelos políticos guineenses, que o "acusam" de ter conseguido levar a transição até ao fim, permitindo a realização das legislativas de Março de 2004 e as presidenciais de Julho de 2005.
Igreja de Cabinda fora dos assuntos abordados por Bento XVI
O bispo de Cabinda, D. Filomeno Vieira Dias, desvalorizou hoje em Luanda a situação da Igreja naquele território, frisando não ser um assunto que mereça tratamento diferente das "situações ordinárias" na vida da Igreja.
Em 2005, a Igreja Católica em Cabinda enfrentou uma crise que levou ao encerramento de uma das suas paróquias e ao afastamento de dois padres da região, alegadamente pelo envolvimento na situação política do enclave, nomeadamente com as pretensões independentistas.
Segundo D. Filomeno Vieira Dias, que falava aos jornalistas numa conferência de imprensa de balanço da visita do Papa a Angola, a situação da Igreja em Cabinda "chama a atenção pela anormalidade, mas não foi objecto de conversa com o Santo Padre que está desde a nomeação do bispo informado deste facto".
"Foi Bento XVI que confirmou a nomeação do actual bispo de Cabinda. O cardeal que segue as situações da Igreja em África esteve em Cabinda, falou com o clero e os fiéis e disse qual é o caminho", referiu D. Filomeno Vieira Dias.
Em 2005, a Igreja Católica em Cabinda enfrentou uma crise que levou ao encerramento de uma das suas paróquias e ao afastamento de dois padres da região, alegadamente pelo envolvimento na situação política do enclave, nomeadamente com as pretensões independentistas.
Segundo D. Filomeno Vieira Dias, que falava aos jornalistas numa conferência de imprensa de balanço da visita do Papa a Angola, a situação da Igreja em Cabinda "chama a atenção pela anormalidade, mas não foi objecto de conversa com o Santo Padre que está desde a nomeação do bispo informado deste facto".
"Foi Bento XVI que confirmou a nomeação do actual bispo de Cabinda. O cardeal que segue as situações da Igreja em África esteve em Cabinda, falou com o clero e os fiéis e disse qual é o caminho", referiu D. Filomeno Vieira Dias.
Líder da OLP assassinado no Líbano
Um líder da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) no Líbano e três seguranças morreram hoje na explosão de uma bomba à passagem dos veículos em que seguiam num campo de refugiados palestinianos no sul do país.
Kamal Medhat, adjunto do representante da OLP no Líbano, morreu quando uma bomba colocada na berma de uma estrada explodiu no momento em que o comboio estava à entrada do campo e de um posto de controlo do exército libanês, disse Munir Makdah, secretário de segurança dos 12 campos de refugiados palestinianos no Líbano.
O automóvel de Medhat foi projectado pela força da explosão até um terreno próximo, ficando totalmente destruído.
Três seguranças morreram, de acordo com o exército libanês.
Medhat, 50 anos, também conhecido como Kamal Nagi, foi no passado director dos serviços de inteligência do Fatah, o movimento do presidente palestiniano, Mahmud Abbas, e membro de topo da OLP. Era um dos principais companheiros de Yasser Arafat quando este dirigia as actividades da guerrilha palestiniana contra Israel a partir do Líbano, nos anos 70.
Kamal Medhat, adjunto do representante da OLP no Líbano, morreu quando uma bomba colocada na berma de uma estrada explodiu no momento em que o comboio estava à entrada do campo e de um posto de controlo do exército libanês, disse Munir Makdah, secretário de segurança dos 12 campos de refugiados palestinianos no Líbano.
O automóvel de Medhat foi projectado pela força da explosão até um terreno próximo, ficando totalmente destruído.
Três seguranças morreram, de acordo com o exército libanês.
Medhat, 50 anos, também conhecido como Kamal Nagi, foi no passado director dos serviços de inteligência do Fatah, o movimento do presidente palestiniano, Mahmud Abbas, e membro de topo da OLP. Era um dos principais companheiros de Yasser Arafat quando este dirigia as actividades da guerrilha palestiniana contra Israel a partir do Líbano, nos anos 70.
Vinho 'Yes We Can' de Abrantes conquista americanos
Da Herdade de Cadouços, no norte do Ribatejo, saiu um vinho biológico que está a fazer furor entre os consumidores dos EUA. Ou não tivesse escolhido para nome o 'slogan' da campanha presidencial de Barack Obama.
O vinho tinto Yes We Can Reserve 2007, produzido por processos biológicos na Herdade de Cadouços, no Alto Ribatejo, já conquistou o mercado norte-americano.
A principal característica dos vinhos aqui produzidos, segundo a proprietária Ana Cristina Ventura, é o facto de não haver qualquer manipulação química, com uma "filosofia de preservação exclusiva dos aromas naturais", utilizando rolhas de cortiça natural proveniente de agricultura em modo biológico e utilizando rótulos de papel ecológico e tintas vegetais.
Composta por 600 hectares de área e situada no norte do Ribatejo, em Bemposta, Abrantes, a Herdade de Cadouços bebe influências das Beiras e do Alentejo, num ambiente de lagos com nascentes naturais e montados de sobro, pontuados por flora diversa autóctone e aves migratórias.
Com um volume de vinho certificado de 3750 litros, a produção em garrafa do Yes We Can Reserve 2007 atingiu as 15 mil unidades "muito por força das encomendas que chegam dos EUA, essencialmente de Chicago, mas também do Brasil e Angola".
O vinho é produzido exclusivamente para exportação. E, segundo Ana Cristina Ventura, que coordena todo o processo desde a viticultura ao estágio, o nome "não nasceu pelo modismo ou pelas novas tendências, antes por um conceito que vivenciamos".
A marca Yes We Can "reflecte na perfeição a nossa maneira de estar na vida e a nossa filosofia de acreditar que podemos fazer coisas com qualidade, preservando a autenticidade da natureza", disse.
"Em vez da produção em quantidade, privilegiamos a qualidade, com uma vindima onde as uvas são recolhidas suavemente por uma equipa de senhoras", explica a proprietária do empreendimento.
"Há vários estudos que comprovam a influência da música na água e plantas, pelo que consideramos ser esta fase do estágio um corolário de sentimentos que representam um ambiente de paz, harmonia e interioridade espiritual", afirmou Ana Cristina Ventura.
O Yes We Can Reserve 2007 está certificado pela Comissão Vitivinícola Regional do Ribatejo (CVRR).
O Guia Michelin reconhece, desde há dois anos, a herdade como turismo de qualidade, o que permitiu atrair turistas de Espanha, França e Inglaterra.
O vinho tinto Yes We Can Reserve 2007, produzido por processos biológicos na Herdade de Cadouços, no Alto Ribatejo, já conquistou o mercado norte-americano.
A principal característica dos vinhos aqui produzidos, segundo a proprietária Ana Cristina Ventura, é o facto de não haver qualquer manipulação química, com uma "filosofia de preservação exclusiva dos aromas naturais", utilizando rolhas de cortiça natural proveniente de agricultura em modo biológico e utilizando rótulos de papel ecológico e tintas vegetais.
Composta por 600 hectares de área e situada no norte do Ribatejo, em Bemposta, Abrantes, a Herdade de Cadouços bebe influências das Beiras e do Alentejo, num ambiente de lagos com nascentes naturais e montados de sobro, pontuados por flora diversa autóctone e aves migratórias.
Com um volume de vinho certificado de 3750 litros, a produção em garrafa do Yes We Can Reserve 2007 atingiu as 15 mil unidades "muito por força das encomendas que chegam dos EUA, essencialmente de Chicago, mas também do Brasil e Angola".
O vinho é produzido exclusivamente para exportação. E, segundo Ana Cristina Ventura, que coordena todo o processo desde a viticultura ao estágio, o nome "não nasceu pelo modismo ou pelas novas tendências, antes por um conceito que vivenciamos".
A marca Yes We Can "reflecte na perfeição a nossa maneira de estar na vida e a nossa filosofia de acreditar que podemos fazer coisas com qualidade, preservando a autenticidade da natureza", disse.
"Em vez da produção em quantidade, privilegiamos a qualidade, com uma vindima onde as uvas são recolhidas suavemente por uma equipa de senhoras", explica a proprietária do empreendimento.
"Há vários estudos que comprovam a influência da música na água e plantas, pelo que consideramos ser esta fase do estágio um corolário de sentimentos que representam um ambiente de paz, harmonia e interioridade espiritual", afirmou Ana Cristina Ventura.
O Yes We Can Reserve 2007 está certificado pela Comissão Vitivinícola Regional do Ribatejo (CVRR).
O Guia Michelin reconhece, desde há dois anos, a herdade como turismo de qualidade, o que permitiu atrair turistas de Espanha, França e Inglaterra.
quinta-feira, março 19, 2009
Jorge Moreira da Silva, Assessor de Cavaco Silva, vai para a ONU
Jorge Moreira da Silva, assessor de Cavaco Silva para a Ciência e Ambiente, vai abandonar funções em Belém para coordenar as novas políticas, parcerias e instrumentos financeiros no sector da energia e alterações climáticas do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas.
"Foi uma grande honra ter colaborado durante os últimos três anos com o Presidente da República da parte de quem recebi, sempre, demonstrações de confiança política e de estima pessoal", disse Moreira da Silva, ex-secretário de Estado do Ambiente e ex-secretário de Estado doa Ciência e Ensino Superior.
No novo cargo de Consultor das Nações Unidas, Moreira da Silva passa a representar o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) nas negociações internacionais sobre o regime climático em vigor após 2012, quando terminar o Protocolo de Quioto.
"Foi gratificante ter sido o escolhido, no âmbito de um concurso internacional muito competitivo, até porque se trata do exercício de funções à escala global, numa área tão relevante para o nosso futuro como a energia e as alterações climáticas", disse Moreira da Silva.
Jorge Moreira da Silva passa agora a ser responsável pelo desenho, negociação política e implementação de novas políticas, parcerias e instrumentos financeiros em resposta aos problemas das alterações climáticas, da energia e da pobreza nos países em vias de desenvolvimento.
O até agora assessor de Cavaco Silva desempenhará as novas funções a partir da sede do PNUD, em Nova Iorque, e das suas delegações em Bruxelas e Genebra.
Deputado Europeu até 2003, Moreira da Silva foi o autor da Directiva Comunitária do Comércio de Emissões de CO2 e chefiou as delegações europeias às Conferências das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, que concluíram a negociação do Protocolo de Quioto.
[Parabéns Jorge. A quem Deus promete, não falha!]
"Foi uma grande honra ter colaborado durante os últimos três anos com o Presidente da República da parte de quem recebi, sempre, demonstrações de confiança política e de estima pessoal", disse Moreira da Silva, ex-secretário de Estado do Ambiente e ex-secretário de Estado doa Ciência e Ensino Superior.
No novo cargo de Consultor das Nações Unidas, Moreira da Silva passa a representar o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) nas negociações internacionais sobre o regime climático em vigor após 2012, quando terminar o Protocolo de Quioto.
"Foi gratificante ter sido o escolhido, no âmbito de um concurso internacional muito competitivo, até porque se trata do exercício de funções à escala global, numa área tão relevante para o nosso futuro como a energia e as alterações climáticas", disse Moreira da Silva.
Jorge Moreira da Silva passa agora a ser responsável pelo desenho, negociação política e implementação de novas políticas, parcerias e instrumentos financeiros em resposta aos problemas das alterações climáticas, da energia e da pobreza nos países em vias de desenvolvimento.
O até agora assessor de Cavaco Silva desempenhará as novas funções a partir da sede do PNUD, em Nova Iorque, e das suas delegações em Bruxelas e Genebra.
Deputado Europeu até 2003, Moreira da Silva foi o autor da Directiva Comunitária do Comércio de Emissões de CO2 e chefiou as delegações europeias às Conferências das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, que concluíram a negociação do Protocolo de Quioto.
[Parabéns Jorge. A quem Deus promete, não falha!]
quarta-feira, março 18, 2009
Comité Olímpico de Macau nomeia Alex Vong presidente Comité Executivo da ACOLOP
O Comité Olímpico de Macau (COM) nomeou Alex Vong como presidente do Comité Executivo da Associação dos Comités Olímpicos de Língua Oficial Portuguesa (ACOLOP), disse hoje Charles Lo, presidente do COM.
"O Alex Vong é o único dos nossos membros que fala bem o português e, por isso, foi naturalmente o membro escolhido para ser o representante de Macau na ACOLOP", disse Lo, justificando a escolha.
Charles Lo disse ainda que Manuel Silvério já apresentou a resignação ao cargo, acrescentando que a indicação de Alex Vong é uma consequência natural, já que, de acordo com os estatutos da associação, a presidência do Comité Executivo da ACOLOP cabe a Macau e não a uma pessoa.
O mesmo responsável garantiu a disponibilidade de Macau em manter no território a sede da associação e elogiou Manuel Silvério "pelo trabalho de união dos povos de língua portuguesa, numa associação que vai muito além das fronteiras do desporto".
"A ACOLOP é um organismo que, através do desporto, promove a união dos povos de língua e cultura portuguesas e contribui, além do desporto, para fomentar a cooperação noutras áreas, como a economia", sublinhou Charles Lo.
A ACOLOP é a entidade responsável pela realização dos Jogos da Lusofonia, cuja segunda edição se realiza este ano em Lisboa, entre 11 e 19 de Julho.
"O Alex Vong é o único dos nossos membros que fala bem o português e, por isso, foi naturalmente o membro escolhido para ser o representante de Macau na ACOLOP", disse Lo, justificando a escolha.
Charles Lo disse ainda que Manuel Silvério já apresentou a resignação ao cargo, acrescentando que a indicação de Alex Vong é uma consequência natural, já que, de acordo com os estatutos da associação, a presidência do Comité Executivo da ACOLOP cabe a Macau e não a uma pessoa.
O mesmo responsável garantiu a disponibilidade de Macau em manter no território a sede da associação e elogiou Manuel Silvério "pelo trabalho de união dos povos de língua portuguesa, numa associação que vai muito além das fronteiras do desporto".
"A ACOLOP é um organismo que, através do desporto, promove a união dos povos de língua e cultura portuguesas e contribui, além do desporto, para fomentar a cooperação noutras áreas, como a economia", sublinhou Charles Lo.
A ACOLOP é a entidade responsável pela realização dos Jogos da Lusofonia, cuja segunda edição se realiza este ano em Lisboa, entre 11 e 19 de Julho.
terça-feira, março 17, 2009
Corticeira Amorim integra "green list" de revista britânica
A Corticeira Amorim é a única empresa portuguesa e a única produtora de vedantes a integrar o “Top 50 - Green List” da revista The Drinks Business, a mais prestigiada publicação profissional do sector vinícola e de bebidas do Reino Unido.
A publicação britânica "reconheceu o compromisso da Corticeira Amorim na preservação dos montados de sobro e da biodiversidade, assim como pelo trabalho desenvolvido em matéria de pegada ambiental das rolhas, posicionando o líder mundial da cortiça como a 25º empresa mais influente de todo o sector vinícola a nível mundial", refere um comunicado da corticeira.
A capacidade de "influência das empresas seleccionadas junto dos consumidores internacionais, no que diz respeito a questões ecológicas e de sustentabilidade", foi o critério para a inclusão no ranking da revista.
Foram também argumentos de relevo para a eleição a campanha "Save Miguel", o Relatório de Sustentabilidade, a actuação da Corticeira Amorim na promoção dos benefícios sustentáveis e ecológicos da cortiça e o trabalho desenvolvido em prol da Certificação Florestal.
A publicação britânica "reconheceu o compromisso da Corticeira Amorim na preservação dos montados de sobro e da biodiversidade, assim como pelo trabalho desenvolvido em matéria de pegada ambiental das rolhas, posicionando o líder mundial da cortiça como a 25º empresa mais influente de todo o sector vinícola a nível mundial", refere um comunicado da corticeira.
A capacidade de "influência das empresas seleccionadas junto dos consumidores internacionais, no que diz respeito a questões ecológicas e de sustentabilidade", foi o critério para a inclusão no ranking da revista.
Foram também argumentos de relevo para a eleição a campanha "Save Miguel", o Relatório de Sustentabilidade, a actuação da Corticeira Amorim na promoção dos benefícios sustentáveis e ecológicos da cortiça e o trabalho desenvolvido em prol da Certificação Florestal.
Presidente da Hikma diz que "Portugal não é conhecido no Médio Oriente"
O fundador do grupo farmacêutico jordano Hikma, Samih Darwazah, incentivou as autoridades portuguesas a irem captar investimento ao Médio Oriente, afirmando, após uma visita do rei da Jordânia à fábrica que a Hikma tem em Sintra, que "Portugal não é conhecido no Médio Oriente".
Samih Darwazah, que fundou a Hikma Pharmaceuticals em 1978 e trouxe a empresa para Portugal em 1989, comentou que “Portugal tem do melhor turismo na Europa”. “Estou certo de que muitos investidores do Médio Oriente se interessariam”, disse o presidente do grupo farmacêutico jordano, que é um dos principais grupos empresariais daquele país. O mesmo responsável assegura que em Portugal “os resultados são bons” e estão a ser reinvestidos.
O rei da Jordânia, Abdullah II, visitou hoje a fábrica da Hikma para inaugurar oficialmente uma nova linha de produção de antibióticos. Das poucas declarações à imprensa de Abdullah II, o rei jordano assinalou que o investimento da Hikma em Portugal “é um novo passo” nas relações bilaterais. “Acho isto fantástico”, disse o chefe de Estado durante a visita às novas instalações da farmacêutica. A nova linha permite à Hikma ampliar a sua produção de cefalosporinas (antibiótico da família da penicilina) de dois milhões de frascos por mês para 4,5 milhões de unidades, criando 40 postos de trabalho, com um investimento de 15,5 milhões de euros.
Samih Darwazah, que fundou a Hikma Pharmaceuticals em 1978 e trouxe a empresa para Portugal em 1989, comentou que “Portugal tem do melhor turismo na Europa”. “Estou certo de que muitos investidores do Médio Oriente se interessariam”, disse o presidente do grupo farmacêutico jordano, que é um dos principais grupos empresariais daquele país. O mesmo responsável assegura que em Portugal “os resultados são bons” e estão a ser reinvestidos.
O rei da Jordânia, Abdullah II, visitou hoje a fábrica da Hikma para inaugurar oficialmente uma nova linha de produção de antibióticos. Das poucas declarações à imprensa de Abdullah II, o rei jordano assinalou que o investimento da Hikma em Portugal “é um novo passo” nas relações bilaterais. “Acho isto fantástico”, disse o chefe de Estado durante a visita às novas instalações da farmacêutica. A nova linha permite à Hikma ampliar a sua produção de cefalosporinas (antibiótico da família da penicilina) de dois milhões de frascos por mês para 4,5 milhões de unidades, criando 40 postos de trabalho, com um investimento de 15,5 milhões de euros.
Universidade de Coimbra vence "Nobel" da informática
Tecnologia de segurança desenvolvida venceu prémio mundial.
Uma tecnologia de segurança que permite detectar falhas em programas que protegem páginas de Internet, desenvolvida por um investigador da Universidade de Coimbra, venceu o mais prestigiado galardão mundial na área da fiabilidade dos sistemas informáticos.
Desenvolvida por José Fonseca, investigador do grupo Software and Systems Engineering, do Departamento de Engenharia Informática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (DEI/FCTUC), a nova tecnologia venceu o William Carter Award, criado em 1997, e considerado o "prémio Nobel" da área da Fiabilidade Informática.
"Permite testar ferramentas comerciais de segurança. Gera um ataque controlado a um sistema e verifica se o detector de intrusões detecta esse tipo de ataque", disse esta terça-feira, um dos orientadores do trabalho científico agora premiado.
O protótipo testa ferramentas comerciais de segurança de vários tipos, nomeadamente as utilizadas para proteger servidores de páginas pessoais, sítios noticiosos, de agências bancárias ou comércio electrónico, fóruns e redes sociais, entre outros.
Segundo Marco Vieira, a tecnologia desenvolvida no DEI/FCTUC tem como objectivo fornecer ferramentas que possam levar à correcção das debilidades encontradas nos detectores de intrusão "e assim contribuir para a melhoria de segurança das aplicações web".
Aponta, por outro lado, as "potencialidades" da investigação agora premiada em tornar-se uma ferramenta comercial, embora "a longo prazo, num horizonte de dois anos" e na eventualidade de existir um investidor interessado, disse.
A atribuição do prémio entre 300 trabalhos a concurso representa o "reconhecimento máximo" que os investigadores da área de Sistemas Confiáveis podem almejar, sublinhou Marco Vieira, lembrando que é a segunda vez, em 13 edições, que o grupo de trabalho da FCTUC recebe o William Carter Award.
Em 2003 o investigador João Durães foi premiado através de um trabalho científico que fazia a análise das falhas - os chamados bugs - encontradas em software diverso.
"Fez um extenso trabalho de campo, apontando as dez falhas mais comuns, uma espécie de «top ten», e propondo mecanismos para que não se repetissem", explicou.
Uma tecnologia de segurança que permite detectar falhas em programas que protegem páginas de Internet, desenvolvida por um investigador da Universidade de Coimbra, venceu o mais prestigiado galardão mundial na área da fiabilidade dos sistemas informáticos.
Desenvolvida por José Fonseca, investigador do grupo Software and Systems Engineering, do Departamento de Engenharia Informática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (DEI/FCTUC), a nova tecnologia venceu o William Carter Award, criado em 1997, e considerado o "prémio Nobel" da área da Fiabilidade Informática.
"Permite testar ferramentas comerciais de segurança. Gera um ataque controlado a um sistema e verifica se o detector de intrusões detecta esse tipo de ataque", disse esta terça-feira, um dos orientadores do trabalho científico agora premiado.
O protótipo testa ferramentas comerciais de segurança de vários tipos, nomeadamente as utilizadas para proteger servidores de páginas pessoais, sítios noticiosos, de agências bancárias ou comércio electrónico, fóruns e redes sociais, entre outros.
Segundo Marco Vieira, a tecnologia desenvolvida no DEI/FCTUC tem como objectivo fornecer ferramentas que possam levar à correcção das debilidades encontradas nos detectores de intrusão "e assim contribuir para a melhoria de segurança das aplicações web".
Aponta, por outro lado, as "potencialidades" da investigação agora premiada em tornar-se uma ferramenta comercial, embora "a longo prazo, num horizonte de dois anos" e na eventualidade de existir um investidor interessado, disse.
A atribuição do prémio entre 300 trabalhos a concurso representa o "reconhecimento máximo" que os investigadores da área de Sistemas Confiáveis podem almejar, sublinhou Marco Vieira, lembrando que é a segunda vez, em 13 edições, que o grupo de trabalho da FCTUC recebe o William Carter Award.
Em 2003 o investigador João Durães foi premiado através de um trabalho científico que fazia a análise das falhas - os chamados bugs - encontradas em software diverso.
"Fez um extenso trabalho de campo, apontando as dez falhas mais comuns, uma espécie de «top ten», e propondo mecanismos para que não se repetissem", explicou.
Jornal espanhol diz que há crocodilos no Douro ?!
Uma misteriosa placa colocada junto ao cais de Miranda do Douro deu origem a uma notícia em Espanha sobre a existência de crocodilos no Rio Douro, motivo de espanto geral no lado português, escreve a Lusa.
"Portugal proibiu os banho no Rio Douro perante o grave perigo de ataque de crocodilos" assim começa a notícia do jornal espanhol La Opinion, de Zamora, que surpreendeu as autoridades portuguesas, inclusive aquelas que aponta como as protagonistas da inusitada histórica.
"Nós não temos rigorosamente nada a ver com isso", sublinhou à Lusa o vice-presidente da Câmara de Miranda do Douro, Américo Tomé, que ainda não conseguiu encontrar uma explicação para o caso.
O autarca diz que já foi enviado um desmentido para o jornal espanhol que escreve que foi a Câmara que mandou colocar, nas arribas do Douro e junto ao cais, a placa que está na origem da história do periódico zamorano sobre os crocodilos.
O sinal em causa foi colocado no embarcadouro para o cruzeiro ambiental de Miranda do Douro bem visível a quem se dirige para o barco, com um fundo amarelo em que sobressai a figura de um crocodilo.
Em volta do animal duas frases em inglês: "Danger Crocodiles/No Swimming" (Perigo Crocodilos/Não nadar).
Tanto a Câmara de Miranda do Douro como o Parque Natural do Douro Internacional desconhecem a existência de qualquer placa.
O vice-presidente da autarquia local disse que o Município vai averiguar o assunto, mas está convencido de que o autor do misterioso sinal será o proprietário do cruzeiro ambiental, um empresário espanhol.
O espaço onde foi colocado é de acesso restrito pelo que, se se confirmar que é de sua autoria, o vice-presidente da autarquia considera que "não é nada cordial que se coloque ali uma coisa dessas".
"Ainda para mais em inglês, quando os clientes são sobretudo espanhóis", sem esquecer que se está na terra da segunda língua oficial de Portugal, o mirandês.
Como chegaram os crocodilos?
Escreve ainda o jornal que o alerta abrange uma longa faixa ao longo da fronteira e que, embora ainda se desconheça como chegaram os crocodilos ao Douro, tudo aponta que um particular que os adquiriu para mascotes em pequenos se tenha desfeito deles depois de crescerem.
Para o autarca de Miranda do Douro, esta é uma história idêntica à da cobra com 20 metros que há uns anos se dizia nadava nestas águas internacionais.
"Portugal proibiu os banho no Rio Douro perante o grave perigo de ataque de crocodilos" assim começa a notícia do jornal espanhol La Opinion, de Zamora, que surpreendeu as autoridades portuguesas, inclusive aquelas que aponta como as protagonistas da inusitada histórica.
"Nós não temos rigorosamente nada a ver com isso", sublinhou à Lusa o vice-presidente da Câmara de Miranda do Douro, Américo Tomé, que ainda não conseguiu encontrar uma explicação para o caso.
O autarca diz que já foi enviado um desmentido para o jornal espanhol que escreve que foi a Câmara que mandou colocar, nas arribas do Douro e junto ao cais, a placa que está na origem da história do periódico zamorano sobre os crocodilos.
O sinal em causa foi colocado no embarcadouro para o cruzeiro ambiental de Miranda do Douro bem visível a quem se dirige para o barco, com um fundo amarelo em que sobressai a figura de um crocodilo.
Em volta do animal duas frases em inglês: "Danger Crocodiles/No Swimming" (Perigo Crocodilos/Não nadar).
Tanto a Câmara de Miranda do Douro como o Parque Natural do Douro Internacional desconhecem a existência de qualquer placa.
O vice-presidente da autarquia local disse que o Município vai averiguar o assunto, mas está convencido de que o autor do misterioso sinal será o proprietário do cruzeiro ambiental, um empresário espanhol.
O espaço onde foi colocado é de acesso restrito pelo que, se se confirmar que é de sua autoria, o vice-presidente da autarquia considera que "não é nada cordial que se coloque ali uma coisa dessas".
"Ainda para mais em inglês, quando os clientes são sobretudo espanhóis", sem esquecer que se está na terra da segunda língua oficial de Portugal, o mirandês.
Como chegaram os crocodilos?
Escreve ainda o jornal que o alerta abrange uma longa faixa ao longo da fronteira e que, embora ainda se desconheça como chegaram os crocodilos ao Douro, tudo aponta que um particular que os adquiriu para mascotes em pequenos se tenha desfeito deles depois de crescerem.
Para o autarca de Miranda do Douro, esta é uma história idêntica à da cobra com 20 metros que há uns anos se dizia nadava nestas águas internacionais.
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