Os presidentes do Brasil, Lula da Silva, e da Venezuela, Hugo Chávez, são dois dos Chefes de Estado já confirmados para a XIX Cimeira Ibero-Americana que se realiza entre 29 de Novembro e 1 de Dezembro, no Estoril.
Este encontro de Chefes de Estado e de Governo de 22 países está subordinado ao tema da Inovação, explicou ontem Enrique Iglesias, secretário-geral ibero-americano. De acordo com este responsável, a escolha do tema prende-se com a actual crise económica mundial, que pode ser vista como geradora de "oportunidades". A questão do narcotráfico, apesar de não estar agendada, é "um tema vital na América Latina", que exige esforços concertados entre os países, defendeu Iglesias.
terça-feira, novembro 10, 2009
BNU Macau preparado para aumentar capital, diz Faria de Oliveira
O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD) afirma que o Banco Nacional Ultramarino (BNU), em Macau, está preparado para aumentar o capital para responder aos novos desafios, reconhecendo que, "para já, não há razão para o fazer".
"Nós [grupo CGD] estaremos preparados para aumentar o capital social do BNU [BNU] se o investimento for necessário, mas neste momento não vemos razão para o fazer", diz o gestor.
Faria de Oliveira falava à margem do "Global China Business Meeting" que decorre hoje na capital portuguesa e onde participam 200 empresários e quadros superiores das maiores empresas chinesas, de um total de 400 participantes de todo o mundo.
"O BNU é um banco emissor, tradicional, que continua a trabalhar bem e é credível, tendo o grupo Caixa reforçado a sua estratégia na região ao abrir escritórios de representação em Xangai e Zhuhai", acrescenta. Faria de Oliveira desafia ainda as empresas portuguesas a olharem para a China e em particular para esta região, pois "trata-se de uma oportunidade que não pode ser desperdiçada".
"O BNU tem linhas de investimento no montante de 200 milhões de euros que estão subaproveitadas e é preciso que se criem joint ventures de ambos os países para utilizá-las", conclui.
"Nós [grupo CGD] estaremos preparados para aumentar o capital social do BNU [BNU] se o investimento for necessário, mas neste momento não vemos razão para o fazer", diz o gestor.
Faria de Oliveira falava à margem do "Global China Business Meeting" que decorre hoje na capital portuguesa e onde participam 200 empresários e quadros superiores das maiores empresas chinesas, de um total de 400 participantes de todo o mundo.
"O BNU é um banco emissor, tradicional, que continua a trabalhar bem e é credível, tendo o grupo Caixa reforçado a sua estratégia na região ao abrir escritórios de representação em Xangai e Zhuhai", acrescenta. Faria de Oliveira desafia ainda as empresas portuguesas a olharem para a China e em particular para esta região, pois "trata-se de uma oportunidade que não pode ser desperdiçada".
"O BNU tem linhas de investimento no montante de 200 milhões de euros que estão subaproveitadas e é preciso que se criem joint ventures de ambos os países para utilizá-las", conclui.
BES vai expandir operação a Hong Kong, diz Ricardo Salgado
O presidente do Banco Espírito Santo (BES), Ricardo Salgado, afirma que o banco vai expandir a actividade a Hong Kong, tendo já pedido as licenças, adiantando que deverá iniciar a operação em breve.
"Estamos a actuar em Macau, a pedir licenças para operar em Hong Kong e vamos expandir-nos para esta praça financeira a breve trecho", diz o responsável pelo BES. Salgado falava à margem do "Global China Business Meeting" que decorre hoje na capital portuguesa e onde participam 200 empresários e quadros superiores das maiores empresas chinesas, de um total de 400 participantes de todo o mundo.
"Hong Kong tem um dinamismo financeiro incontornável e a China está a abrir-se devagarinho. É preciso estar nesta praça financeira, pois a China está a começar a permitir aos operadores em Hong Kong a terem acesso à moeda local, nomeadamente através de emissões de obrigações. Mas esta é uma fase inicial", explica.
Questionado sobre se o "triângulo Dourado", Portugal/África/Brasil, é uma janela aberta para os investidores, Ricardo Salgado diz que "não é uma janela, é uma porta grande e muitos empresários estão a beneficiar disso". "É um triângulo virtuoso que não é só histórico, nem estático. É muito interactivo e dinâmico, porque os portugueses estão a fazer negócios nesses países e a investir. Temos, depois, os angolanos a investir em Portugal, o que é de louvar. Os brasileiros a investirem no mercado português para entrarem na Europa e, agora, estão a investir em África, nomeadamente em Angola e Moçambique", salienta.
De acordo com Salgado "é um triângulo muito interactivo que está a adquirir uma grande força da qual Portugal tem muito a beneficiar se souber fazer bem as coisas, mas também se internamente se adaptar a essa realidade".
"Nós, infelizmente, temos ouvido em Portugal falar muito em desemprego, recuperação, desenvolvimento e do orçamento, que tem de estar equilibrado. Todos partilhamos destes princípios, mas não podemos deixar de ter uma visão estratégica e lateral para o que se passa no mundo que se está a globalizar a uma velocidade impressionante". Daí que a prioridade para o gestor seja "acompanhar os nossos empresários", embora reconheça que "alguns têm tido dificuldades em entrar na China, não todos, mas a maioria. Estão mais orientados para o Atlântico Sul e para o Norte de África e, por isso, estamos também [na China] a adquirir posições para os apoiar".
Mais de um terço do crescimento mundial tem origem na China, país que até 2020 vai ser a maior economia do mundo, e que no próximo ano irá ultrapassar o Japão.
"Esta parceria estratégica no Atlântico [Portugal, África - Angola e Moçambique] pode ser uma atracção para o capital chinês também entrar nessas regiões", sublinha.
A China é actualmente uma fonte de liquidez e de capitais e "está a reciclar capitais e a investir [também] no Ocidente", diz Salgado, lembrando o papel que Portugal pode ter.
"Estamos a actuar em Macau, a pedir licenças para operar em Hong Kong e vamos expandir-nos para esta praça financeira a breve trecho", diz o responsável pelo BES. Salgado falava à margem do "Global China Business Meeting" que decorre hoje na capital portuguesa e onde participam 200 empresários e quadros superiores das maiores empresas chinesas, de um total de 400 participantes de todo o mundo.
"Hong Kong tem um dinamismo financeiro incontornável e a China está a abrir-se devagarinho. É preciso estar nesta praça financeira, pois a China está a começar a permitir aos operadores em Hong Kong a terem acesso à moeda local, nomeadamente através de emissões de obrigações. Mas esta é uma fase inicial", explica.
Questionado sobre se o "triângulo Dourado", Portugal/África/Brasil, é uma janela aberta para os investidores, Ricardo Salgado diz que "não é uma janela, é uma porta grande e muitos empresários estão a beneficiar disso". "É um triângulo virtuoso que não é só histórico, nem estático. É muito interactivo e dinâmico, porque os portugueses estão a fazer negócios nesses países e a investir. Temos, depois, os angolanos a investir em Portugal, o que é de louvar. Os brasileiros a investirem no mercado português para entrarem na Europa e, agora, estão a investir em África, nomeadamente em Angola e Moçambique", salienta.
De acordo com Salgado "é um triângulo muito interactivo que está a adquirir uma grande força da qual Portugal tem muito a beneficiar se souber fazer bem as coisas, mas também se internamente se adaptar a essa realidade".
"Nós, infelizmente, temos ouvido em Portugal falar muito em desemprego, recuperação, desenvolvimento e do orçamento, que tem de estar equilibrado. Todos partilhamos destes princípios, mas não podemos deixar de ter uma visão estratégica e lateral para o que se passa no mundo que se está a globalizar a uma velocidade impressionante". Daí que a prioridade para o gestor seja "acompanhar os nossos empresários", embora reconheça que "alguns têm tido dificuldades em entrar na China, não todos, mas a maioria. Estão mais orientados para o Atlântico Sul e para o Norte de África e, por isso, estamos também [na China] a adquirir posições para os apoiar".
Mais de um terço do crescimento mundial tem origem na China, país que até 2020 vai ser a maior economia do mundo, e que no próximo ano irá ultrapassar o Japão.
"Esta parceria estratégica no Atlântico [Portugal, África - Angola e Moçambique] pode ser uma atracção para o capital chinês também entrar nessas regiões", sublinha.
A China é actualmente uma fonte de liquidez e de capitais e "está a reciclar capitais e a investir [também] no Ocidente", diz Salgado, lembrando o papel que Portugal pode ter.
Orey Financial continua em diligências para comprar BPP à Privado Holding
A Orey Financial revela em comunicado enviado à CMVM que continua a desenvolver esforços para encontrar uma solução para o Banco Privado Português (BPP), entidade detida a 100% pela Privado Holding.
"A Sociedade Comercial Orey Antunes esclarece que (...) a sua participada Orey Financial - Instituição Financeira de Crédito, S.A., na sequência do seu comunicado de 24 de Julho de 2009 e no âmbito da disponibilidade então demonstrada, continua a desenvolver os melhores esforços para encontrar uma solução que seja aceitável por todas as partes envolvidas", revelou o comunicado.
No domingo foi noticiado que o "Grupo Orey volta à carga", dando conta de um novo plano de recuperação que envolve a Privado Holding e a holding liderada por Duarte d'Orey para resolver o problema do BPP e assegurar a sua sobrevivência, através da injecção de capitais no banco.
"No seguimento de notícias veiculadas na comunicação social, a Sociedade Comercial Orey Antunes informa (...) que é totalmente alheia às notícias publicadas", lê-se no comunicado disponível na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
[Aqui fica, novamente, o apoio à iniciativa de Duarte d'Orey.]
"A Sociedade Comercial Orey Antunes esclarece que (...) a sua participada Orey Financial - Instituição Financeira de Crédito, S.A., na sequência do seu comunicado de 24 de Julho de 2009 e no âmbito da disponibilidade então demonstrada, continua a desenvolver os melhores esforços para encontrar uma solução que seja aceitável por todas as partes envolvidas", revelou o comunicado.
No domingo foi noticiado que o "Grupo Orey volta à carga", dando conta de um novo plano de recuperação que envolve a Privado Holding e a holding liderada por Duarte d'Orey para resolver o problema do BPP e assegurar a sua sobrevivência, através da injecção de capitais no banco.
"No seguimento de notícias veiculadas na comunicação social, a Sociedade Comercial Orey Antunes informa (...) que é totalmente alheia às notícias publicadas", lê-se no comunicado disponível na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
[Aqui fica, novamente, o apoio à iniciativa de Duarte d'Orey.]
segunda-feira, novembro 09, 2009
Reunião interministerial ibero-americana começa hoje no Estoril para discutir ciência e tecnologia
Mais de meia centena de representantes oficiais participam até terça-feira na I Reunião Interministerial Ibero-americana de Inovação e Conhecimento, no Estoril, para discutir temas relacionados com o desenvolvimento científico e tecnológico.
Dar prioridade ao desenvolvimento científico e tecnológico e à inovação como motores do desenvolvimento económico e social será o principal tema em discussão no encontro, que antecede a XIX Cimeira Ibero-americana, agendada para 31 de Novembro e 1 de Dezembro, igualmente no Estoril.
Fonte do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior diz que as propostas discutidas esta semana serão submetidas à consideração dos Chefes de Estado e de Governo durante a cimeira de Dezembro, que também estará subordinada ao tema "Inovação e Conhecimento".
Na reunião interministerial, cujos trabalhos encerram com a aprovação de uma declaração final, será também lançado um novo programa de cooperação no espaço ibero-americano (IBERO-AMÉRICA INOVA) com vista a potenciar a investigação e a inovação conjunta, adianta a tutela.
Dar prioridade ao desenvolvimento científico e tecnológico e à inovação como motores do desenvolvimento económico e social será o principal tema em discussão no encontro, que antecede a XIX Cimeira Ibero-americana, agendada para 31 de Novembro e 1 de Dezembro, igualmente no Estoril.
Fonte do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior diz que as propostas discutidas esta semana serão submetidas à consideração dos Chefes de Estado e de Governo durante a cimeira de Dezembro, que também estará subordinada ao tema "Inovação e Conhecimento".
Na reunião interministerial, cujos trabalhos encerram com a aprovação de uma declaração final, será também lançado um novo programa de cooperação no espaço ibero-americano (IBERO-AMÉRICA INOVA) com vista a potenciar a investigação e a inovação conjunta, adianta a tutela.
ANIVEC/APIV quer reforçar relações comerciais com Angola
Angola é o próximo destino da Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confecção (ANIVEC/APIV), que representa cerca de 700 empresas portuguesas. O país faz parte do plano de internacionalização da associação, cuja próxima missão empresarial parte para Luanda a 22 de Novembro.
Entretanto a ANIVEC/APIV está no Brasil. Oito empresas portuguesas de vestuário e confecção - Acorfato, Ana Salazar, Anos 30, Arcos & Faria, Cruz & Areal, Grasil - Confecções, Hall & CA, Henrique & Oliveira e Troficolor Têxteis - iniciam hoje uma missão empresarial de quatro dias a São Paulo para aprofundar as relações comerciais com o mercado brasileiro.
O Brasil "é um objectivo antigo com potencialidades fantásticas sobretudo em roupa de homem e de criança", diz Alexandre Pinheiro, presidente da ANIVEC/APIV. O responsável explica que "a missão empresarial é para estudar a forma de exportar os produtos, mas também serve para encontrar parceiros, podendo fazer a ponte entre o Brasil e a Europa".
"Temos a ganhar não só o mercado com 100 milhões de potenciais consumidores, como parcerias que se podem fazer, estudando a melhor forma como as empresas se devem organizar para melhor penetrarem no Brasil", acrescenta o presidente da ANIVEC/APIV.
Alexandre Pinheiro reconhece que "as questões burocráticas e alfandegárias são as maiores barreiras à exportação para o Brasil", mas o empresário está confiante que as negociações em curso na Associação Europeia do Sector Têxtil e Vestuário (Euratex) permitirão alcançar "acordos bilaterais" para o "livre comércio e reciprocidade para a indústria da moda".
O presidente da ANIVEC/APIV explica que o Brasil "é um objectivo antigo", tendo em 2008 sido dado o primeiro passo para aprofundar as relações, com um acordo com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e da Confecção (ABIT), que representa cerca de 30.000 empresas brasileiras. Segundo o responsável o acordo permite que ambas as associações utilizem as suas sedes, no Porto e em São Paulo, como escritórios e estabeleçam pontos de colaboração no âmbito do negócio da moda.
Entretanto a ANIVEC/APIV está no Brasil. Oito empresas portuguesas de vestuário e confecção - Acorfato, Ana Salazar, Anos 30, Arcos & Faria, Cruz & Areal, Grasil - Confecções, Hall & CA, Henrique & Oliveira e Troficolor Têxteis - iniciam hoje uma missão empresarial de quatro dias a São Paulo para aprofundar as relações comerciais com o mercado brasileiro.
O Brasil "é um objectivo antigo com potencialidades fantásticas sobretudo em roupa de homem e de criança", diz Alexandre Pinheiro, presidente da ANIVEC/APIV. O responsável explica que "a missão empresarial é para estudar a forma de exportar os produtos, mas também serve para encontrar parceiros, podendo fazer a ponte entre o Brasil e a Europa".
"Temos a ganhar não só o mercado com 100 milhões de potenciais consumidores, como parcerias que se podem fazer, estudando a melhor forma como as empresas se devem organizar para melhor penetrarem no Brasil", acrescenta o presidente da ANIVEC/APIV.
Alexandre Pinheiro reconhece que "as questões burocráticas e alfandegárias são as maiores barreiras à exportação para o Brasil", mas o empresário está confiante que as negociações em curso na Associação Europeia do Sector Têxtil e Vestuário (Euratex) permitirão alcançar "acordos bilaterais" para o "livre comércio e reciprocidade para a indústria da moda".
O presidente da ANIVEC/APIV explica que o Brasil "é um objectivo antigo", tendo em 2008 sido dado o primeiro passo para aprofundar as relações, com um acordo com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e da Confecção (ABIT), que representa cerca de 30.000 empresas brasileiras. Segundo o responsável o acordo permite que ambas as associações utilizem as suas sedes, no Porto e em São Paulo, como escritórios e estabeleçam pontos de colaboração no âmbito do negócio da moda.
China promove encontro em Lisboa para estabelecer parcerias com países lusófonos
A sessão plenária do 5.º Global China Business Meeting reúne terça-feira em Lisboa cerca de duas centenas de empresários e representantes oficiais para estabelecer parcerias internacionais com os países lusófonos.
O encontro é organizado pela empresa suíça Horasis, com o apoio, em Lisboa, da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), e contará com a presença de líderes chineses, portugueses e de países lusófonos, entre outras nacionalidades.
O Global China Business Meeting é considerado o mais importante encontro anual de presidentes de empresas chineses com parceiros internacionais. Segundo a organização estarão presentes os primeiros-ministros de Moçambique, Luísa Dias Diogo, e de Cabo Verde, José Maria Neves, e o vice-primeiro-ministro timorense, José Luís Guterres.
Nas presenças de empresários portugueses destacam-se Ricardo Salgado, presidente do Banco Espírito Santo, Fernando Ulrich, presidente do Banco Português de Investimento, e Fernando Faria de Oliveira, presidente da Caixa Geral de Depósitos.
Encontros semelhantes promovidos pela China têm sido realizados desde 2005 em cidades europeias como Barcelona, Genebra e Frankfurt para promover estratégias de crescimento global.
No encontro - que tem como objectivo desenvolver a cooperação internacional, desta vez com a África - participam ainda Alessandro Teixeira, presidente do APEX (Brasil); Mao Zhenhua, presidente do China Chengxin International Credit Rating (China), David Li, presidente do Bank of East Ásia (Hong Kong); e Frank-Jurgen Richter, presidente da Horasis.
A reunião de empresários e representantes governamentais irá celebrar também o 60.º aniversário da fundação da República Popular da China e os 35 anos das reformas económicas.
Segundo a organização serão também assinalados os 30 anos do início das relações diplomáticas entre a China e Portugal.
A reunião de trabalho do Global China Business Meeting decorre num hotel em Lisboa, na terça-feira, com várias sessões e debates sobre liderança, globalização, investimento, e a cooperação entre a China e países lusófonos.
Hoje, também segundo a organização, decorrerá uma recepção para os participantes no Convento do Beato, com a presença do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, e o presidente do AICEP, Basílio Horta.
A organização refere também a presença do primeiro-ministro nesta recepção, mas fonte do gabinete de José Sócrates disse que o chefe de Governo não irá estar presente por se encontrar na Alemanha, nas comemorações dos 20 anos da queda do Muro de Berlim.
O encontro é organizado pela empresa suíça Horasis, com o apoio, em Lisboa, da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), e contará com a presença de líderes chineses, portugueses e de países lusófonos, entre outras nacionalidades.
O Global China Business Meeting é considerado o mais importante encontro anual de presidentes de empresas chineses com parceiros internacionais. Segundo a organização estarão presentes os primeiros-ministros de Moçambique, Luísa Dias Diogo, e de Cabo Verde, José Maria Neves, e o vice-primeiro-ministro timorense, José Luís Guterres.
Nas presenças de empresários portugueses destacam-se Ricardo Salgado, presidente do Banco Espírito Santo, Fernando Ulrich, presidente do Banco Português de Investimento, e Fernando Faria de Oliveira, presidente da Caixa Geral de Depósitos.
Encontros semelhantes promovidos pela China têm sido realizados desde 2005 em cidades europeias como Barcelona, Genebra e Frankfurt para promover estratégias de crescimento global.
No encontro - que tem como objectivo desenvolver a cooperação internacional, desta vez com a África - participam ainda Alessandro Teixeira, presidente do APEX (Brasil); Mao Zhenhua, presidente do China Chengxin International Credit Rating (China), David Li, presidente do Bank of East Ásia (Hong Kong); e Frank-Jurgen Richter, presidente da Horasis.
A reunião de empresários e representantes governamentais irá celebrar também o 60.º aniversário da fundação da República Popular da China e os 35 anos das reformas económicas.
Segundo a organização serão também assinalados os 30 anos do início das relações diplomáticas entre a China e Portugal.
A reunião de trabalho do Global China Business Meeting decorre num hotel em Lisboa, na terça-feira, com várias sessões e debates sobre liderança, globalização, investimento, e a cooperação entre a China e países lusófonos.
Hoje, também segundo a organização, decorrerá uma recepção para os participantes no Convento do Beato, com a presença do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, e o presidente do AICEP, Basílio Horta.
A organização refere também a presença do primeiro-ministro nesta recepção, mas fonte do gabinete de José Sócrates disse que o chefe de Governo não irá estar presente por se encontrar na Alemanha, nas comemorações dos 20 anos da queda do Muro de Berlim.
Díli já pode concorrer a programas norte-americanos de redução da pobreza
in notíciaslusófonas.com
O programa criado pelos Estados Unidos para a redução da pobreza nos países em desenvolvimento vai contar a partir deste ano com Timor-Leste, disse hoje o embaixador timorense em Washington.
Constâncio Pinto, apresentou quarta-feira cartas credenciais ao Presidente Barack Obama, salientou que para beneficiar já este ano do Millennium Challenge Account (Conta do Milénio) Timor-Leste "vai ter que trabalhar muito". A Conta do Milénio é gerida pela Millennium Challenge Corporation (MCC), uma agência da Administração norte-americana, e foi criada em 2004 pelo Presidente George W. Bush. O objectivo deste programa é financiar projecto de redução da pobreza e de crescimento económico. A elegibilidade de qualquer país depende da conjugação de 17 indicadores, tendo Timor-Leste, em 2008, registado uma avaliação negativa em dois dos mais importantes: o controlo da corrupção e os direitos de propriedade.
Outro programa de que Timor-Leste vai beneficiar é o Acordo Preferencial de Tarifas (GSP, no acrónimo em língua inglesa), que permitirá a exportação de mais de 1.500 produtos para os Estados Unidos, sem pagar taxas alfandegárias, precisou o embaixador. Timor-Leste é actualmente o 211º parceiro comercial dos Estados Unidos, e em 2008, as trocas comerciais bilaterais ascenderam a 5 milhões de dólares (3,3 milhões de euros). Naquele período os bens exportados pelos Estados Unidos (químicos inorgânicos e máquinas eléctricas, entre outros produtos), totalizaram 5 milhões de dólares, enquanto que Timor-Leste vendeu apenas 24 mil dólares de bens, pelo que o saldo da balança comercial bilateral é favorável, na quase totalidade, aos Estados Unidos, o que traduz uma diminuição de 52,7% relativamente a 2007.
"Os Estados Unidos mantêm ainda acções de cooperação em Timor-Leste na área da defesa, na formação dos nossos militares", recordou Constâncio Pinto.
Quanto à continuidade da aplicação do Fundo Petrolífero (FP) timorense em activos do tesouro federal norte-americano, o embaixador de Timor-Leste disse não dispor ainda de nenhuma informação ou indicação para alterar aquela opção. No passado dia 21 de Outubro, o Presidente da República de Timor-Leste, José Ramos-Horta, disse ser urgente diversificar as aplicações do FP, actualmente em títulos do tesouro norte-americano, devido à desvalorização do dólar. O FP reúne as receitas resultantes da exploração dos hidrocarbonetos timorenses e a legislação timorense em vigor estipula que o Estado timorense deve investir 90% em títulos de tesouro americanos, e 10% noutros títulos. A gestão do FP é feita conjuntamente pela Autoridade Bancária de Pagamentos, que tem funções de banco central, e pelo Ministério das Finanças. "Devemos diversificar o investimento. Que tipo (de investimento) ainda não se sabe. Possivelmente investir noutras áreas, na Europa por exemplo, mas concretamente ainda não está definido", disse Constâncio Pinto. O novo embaixador timorense vai residir em Washington, o que sucederá pela primeira vez, uma opção ditada por "questões logísticas", concluiu o diplomata.
O programa criado pelos Estados Unidos para a redução da pobreza nos países em desenvolvimento vai contar a partir deste ano com Timor-Leste, disse hoje o embaixador timorense em Washington.
Constâncio Pinto, apresentou quarta-feira cartas credenciais ao Presidente Barack Obama, salientou que para beneficiar já este ano do Millennium Challenge Account (Conta do Milénio) Timor-Leste "vai ter que trabalhar muito". A Conta do Milénio é gerida pela Millennium Challenge Corporation (MCC), uma agência da Administração norte-americana, e foi criada em 2004 pelo Presidente George W. Bush. O objectivo deste programa é financiar projecto de redução da pobreza e de crescimento económico. A elegibilidade de qualquer país depende da conjugação de 17 indicadores, tendo Timor-Leste, em 2008, registado uma avaliação negativa em dois dos mais importantes: o controlo da corrupção e os direitos de propriedade.
Outro programa de que Timor-Leste vai beneficiar é o Acordo Preferencial de Tarifas (GSP, no acrónimo em língua inglesa), que permitirá a exportação de mais de 1.500 produtos para os Estados Unidos, sem pagar taxas alfandegárias, precisou o embaixador. Timor-Leste é actualmente o 211º parceiro comercial dos Estados Unidos, e em 2008, as trocas comerciais bilaterais ascenderam a 5 milhões de dólares (3,3 milhões de euros). Naquele período os bens exportados pelos Estados Unidos (químicos inorgânicos e máquinas eléctricas, entre outros produtos), totalizaram 5 milhões de dólares, enquanto que Timor-Leste vendeu apenas 24 mil dólares de bens, pelo que o saldo da balança comercial bilateral é favorável, na quase totalidade, aos Estados Unidos, o que traduz uma diminuição de 52,7% relativamente a 2007.
"Os Estados Unidos mantêm ainda acções de cooperação em Timor-Leste na área da defesa, na formação dos nossos militares", recordou Constâncio Pinto.
Quanto à continuidade da aplicação do Fundo Petrolífero (FP) timorense em activos do tesouro federal norte-americano, o embaixador de Timor-Leste disse não dispor ainda de nenhuma informação ou indicação para alterar aquela opção. No passado dia 21 de Outubro, o Presidente da República de Timor-Leste, José Ramos-Horta, disse ser urgente diversificar as aplicações do FP, actualmente em títulos do tesouro norte-americano, devido à desvalorização do dólar. O FP reúne as receitas resultantes da exploração dos hidrocarbonetos timorenses e a legislação timorense em vigor estipula que o Estado timorense deve investir 90% em títulos de tesouro americanos, e 10% noutros títulos. A gestão do FP é feita conjuntamente pela Autoridade Bancária de Pagamentos, que tem funções de banco central, e pelo Ministério das Finanças. "Devemos diversificar o investimento. Que tipo (de investimento) ainda não se sabe. Possivelmente investir noutras áreas, na Europa por exemplo, mas concretamente ainda não está definido", disse Constâncio Pinto. O novo embaixador timorense vai residir em Washington, o que sucederá pela primeira vez, uma opção ditada por "questões logísticas", concluiu o diplomata.
Venezuelana Telesur vai retransmitir em português para os PALOP
A estação de televisão estatal venezuelana Telesur prevê iniciar, em breve, a transmissão de noticiários em língua portuguesa para a Guiné-Bissau, Angola e Moçambique, com parte do objectivo dos governos da África e América do Sul de impulsionar a cooperação sul-sul.
Segundo a emissora, os noticiários vão ser retransmitidos localmente através das estações de televisão públicas daqueles países, após vários acordos bilaterais, entre eles um "memorando de entendimento" entre a Telesur e a televisão da Guiné-Bissau. Criada em 2005, com sede em Caracas, a Telesur é um canal de televisão informativo que emite em sinal livre e por satélite. Foi criada pelos governos da Venezuela, Argentina, Bolívia, Cuba, Equador, Nicarágua e Uruguai, e está especialmente orientada para a América do Sul. Além da América do Sul, é possível ver gratuitamente a sua transmissão na América Central e Caribe, Estados Unidos, Europa Ocidental, Norte da África e parte do Oriente Médio, e também através da Internet em www.telesur.net.
Segundo a emissora, os noticiários vão ser retransmitidos localmente através das estações de televisão públicas daqueles países, após vários acordos bilaterais, entre eles um "memorando de entendimento" entre a Telesur e a televisão da Guiné-Bissau. Criada em 2005, com sede em Caracas, a Telesur é um canal de televisão informativo que emite em sinal livre e por satélite. Foi criada pelos governos da Venezuela, Argentina, Bolívia, Cuba, Equador, Nicarágua e Uruguai, e está especialmente orientada para a América do Sul. Além da América do Sul, é possível ver gratuitamente a sua transmissão na América Central e Caribe, Estados Unidos, Europa Ocidental, Norte da África e parte do Oriente Médio, e também através da Internet em www.telesur.net.
Queda do Muro de Berlim 20 anos
Diz Jerónimo de Sousa
in Público
"O dirigente comunista comentou ainda as comemorações dos 20 anos do derrube do muro de Berlim, que interpretou como tendo “um sentido anti-comunista”.
“Fazem-no sem se interrogarem se o mundo hoje está melhor”, disse, considerando que não, existindo antes “um mundo mais injusto, mais desigual, menos democrático, com mais guerra, onde o capitalismo aumenta a exploração, em que a fome e a doença percorrem mais de mil milhões de pessoas”."
Editorial do Avante:
"A derrota do socialismo, com o desaparecimento da União Soviética e da comunidade socialista do Leste da Europa, constituiu uma tragédia, não apenas para os povos desses países mas para toda a humanidade: com o capitalismo dominante, o mundo é, hoje, menos democrático, menos livre, menos justo, menos fraterno, menos solidário, menos pacífico. "
Pode parecer mentira mas andam pessoas em Portugal a dizer estas barbaridades... é o país que temos.
E este é outra pérola do avante... deixo apenas o ínicio leiam o resto:
Alemães de Leste preferem socialismo
20 anos de retrocesso
As ditas «comemorações» do 20.º aniversário da queda do muro de Berlim são pretexto para mais uma campanha anticomunista, na qual se procura criminalizar os ideiais do socialismo e os que lutam pela superação do capitalismo.
(revisionismo histórico é pra meninos)
in Público
"O dirigente comunista comentou ainda as comemorações dos 20 anos do derrube do muro de Berlim, que interpretou como tendo “um sentido anti-comunista”.
“Fazem-no sem se interrogarem se o mundo hoje está melhor”, disse, considerando que não, existindo antes “um mundo mais injusto, mais desigual, menos democrático, com mais guerra, onde o capitalismo aumenta a exploração, em que a fome e a doença percorrem mais de mil milhões de pessoas”."
Editorial do Avante:
"A derrota do socialismo, com o desaparecimento da União Soviética e da comunidade socialista do Leste da Europa, constituiu uma tragédia, não apenas para os povos desses países mas para toda a humanidade: com o capitalismo dominante, o mundo é, hoje, menos democrático, menos livre, menos justo, menos fraterno, menos solidário, menos pacífico. "
Pode parecer mentira mas andam pessoas em Portugal a dizer estas barbaridades... é o país que temos.
E este é outra pérola do avante... deixo apenas o ínicio leiam o resto:
Alemães de Leste preferem socialismo
20 anos de retrocesso
As ditas «comemorações» do 20.º aniversário da queda do muro de Berlim são pretexto para mais uma campanha anticomunista, na qual se procura criminalizar os ideiais do socialismo e os que lutam pela superação do capitalismo.
(revisionismo histórico é pra meninos)
sábado, novembro 07, 2009
PARE, ESCUTE E OLHE
Ahhh, muito me agradou ler esta notícia no Público.
Ainda não tive oportunidade de ver o filme "Pare, Escute, Olhe" de Jorge Pelicano, alguém que admiro de diversas formas, respeito imenso e que merece tudo de bom que lhe tem acontecido profissionalmente.
Esta polémica levantada por ter arrebatado três prémios no DocLisboa, em que consagrados criticam o filme por ser demasiado "televisivo" é prova da verdadeira ininteligência das elites culturais portuguesas.
É uma verdadeira reacção de gente apegada vícios de umbiguismo auto-idólatra que não suporta ver alguém exterior ao seu pequeno universo a penetrar pelos territórios que consideram seus, como se a cultura fosse um burgo de alguns militantes iluminados.
Mesmo sem ver o filme sei que é isto que se passa, porque a críticas visam sobretudo a forma, não o conteúdo ou a oportunidade do filme, a crítica maior é se o modelo é um filme ou "mera televisão", como se esta fosse um filho de um Deus menor.
O DocLisboa foi o primeiro festival a que Jorge Pelicano enviou o seu primeiro filme "Ainda há pastores?" em 2006. Ñão foi sequer aceite a concurso... Dúvida e tristeza levantaram-se nesse momento no jovem realizador.
A resposta ao DocLisboa foram mais de uma dezena de prémios por todo o mundo conquistados por aquele filme sem categoria para o o festival lisboeta. Entre esses prémios contam-se os galardões mais importantes na área do documentário ambiental, o FICA no Brasil Green Award em Itália.
Voltou agora ao DocLisboa e leva três prémios. Há quem adore e há quem critique. Pois claro... como pode um neófito chegar ao pé dos supra-sumos da intelligentsia documentarista nacional e levar aqueles prémios que por direito natural seriam deles e assim até ganhar uns financiamentos para projectos redondos e sem propósito.
Jorge Pelicano mostrou no seu "Ainda há pastores?" alma e paixão. E soube transmitir isso ao interlocutor, e segundo o que tenho visto, "Pare, escute, olhe" repete a dose.
Isso parece intragável por um clique de egocêntricos que esquece uma verdade muito simples, comunicar é transmitir um sentido, esse sentido é uma mensagem. Discutir formas é discutir o menos importante que existe na comunicação e abstrair o núcleo fundamental de comunicar, ou seja o conteúdo das realidades codificadas nas imagens e discursos revelados pelo realizador.
Jorge Pelicano sendo um auto didacta até pode não saber de cinemas verité nem kinopravdas (que não faço ideia se sabe ou não) mas comunica, com o espectador, com as personagens dos seus filmes, e após um percurso fulminante em que atingiu aquilo que muitos desse documentaristas sonham mas até hoje e provavelmente nunca conseguirão atingir, vê-se alvo do maior pecado que existe neste pais e parece impregnado no ADN do português. A verde e ignóbil inveja.
Só me resta dizer... Continua Jorge!
Ainda não tive oportunidade de ver o filme "Pare, Escute, Olhe" de Jorge Pelicano, alguém que admiro de diversas formas, respeito imenso e que merece tudo de bom que lhe tem acontecido profissionalmente.
Esta polémica levantada por ter arrebatado três prémios no DocLisboa, em que consagrados criticam o filme por ser demasiado "televisivo" é prova da verdadeira ininteligência das elites culturais portuguesas.
É uma verdadeira reacção de gente apegada vícios de umbiguismo auto-idólatra que não suporta ver alguém exterior ao seu pequeno universo a penetrar pelos territórios que consideram seus, como se a cultura fosse um burgo de alguns militantes iluminados.
Mesmo sem ver o filme sei que é isto que se passa, porque a críticas visam sobretudo a forma, não o conteúdo ou a oportunidade do filme, a crítica maior é se o modelo é um filme ou "mera televisão", como se esta fosse um filho de um Deus menor.
O DocLisboa foi o primeiro festival a que Jorge Pelicano enviou o seu primeiro filme "Ainda há pastores?" em 2006. Ñão foi sequer aceite a concurso... Dúvida e tristeza levantaram-se nesse momento no jovem realizador.
A resposta ao DocLisboa foram mais de uma dezena de prémios por todo o mundo conquistados por aquele filme sem categoria para o o festival lisboeta. Entre esses prémios contam-se os galardões mais importantes na área do documentário ambiental, o FICA no Brasil Green Award em Itália.
Voltou agora ao DocLisboa e leva três prémios. Há quem adore e há quem critique. Pois claro... como pode um neófito chegar ao pé dos supra-sumos da intelligentsia documentarista nacional e levar aqueles prémios que por direito natural seriam deles e assim até ganhar uns financiamentos para projectos redondos e sem propósito.
Jorge Pelicano mostrou no seu "Ainda há pastores?" alma e paixão. E soube transmitir isso ao interlocutor, e segundo o que tenho visto, "Pare, escute, olhe" repete a dose.
Isso parece intragável por um clique de egocêntricos que esquece uma verdade muito simples, comunicar é transmitir um sentido, esse sentido é uma mensagem. Discutir formas é discutir o menos importante que existe na comunicação e abstrair o núcleo fundamental de comunicar, ou seja o conteúdo das realidades codificadas nas imagens e discursos revelados pelo realizador.
Jorge Pelicano sendo um auto didacta até pode não saber de cinemas verité nem kinopravdas (que não faço ideia se sabe ou não) mas comunica, com o espectador, com as personagens dos seus filmes, e após um percurso fulminante em que atingiu aquilo que muitos desse documentaristas sonham mas até hoje e provavelmente nunca conseguirão atingir, vê-se alvo do maior pecado que existe neste pais e parece impregnado no ADN do português. A verde e ignóbil inveja.
Só me resta dizer... Continua Jorge!
sexta-feira, novembro 06, 2009
Face Pouco Oculta
Surpresa!!! hum... nenhuma, apenas mais um prego no caixão deste país.
E tantos que ele já leva... alguém disse ao tipo que os prega que já é hora do enterro?
E tantos que ele já leva... alguém disse ao tipo que os prega que já é hora do enterro?
Face Pouco Oculta
Pergunto-me... com um pequeno dedo que adivinha qual seria a resposta... Se Armando Vara ocupasse um cargo estatal (oficial) suspenderia-se?
quinta-feira, novembro 05, 2009
Autódromo do Algarve premiado na Alemanha
O Autódromo Internacional do Algarve foi nomeado "Motorsport Facility of the Year" (Instalação de Desporto Motorizado do Ano) pelo Professional Motorsport World Expo Awards 2009, em Colónia, Alemanha.
O galardão premeia as melhores equipas, personalidades, tecnologias e infra-estruturas do mundo automobilístico, tendo o prémio sido entregue ao piloto Miguel Praia, em representação do Circuito de Portimão.
Gary Anderson, ex-director técnico de F1, considera que o Autódromo Internacional do Algarve é "um dos melhores circuitos da actualidade".
[Mais um passo substancial no percurso sustentado com vista a receber uma prova de Fórmula 1 em Portugal. Há que ter em conta que o Autódromo celebrou o 1º aniversário ainda há dois dias. Parabéns à Parkalgar.]
O galardão premeia as melhores equipas, personalidades, tecnologias e infra-estruturas do mundo automobilístico, tendo o prémio sido entregue ao piloto Miguel Praia, em representação do Circuito de Portimão.
Gary Anderson, ex-director técnico de F1, considera que o Autódromo Internacional do Algarve é "um dos melhores circuitos da actualidade".
[Mais um passo substancial no percurso sustentado com vista a receber uma prova de Fórmula 1 em Portugal. Há que ter em conta que o Autódromo celebrou o 1º aniversário ainda há dois dias. Parabéns à Parkalgar.]
segunda-feira, novembro 02, 2009
França: Portugueses "matam saudades" através da RTPI
Muitos portugueses residentes em França encaram a RTP Internacional como um veículo para matar saudades "da terra", mas alguns olham-na como um canal para «os emigrantes» e preferem os canais franceses.
Esta é a conclusão do livro Os Portugueses de França Face à Sua Televisão, realizado pelo português Manuel da Cunha, que vai ser apresentado a 17 de Novembro e que tem por base uma tese de doutoramento que fez em Paris.
Esta é a conclusão do livro Os Portugueses de França Face à Sua Televisão, realizado pelo português Manuel da Cunha, que vai ser apresentado a 17 de Novembro e que tem por base uma tese de doutoramento que fez em Paris.
Canadá: Luís Miranda e Ana Nunes eleitos nas autárquicas do Quebeque
Os portugueses Luís Miranda e Ana Nunes foram reeleitos nas autárquicas de domingo em Montreal, na província do Quebeque, Canadá.
O mais antigo autarca português no Canadá, Luís Miranda, parte agora para o quarto mandato como presidente da Câmara de Anjou, enquanto Ana Nunes foi reconduzida vereadora em Outremont.
Com base em dados oficiais, Luís Miranda alcançou 53,34% dos votos e Ana Nunes obteve 32,73% no seu círculo.
O mais antigo autarca português no Canadá, Luís Miranda, parte agora para o quarto mandato como presidente da Câmara de Anjou, enquanto Ana Nunes foi reconduzida vereadora em Outremont.
Com base em dados oficiais, Luís Miranda alcançou 53,34% dos votos e Ana Nunes obteve 32,73% no seu círculo.
sexta-feira, outubro 30, 2009
IVA: Estado perde 10 M€ com importação paralela de chocolate
Os cofres do Estado estão a perder cerca de 10 milhões de euros por ano com o mercado paralelo de chocolates vindos de Espanha, onde o imposto sobre o consumo é mais baixo, e as perdas para os operadores chegam aos 40 milhões.
"O comércio ilegal de chocolates existe ao longo da fronteira entre os dois países ibéricos, mas com particular incidência na Região Norte, região da Guarda e na região de Elvas", disse um empresário do sector, que pediu o anonimato.
Os chocolates pagam uma taxa de IVA - Imposto sobre o Valor Acrescentado - de 20% em Portugal, quando na vizinha Espanha este imposto vale 7%.
"O comércio ilegal de chocolates existe ao longo da fronteira entre os dois países ibéricos, mas com particular incidência na Região Norte, região da Guarda e na região de Elvas", disse um empresário do sector, que pediu o anonimato.
Os chocolates pagam uma taxa de IVA - Imposto sobre o Valor Acrescentado - de 20% em Portugal, quando na vizinha Espanha este imposto vale 7%.
quinta-feira, outubro 29, 2009
Maior parque eólico do Sul do país já abasteceu quase 34 mil habitantes
O parque deverá permitir poupar 40 mil toneladas de emissões de gases com efeito de estufa.
O maior parque eólico do Sul do país, a funcionar há mais de um ano no concelho de Almodôvar (distrito de Beja), já produziu 71 gigawatts/hora (GWh) de energia, o suficiente para abastecer quase 34 mil habitantes. Com uma potência total instalada de 26 megawatts (MW), o Parque Eólico de Almodôvar é composto por 13 aerogeradores instalados numa área de 94 hectares que abrange as freguesias de Almodôvar, São Barnabé e Santa Clara-a-Nova, na Serra do Mú. O parque, que começou a funcionar parcialmente em Junho de 2008, só com dois aerogeradores, produziu 36 GWh naquele ano e 35 GWh já este ano, precisou hoje Lobo Gonçalves, da empresa promotora do projecto, a Enernova, do grupo EDP.
Apesar de funcionar em pleno, já com os 13 aerogeradores, desde Dezembro de 2008, o parque “ainda não está a produzir à potência máxima”, o que deverá acontecer “em 2010”, quando as infra-estruturas de transporte da energia até à rede estiverem concluídas, disse Lobo Gonçalves. Projectado para produzir energia durante 25 anos, o parque terá uma produção anual estimada de 58 GWh, o suficiente para abastecer 28 mil habitantes e poupar 40 mil toneladas de emissões de gases com efeito de estufa.
O maior parque eólico do Sul do país, a funcionar há mais de um ano no concelho de Almodôvar (distrito de Beja), já produziu 71 gigawatts/hora (GWh) de energia, o suficiente para abastecer quase 34 mil habitantes. Com uma potência total instalada de 26 megawatts (MW), o Parque Eólico de Almodôvar é composto por 13 aerogeradores instalados numa área de 94 hectares que abrange as freguesias de Almodôvar, São Barnabé e Santa Clara-a-Nova, na Serra do Mú. O parque, que começou a funcionar parcialmente em Junho de 2008, só com dois aerogeradores, produziu 36 GWh naquele ano e 35 GWh já este ano, precisou hoje Lobo Gonçalves, da empresa promotora do projecto, a Enernova, do grupo EDP.
Apesar de funcionar em pleno, já com os 13 aerogeradores, desde Dezembro de 2008, o parque “ainda não está a produzir à potência máxima”, o que deverá acontecer “em 2010”, quando as infra-estruturas de transporte da energia até à rede estiverem concluídas, disse Lobo Gonçalves. Projectado para produzir energia durante 25 anos, o parque terá uma produção anual estimada de 58 GWh, o suficiente para abastecer 28 mil habitantes e poupar 40 mil toneladas de emissões de gases com efeito de estufa.
Investimento privado em Angola cresce e 40% é português
O investimento privado em Angola até Setembro último foi superior ao realizado em igual período de 2008, com a aprovação de 443 propostas de investimento, anunciou hoje o presidente da Agência de Investimento Privado de Angola.
Aguinaldo Jaime diz que foram aprovados pelo organismo a que preside projectos de investimento no valor global superior a 1,377 mil milhões de dólares (927 milhões de euros), no período de Janeiro até 30 de Setembro, o que representa um aumento face aos pouco mais de mil milhões de dólares atingidos em igual período de 2008.
Quanto à origem geográfica do investimento, 40% do total dos projectos são portugueses, ou seja 179, com uma intenção de investimento a rondar os 209,45 milhões de dólares (141 milhões de euros).
"Os investidores começam a acreditar em Angola como alternativa segura para os seus investimentos", considerou Aguinaldo Jaime que falava num seminário no âmbito da conferência "Portugal Exportador".
Aguinaldo Jaime diz que foram aprovados pelo organismo a que preside projectos de investimento no valor global superior a 1,377 mil milhões de dólares (927 milhões de euros), no período de Janeiro até 30 de Setembro, o que representa um aumento face aos pouco mais de mil milhões de dólares atingidos em igual período de 2008.
Quanto à origem geográfica do investimento, 40% do total dos projectos são portugueses, ou seja 179, com uma intenção de investimento a rondar os 209,45 milhões de dólares (141 milhões de euros).
"Os investidores começam a acreditar em Angola como alternativa segura para os seus investimentos", considerou Aguinaldo Jaime que falava num seminário no âmbito da conferência "Portugal Exportador".
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